{"id":176,"date":"2007-08-10T12:54:54","date_gmt":"2007-08-10T15:54:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/2007\/08\/10\/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa\/"},"modified":"2025-08-12T14:19:25","modified_gmt":"2025-08-12T17:19:25","slug":"zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/2007\/08\/10\/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa\/","title":{"rendered":"Zonas de visualiza\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina impressa"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Para onde olhamos quando estamos diante de uma p\u00e1gina impressa ou de uma obra visual?<\/strong> Esta quest\u00e3o preocupou artistas, pintores, estudiosos das artes visuais e jornalistas durante anos. Por muito tempo, no jornalismo se difundiu a teoria das &#8220;zonas de visualiza\u00e7\u00e3o&#8221;, como citado por <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Edmund_Arnold\">Edmund Arnold<\/a> no livro &#8220;Tipografia e diagramado para peri\u00f3dicos&#8221;. Mas este era um conhecimento emp\u00edrico, para n\u00e3o dizer um grande &#8220;chute&#8221;. Esta cren\u00e7a foi desfeita a partir de pesquisas cient\u00edficas levadas a cabo nos anos 1990.<\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p><a title=\"Zonas equivocadas\" href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa-equivocadas.jpg\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0pt 0pt 0pt 1em;float: right\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa-equivocadas.thumbnail.jpg\" alt=\"Zonas equivocadas\" \/><\/a> Um dos autores que difundiram as ideias de Arnold foi <strong>Rafael Sousa Silva<\/strong> em sua disserta\u00e7\u00e3o de mestrado &#8220;Diagrama\u00e7\u00e3o: o planejamento visual gr\u00e1fico na comunica\u00e7\u00e3o impressa&#8221;. Leia o cap\u00edtulo <a title=\"Zonas de visualiza\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina impressa\" href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa.pdf\">Zonas de visualiza\u00e7\u00e3o da p\u00e1gina impressa<\/a> para ver o esquema proposto por Arnold, tamb\u00e9m apresentado na figura ao lado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, a partir dos anos 1980 e 1990, estudos mais acurados, que captavam os &#8220;caminhos&#8221; do olhar sobre uma superf\u00edcie, demonstraram que id\u00e9ia de zonas de visualiza\u00e7\u00e3o era mais uma aposta errada do que qualquer outra coisa.<\/p>\n\n\n\n<p><a title=\"Caminhos da vis\u00e3o\" href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/06\/caminhos-da-visao.gif\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0pt 12pt 0pt 0pt;float: left\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/06\/caminhos-da-visao.thumbnail.gif\" alt=\"Caminhos da vis\u00e3o\" \/><\/a>Ainda nos anos 1950, estudos do russo <a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Alfred_L._Yarbus\">Alfred Yarbus<\/a> sobre a maneira como observadores olham para uma obra visual (citado por Julio Plaza em &#8220;Videografia em Videotexto&#8221;) mostram que o olhar do ser humano segue caminhos vari\u00e1veis mas fortemente determinados pelos elementos de maior interesse na composi\u00e7\u00e3o visual. O estudo, publicado no ocidente em 1967, imprimiu em filme fotogr\u00e1fico o caminho seguido pelo olhar de observadores, por meio de um dispositivo &#8220;colado&#8221; ao olho por suc\u00e7\u00e3o. Um dos campos de provas foi o quadro &#8220;O retorno inesperado&#8221;, do ucraniano Ilya Repin.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir de fotos do estudo, eu montei uma imagem GIF animada (clique na miniatura ao lado para ver a anima\u00e7\u00e3o) onde pode-se observar que <strong>o ser humano parece se interessar muito por rostos<\/strong>. Os riscos mostram o caminho do olhar durante quatro sess\u00f5es de observa\u00e7\u00e3o, com alguns dias de diferen\u00e7a entre elas. Nota-se que o olhar percorre a cena <strong>\u00e0 procura de pontos de interesse<\/strong> e tende e se concentrar nestes pontos quando os encontra. Ou seja: quem determina para onde se olha numa composi\u00e7\u00e3o visual \u00e9 o artista que criou a composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><a title=\"Eyetrac, plano geral\" href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/01-eye-trac-foto-01-pequena.jpg\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0pt 0pt 0pt 1em;float: right\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/01-eye-trac-foto-01-pequena.thumbnail.jpg\" alt=\"Eyetrac, plano geral\" \/><\/a>Este fato foi comprovado na <strong>composi\u00e7\u00e3o visual jornal\u00edstica<\/strong> pelo estudo <a title=\"Compre o estudo atualizado pela internet\" href=\"http:\/\/www.poynter.org\/shop\/product_view.asp?id=1193\">&#8220;<strong>Eyes on the news<\/strong>&#8221; (Olho na not\u00edcia)<\/a>, levado a cabo por <strong>Mario Garcia<\/strong> e <strong>Pegie Adams<\/strong> em 1990. Os pesquisadores usaram um artefato chamado <strong>Eyetrack<\/strong>, que pode-se ver nas ilustra\u00e7\u00f5es a seguir.<\/p>\n\n\n\n<p><a title=\"030-eye-trac-02.jpg\" href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/030-eye-trac-02.jpg\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0pt 12pt 0pt 0pt;float: left\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/030-eye-trac-02.thumbnail.jpg\" alt=\"030-eye-trac-02.jpg\" \/><\/a>Ele era composto por duas c\u00e2meras de v\u00eddeo, uma dirigida a um vidro semi-espelhado em frente aos olhos do observador, e outra apontada diretamente para os olhos deste. As duas imagens eram tratadas e fundidas numa s\u00f3, onde aparecia a p\u00e1gina do jornal fixa com um &#8220;cursor&#8221; apontando aonde os olhos se fixavam.<\/p>\n\n\n\n<p><a title=\"031-eye-trac-result.jpg\" href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/031-eye-trac-result.jpg\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0pt 0pt 0pt 12pt;float: right\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/031-eye-trac-result.thumbnail.jpg\" alt=\"031-eye-trac-result.jpg\" \/><\/a><strong>Eyes on the news<\/strong> confirmou algumas cren\u00e7as e desmentiu outras. Confirmou, por exemplo, que a <strong>primeira p\u00e1gina<\/strong> vista por leitores ocidentais \u00e9 a da <strong>direita<\/strong>. Mas desmentiu totalmente a cren\u00e7a nas zonas de visualiza\u00e7\u00e3o propostas por Arnold. Tamb\u00e9m descobriu que os an\u00fancios em jornal, no estudo, n\u00e3o foram lidos primeiro nem se houvesse ofertas ou se fosse an\u00fancio colorido.<\/p>\n\n\n\n<p><a title=\"15-sequencia.jpg\" href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/15-sequencia.jpg\"><img decoding=\"async\" style=\"margin: 0pt 12pt 0pt 0pt;float: left\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/15-sequencia.thumbnail.jpg\" alt=\"15-sequencia.jpg\" \/><\/a>Garcia e Stark descobriram que a leitura dos jornais foi feita em duas etapas: primeiro, os leitores faziam uma varredura na p\u00e1gina (<em>scanning<\/em>), procurando pontos de interesse. Essa parte durou fra\u00e7\u00f5es de segundos. Depois, os leitores se fixavam em <strong>&#8220;pontos de entrada&#8221;<\/strong>. Estes pontos &#8212; os locais onde os leitores faziam uma visualiza\u00e7\u00e3o mais demorada &#8212; eram determinados, entre outros fatores, pelo tamanho das fotos, pelo conte\u00fado destas, se a foto era coloria ou n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja alguns dos resultados obtidos pela pesquisa <strong>Eyes on the news<\/strong>. Por exemplo, o \u00edndice de visualiza\u00e7\u00e3o da primeira p\u00e1gina de um jornal preparado especialmente para o estudo. Estes n\u00fameros se referem ao &#8220;ponto de entrada&#8221; na p\u00e1gina, ou seja, o ponto em que os leitores come\u00e7aram a &#8220;ler&#8221; fotos ou texto.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/04-entry-point-color-lead-photo.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/04-entry-point-color-lead-photo.thumbnail.jpg\" alt=\"04-entry-point-color-lead-photo.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/05-entry-points-bw-lead-photo.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/05-entry-points-bw-lead-photo.thumbnail.jpg\" alt=\"05-entry-points-bw-lead-photo.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Os &#8220;<em>promo boxes<\/em>&#8220;, chamadas de capa acima dos logotipos dos jornais, tiveram o maior \u00edndice de &#8220;entrada&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/060-promo-boxes.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/060-promo-boxes.thumbnail.jpg\" alt=\"060-promo-boxes.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Outros exemplos de pontos de entrada:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/061-movimento-dos-olhos-na-pagina.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/061-movimento-dos-olhos-na-pagina.thumbnail.jpg\" alt=\"061-movimento-dos-olhos-na-pagina.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/07-movimento-dos-olhos-nas-fotos.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/07-movimento-dos-olhos-nas-fotos.thumbnail.jpg\" alt=\"07-movimento-dos-olhos-nas-fotos.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/08-movimento-dos-olhos-nas-fotos-b.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/08-movimento-dos-olhos-nas-fotos-b.thumbnail.jpg\" alt=\"08-movimento-dos-olhos-nas-fotos-b.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/09-movimento-dos-olhos-nas-fotos-c.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/09-movimento-dos-olhos-nas-fotos-c.thumbnail.jpg\" alt=\"09-movimento-dos-olhos-nas-fotos-c.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/10-movimento-dos-olhos-nas-fotos-d.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/10-movimento-dos-olhos-nas-fotos-d.thumbnail.jpg\" alt=\"10-movimento-dos-olhos-nas-fotos-d.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/14-hierarquia.jpg\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.meiradarocha.jor.br\/news\/wp-content\/uploads\/2007\/08\/14-hierarquia.thumbnail.jpg\" alt=\"14-hierarquia.jpg\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Na \u00faltima imagem, um resumo do que deve fazer um diagramador:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p>O que n\u00f3s exploramos nesta se\u00e7\u00e3o deve nos lembrar um simples princ\u00edpio do design: <strong>crie hierarquia<\/strong>. O objeto do bom design de publica\u00e7\u00e3o \u00e9 <strong>primeiro atrair o leitor<\/strong>, ent\u00e3o <strong>gui\u00e1-lo atrav\u00e9s da informa\u00e7\u00e3o<\/strong>. Muitos jornais abandonam leitores por deix\u00e1-los livres para vagar atrav\u00e9s de campos e florestas do desconhecido. N\u00e3o admira que tantos leitores fiquem perplexos e eventualmente perdidos. Criando uma <strong>hierarquia de movimento<\/strong> atrav\u00e9s de uma p\u00e1gina ou de p\u00e1ginas espelhadas, n\u00f3s podemos orient\u00e1-los e aconselh\u00e1-los gentilmente mas efetivamente, <strong>estabelecendo uma harmonia de movimento que resulta em compreens\u00e3o<\/strong>. Para planejar esta viagem para os outros, n\u00f3s primeiro necessitamos ver o que o leitor v\u00ea &#8212; neste caso, <strong>duas p\u00e1ginas por vez<\/strong>.<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Bibliografia<\/h2>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>GARCIA, Mario; STARK, Pegie. <strong>Eyes on the News<\/strong>. St. Petersbourg, Fld. : Poynter Institute for Media Studies, 1991.<\/li>\n\n\n\n<li>PLAZA, Julio. <strong>Videografia em videotexto<\/strong>. S\u00e3o Paulo : Hucitec, 1986.<\/li>\n\n\n\n<li>SILVA, Rafael Souza. <strong>Diagrama\u00e7\u00e3o:<\/strong> o planejamento visual gr\u00e1fico na comunica\u00e7\u00e3o impressa&#8221;. S\u00e3o Paulo : Summus Editorial, 1985.<\/li>\n\n\n\n<li>YARBUS, Alfred. <strong>Eye movements and vision<\/strong>. New York: Plenum Press, 1967.<\/li>\n\n\n\n<li><div><div>HOLMQVIST, K; WARTENBERG, C. Daily newspaper layout \u2013 designer\u2019s predictions of reader\u2019s visual behaviour &#8211; a case study. <strong>Lund University Cognitive Studies<\/strong>, Lund, 2005. n. 126. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.lucs.lu.se\/LUCS\/126\/LUCS.126.pdf\">www.lucs.lu.se\/LUCS\/126\/LUCS.126.pdf<\/a>&gt;. Acesso em: 18 mar. 2012.<\/div><\/div><\/li>\n\n\n\n<li>HOLMQVIST, K.; WARTENBERG, C. The role of local design factors for newspaper reading behaviour \u2013 an eye-tracking perspective. <strong>Lund University Cognitive Studies<\/strong>, Lund, 2005. n. 127. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.lucs.lu.se\/LUCS\/127\/LUCS.127.pdf\">http:\/\/www.lucs.lu.se\/LUCS\/127\/LUCS.127.pdf<\/a>&gt;. Acesso em: 25 mar. 2012.<\/li>\n\n\n\n<li><div><div>HOLSANOVA, J.; HOLMBERG, N.; HOLMQVIST, K. <strong>Tracing Integration of Text and Pictures in Newspaper Reading<\/strong>. Lund, Su\u00e9cia: Lund University Cognitive Studies, 2005. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"http:\/\/www.lucs.lu.se\/LUCS\/125\/LUCS125.pdf\">http:\/\/www.lucs.lu.se\/LUCS\/125\/LUCS125.pdf<\/a>&gt;. Acesso em: 29 mar. 2012.<\/div><\/div><\/li>\n\n\n\n<li><div><div>OLMBERG, N. <strong>Eye movement patterns and newspaper design factors. An experimental approach<\/strong>. Lund: Lund University Cognitive Science, 2004. Master Thesis. Dispon\u00edvel em: &lt;<a href=\"www.humlab.lu.se\/resources\/publications\/studentpapers\/Holmberg_04.pdf\">www.humlab.lu.se\/resources\/publications\/studentpapers\/Holmberg_04.pdf<\/a>&gt;. Acesso em: 18 mar. 2012.<\/div><br \/><\/div><br \/><\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para onde olhamos quando estamos diante de uma p\u00e1gina impressa ou de uma obra visual? Esta quest\u00e3o preocupou artistas, pintores, estudiosos das artes visuais e jornalistas durante anos. 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