{"id":87,"date":"2007-06-13T15:22:12","date_gmt":"2007-06-13T18:22:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/2007\/06\/13\/diagramacao-no-brasil-conceitos-e-historico\/"},"modified":"2007-06-13T15:52:20","modified_gmt":"2007-06-13T18:52:20","slug":"diagramacao-no-brasil-conceitos-e-historico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/2007\/06\/13\/diagramacao-no-brasil-conceitos-e-historico\/","title":{"rendered":"Diagrama\u00e7\u00e3o no Brasil: conceitos e hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Compila\u00e7\u00e3o por prof. MS. Jos\u00e9 Carlos Hofmeister<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Pelo Conceito t\u00e9cnico (at\u00e9 in\u00edcio da d\u00e9cada de 90, diagramar \u00e9 criar e executar, segundo as linhas fundamentais do planejamento gr\u00e1fico e de acordo com crit\u00e9rios jornal\u00edsticos e art\u00edstico-visuais, a distribui\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica das mat\u00e9rias a serem publicadas em ve\u00edculo impresso e prepar\u00e1-las para as oficinas.<!--more--><\/p>\n<p><!--FIM DO BOX  --><\/p>\n<table class=\"boxbody\" align=\"right\" bgcolor=\"#99ccff\" border=\"0\" cellpadding=\"8\" cellspacing=\"0\" width=\"100%\">\n<tr>\n<td>\n<p class=\"boxbody\">A diagrama\u00e7\u00e3o \u00e9 uma arquitetura de formas. \u00c9 uma arte artesanal cujo resultado(..)nos dar\u00e1 a mensagem da comunica\u00e7\u00e3o visual, qualitativamente distinta da mensagem espec\u00edfica de cada componente da mesma p\u00e1gina. \u00c9 a comunica\u00e7\u00e3o linear consagrando o dinamismo pela associa\u00e7\u00e3o de imagens. <!-- FIM DO TEXTO --><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#6699cc\">\n<p class=\"boxhead\"><!-- AUTOR  -->Clara Conti<!-- FIM DO AUTOR  --> <!--FINALIZA O BOX  --><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p><!--FIM DO BOX  --><\/p>\n<p>De forma geral, diagramar consistia em:<\/p>\n<ol>\n<li>Elaborar r\u00e1fis e\/ou layouts para o material recebido pelo editor, depois de ter discutido com ele, quando necess\u00e1rio, poss\u00edveis altera\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Calcular o espa\u00e7o que as diversas mat\u00e9rias ocupariam quando impressas, adequando-as ao espa\u00e7o real existente, mediante cortes e acr\u00e9scimos sugeridos pelo\/ao editor;<\/li>\n<li>Riscar o diagrama (ou espelho) com as representa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas para as mat\u00e9rias;<\/li>\n<li>Marcar nos originais de texto, fam\u00edlia, corpo, entrelinhado, n\u00famero de paicas e todos os outros recursos que se queria utilizar;<\/li>\n<li>Marcar tamb\u00e9m nos originais de ilustra\u00e7\u00f5es o tamanho de sua reprodu\u00e7\u00e3o e as caracter\u00edsticas com que ser\u00e3o impressas;<\/li>\n<li>Retrancar todos os originais e os espa\u00e7os onde foram representados no diagrama, liberando-os para as oficinas. (Retrancar, neste contexto, era colocar nos originais e no diagrama indica\u00e7\u00f5es que linquem o material com a p\u00e1gina correta).<\/li>\n<\/ol>\n<p>Hoje, diagramador e editor devem se reunir para desenhar a p\u00e1gina antes de qualquer mat\u00e9ria ser escrita. Com a t\u00e9cnica de pr\u00e9-diagrama\u00e7\u00e3o, o editor sabe exatamente quantos caracteres escrever e as propor\u00e7\u00f5es das fotos ou desenhos.<\/p>\n<h3>Prim\u00f3rdios da diagrama\u00e7\u00e3o no Brasil<\/h3>\n<blockquote><p><!-- INICIO DO BOX --><\/p>\n<table class=\"boxbody\" align=\"right\" bgcolor=\"#99ccff\" border=\"0\" cellpadding=\"8\" cellspacing=\"0\" width=\"150\">\n<tr>\n<td><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"file:\/\/\/D:\/Documents%20and%20Settings\/meira\/Dados%20de%20aplicativos\/Mozilla\/Firefox\/Profiles\/cfkx6rbi.default\/ScrapBook\/data\/20070527231021\/abre-aspas.gif\" valign=\"TOP\" align=\"left\" border=\"0\" height=\"18\" width=\"23\" \/><\/p>\n<p class=\"boxbody\"><!-- TEXTO -->Diagrama\u00e7\u00e3o \u00e9 a consci\u00eancia dos elementos gr\u00e1ficos com a est\u00e9tica, o liame (liga\u00e7\u00e3o) entre a t\u00e9cnica do jornal e a arte de apresenta\u00e7\u00e3o. Em outra palavras, a diagrama\u00e7\u00e3o busca dar o padr\u00e3o de representa\u00e7\u00e3o gr\u00e1fica, ligando harmonia e t\u00e9cnica.<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"file:\/\/\/D:\/Documents%20and%20Settings\/meira\/Dados%20de%20aplicativos\/Mozilla\/Firefox\/Profiles\/cfkx6rbi.default\/ScrapBook\/data\/20070527231021\/fecha-aspas.gif\" valign=\"ABSBOTTOM\" align=\"right\" border=\"0\" height=\"18\" width=\"23\" \/><!-- FIM DO TEXTO --><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td bgcolor=\"#6699cc\">\n<p class=\"boxhead\"><!-- AUTOR  -->Juarez Bahia<!-- FIM DO AUTOR  --> <!--FINALIZA O BOX  --><\/p>\n<\/td>\n<\/tr>\n<\/table>\n<p><!--FIM DO BOX  --><\/p>\n<p>&#8220;Muito nova,(&#8230;) \u00e9 a diagrama\u00e7\u00e3o no Brasil. Durante a Segunda Guerra Mundial, um novo padr\u00e3o de gosto circulou aqui nas revistas que relatavam o esfor\u00e7o de guerra, impressas em portugu\u00eas nos Estados Unidos. O prest\u00edgio das t\u00e9cnicas de diagrama\u00e7\u00e3o data desse tempo; em particular, de 1941, quando o argentino Guevara veio ao Brasil para trabalhar no jornal Meio Dia. Antes disso, os secret\u00e1rios de jornal costumavam entregar \u00e0 oficina um boneco (ou boneca), espelho falso desenhado em uma lauda com oito dobras ou tra\u00e7os verticais, querendo marcar as colunas. Ali figuravam os t\u00edtulos principais, mas n\u00e3o havia possibilidade de c\u00e1lculo gr\u00e1fico e a unidade da p\u00e1gina se prejudicava. Toda vez que se impunha obedecer ao boneco, eram inevit\u00e1veis os cortes com remiss\u00e3o a outras p\u00e1ginas. A escolha de tipos cabia ainda em geral \u00e0 oficina, de vez que n\u00e3o vigoravam padr\u00f5es de uniformidade tipogr\u00e1fica.&#8221;O boneco \u00e9, de certa forma, uma t\u00e9cnica pr\u00e9-industrial que fica entre a antiga pagina\u00e7\u00e3o (presa \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o de ra\u00edzes medievais, atulhada de regras mais ou menos arbitr\u00e1rias e repetidas sempre, com zelo, sem cr\u00edticas, pelo art\u00edfice-paginador das ramas), e o moderno planejamento visual, que leva em conta os elementos est\u00e9ticos e sem\u00e2nticos do discurso gr\u00e1fico, com aberturas para a inova\u00e7\u00e3o e a defini\u00e7\u00e3o org\u00e2nica de estilos. De resto, na antiga oficina em que se paginava pelo m\u00e9todo tradicional, a pr\u00f3pria estrutura industrial impediria a fabrica\u00e7\u00e3o de produto diferente: a qualidade da empresa se media pelo tamanho do cat\u00e1logo de tipos, fios e enfeites. Apesar das linotipos, serras e calandras, predomina um esp\u00edrito artesanal que continuava a pr\u00f3pria aventura bo\u00eamia do jornalismo.<\/p>\n<p>&#8220;A diagrama\u00e7\u00e3o dos argentinos tamb\u00e9m n\u00e3o representou um passo definitivo. Ainda na d\u00e9cada de 50, predominava uma ditadura que propunha um duvidoso conceito do &#8220;belo&#8221; sobre a conveni\u00eancia funcional do ve\u00edculo. Caso muito comum era desenhar o diagrama da primeira p\u00e1gina na antev\u00e9spera para dar tempo \u00e0 desaparelhada oficina de realiz\u00e1-lo, assim transferindo ao talento do secret\u00e1rio a incumb\u00eancia de colocar na grande manchete ou no pequeno t\u00edtulo as mat\u00e9rias do dia, houvesse ou n\u00e3o mat\u00e9rias que merecessem tanto ou t\u00e3o pouco destaque.<\/p>\n<p>&#8220;Na mesma \u00e9poca de 50, as t\u00e9cnicas de diagrama\u00e7\u00e3o avan\u00e7aram pouco a pouco, sobretudo nas revistas ilustradas, com o lan\u00e7amento de Manchete e as formas gr\u00e1ficas de O Cruzeiro. Mas o epis\u00f3dio marcante foi, sem d\u00favida, a renova\u00e7\u00e3o do <a href=\"http:\/\/www.jb.com.br\/\"><font color=\"#006633\">Jornal do Brasil<\/font><\/a>, inspirada em modelos formais da arte concretista e com certa preocupa\u00e7\u00e3o funcional que n\u00e3o esqueceu os novos estilos de reda\u00e7\u00e3o, a valoriza\u00e7\u00e3o das fotografias e o aprimoramento do c\u00e1lculo gr\u00e1fico, de modo a eliminar cortes e espacejamentos. A maioria dos jornais brasileiros adotou a diagrama\u00e7\u00e3o a partir dos \u00eaxitos alcan\u00e7ados, em prest\u00edgio e eleitores &#8220;de qualidade&#8221;, pelo Jornal do Brasil.<\/p>\n<p>&#8220;A grande inven\u00e7\u00e3o do Jornal do Brasil foi despojar o espa\u00e7o do jornal de elementos est\u00e9ticos irracionais, que apenas acrescentavam ru\u00eddo \u00e0 informa\u00e7\u00e3o l\u00e9xica. Os postulados dessa diagrama\u00e7\u00e3o, no entanto, com as limita\u00e7\u00f5es mesmas da escola art\u00edstica que a gerou, aproximam-se em demasia de uma camisa-de-for\u00e7a atando a criatividade. Observe-se que o Jornal do Brasil, tanto o que foi planejado por Amilcar de Castro, quanto o que se faria posteriormente, com contribui\u00e7\u00f5es de Reinaldo Jardim, Alberto Dines e outros, incorpora muitos dois princ\u00edpios defendidos por Jack Z.Sissors, professor de Jornalismo da North-Western University, em artigo no The Bulletin. Ora, esses princ\u00edpios derivam servilmente da arte grega e nada h\u00e1 que os torne imperiosos. Na realidade, tanto do ponto de vista art\u00edstico quanto de uma perspectiva mais pr\u00f3pria da comunica\u00e7\u00e3o, pouco importa se consideramos o estilo de O Dia, de O Globo, do Jornal do Brasil, do Jornal da Tarde ou dos tabl\u00f3ides sulinos como Zero Hora; sempre h\u00e1 que se fazer bem feito o trabalho. (&#8230;)&#8221;<\/p><\/blockquote>\n<address>* MATTOS, Manoel Jos\u00e9 de. Percep\u00e7\u00e3o e diagrama\u00e7\u00e3o criadora. In: Comum, Rio de Janeiro, julho\/setembro de 1978, v.1, n\u00ba3, p.6 <\/address>\n<h2>Breve retrospectiva da diagrama\u00e7\u00e3o no Brasil<\/h2>\n<h3>In\u00edcio dos anos 40<\/h3>\n<ul>\n<li>O argentino GUEVARA veio ao Brasil para trabalhar no jornal MEIO-DIA, no Rio, em 1941. Tenta introduzir o c\u00e1lculo de texto.<\/li>\n<li>Ele e mais outro argentino, Parpagnoli, constitu\u00edram a chamada &#8220;escola argentina&#8221; de pagina\u00e7\u00e3o no jornalismo brasileiro.<\/li>\n<li>A escola argentina era uma imita\u00e7\u00e3o de escolas cl\u00e1ssicas como inglesas e francesas. Usavam e abusavam de ornamentos e negativos, gris\u00eas, excessos de fios, boxes etc.<\/li>\n<li>Ainda no final da d\u00e9cada de 40 e meados de 50, a lauda padronizada era raridade e a contagem praticamente inexistia.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>In\u00edcio dos anos 50<\/h3>\n<ul>\n<li>Aparece a escola CONCRETISTA. Desenvolve-se entre artistas sovi\u00e9ticos no in\u00edcio do s\u00e9culo e se caracteriza pela disposi\u00e7\u00e3o RIGIDAMENTE FORMAL do espa\u00e7o, das massas e dos volumes, e com a utiliza\u00e7\u00e3o de materiais e t\u00e9cnicas industriais modernas (pl\u00e1sticos, vidros etc). \u00c9 o despojamento, a simplifica\u00e7\u00e3o da apresenta\u00e7\u00e3o e arranjo dos recursos gr\u00e1ficos.<\/li>\n<li>Valoriza-se o branco. Eliminam-se vinhetas, fios e enfeites.<\/li>\n<li>Revistas brasileiras foram as primeiras a receber influ\u00eancia, em especial a Manchete, em 1955, que inspirou a reforma do JB, marcando o in\u00edcio verdadeiro da valoriza\u00e7\u00e3o da linguagem visual no pa\u00eds.<\/li>\n<li>&#8220;A origem de tudo est\u00e1 na experi\u00eancia espacial dos artistas concretos(&#8230;)&#8221;, diz Gullar.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Final da d\u00e9cada de 50<\/h3>\n<ul>\n<li>Mudan\u00e7as propostas e colocadas em pr\u00e1tica por AMILCAR DE CASTRO, um escultor brasileiro que circulava por galerias de arte americanas.<\/li>\n<li>Castro foi descoberto por OTTO LARA RESENDE, seu colega na Faculdade de Direito de Belo Horizonte, que o levou para a revista Manchete.<\/li>\n<li>O despojamento gr\u00e1fico aparece no jornal di\u00e1rio com a reforma do JORNAL DO BRASIL na fase de Odylo Costa (filho). JANIO DE FREITAS leva Castro para o JB. A inspira\u00e7\u00e3o de Amilcar \u00e9 a pagina\u00e7\u00e3o do Paris-Match. (N\u00e3o esquecer a leitura obrigat\u00f3ria: LESSA, Washington Dias. Dois estudos de comunica\u00e7\u00e3o visual. Rio de Janeiro: Univ. Fed. Rio de Janeiro, 1995. (1\u00aa parte)<\/li>\n<\/ul>\n<p>Obs. A possibilidade do c\u00e1lculo gr\u00e1fico &#8212; o pr\u00e9-estabelecimento do tamanho que os textos ocupar\u00e3o na p\u00e1gina &#8212; s\u00f3 se configurou ap\u00f3s a ado\u00e7\u00e3o generalizada das LAUDAS.<\/p>\n<h3>As mudan\u00e7as implantadas por Amilcar de Castro<\/h3>\n<ul>\n<li>prop\u00f5e p\u00e1ginas com a verticalidade da composi\u00e7\u00e3o num confronto com a horizontalidade;<\/li>\n<li>cria jogos de mat\u00e9rias sim\u00e9tricas com outras assim\u00e9tricas;<\/li>\n<li>retira quase todos os fios;<\/li>\n<li>amplia o claro (canal) entre as colunas;<\/li>\n<li>adota t\u00edtulos em caixa baixa;<\/li>\n<li>padroniza o tamanho e tipo de fontes;<\/li>\n<li>mat\u00e9rias e t\u00edtulos sem dobras ou joelhos que prejudiquem a forma retangular da composi\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>no projeto original, as mat\u00e9rias n\u00e3o passariam de uma lauda e meia (na tipografia, resultava ret\u00e2ngulos pr\u00f3ximos \u00e0 propor\u00e7\u00e3o \u00e1urea, em duas colunas)<\/li>\n<li>uso da lauda padr\u00e3o de 30 linhas com 72 batidas;<\/li>\n<li>valoriza\u00e7\u00e3o do material fotogr\u00e1fico, cuja ret\u00edcula escura servia para trabalhar o equil\u00edbrio est\u00e9tico.<\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Compila\u00e7\u00e3o por prof. 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