{"id":192,"date":"2010-11-14T12:41:59","date_gmt":"2010-11-14T15:41:59","guid":{"rendered":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/?p=192"},"modified":"2010-11-14T15:13:23","modified_gmt":"2010-11-14T18:13:23","slug":"como-redigir-projeto-de-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/2010\/11\/14\/como-redigir-projeto-de-pesquisa\/","title":{"rendered":"Como redigir projeto de pesquisa"},"content":{"rendered":"<p><!-- p { margin-bottom: 2.12mm; }h1 { margin-bottom: 2.12mm; }h1.western { font-family: \"Liberation Sans\"; font-size: 16pt; }h1.cjk { font-family: \"DejaVu Sans\"; font-size: 16pt; }h1.ctl { font-family: \"Lohit Hindi\"; font-size: 16pt; }h2 { margin-bottom: 2.12mm; }h2.western { font-family: \"Liberation Sans\"; font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.cjk { font-size: 14pt; font-style: italic; }h2.ctl { font-family: \"Lohit Hindi\"; font-size: 14pt; font-style: italic; }h3 { margin-bottom: 2.12mm; }h3.western { font-family: \"Liberation Sans\"; }h3.ctl { font-family: \"Lohit Hindi\"; } --><a href=\"http:\/\/www.editoraatlas.com.br\/Atlas\/webapp\/detalhes_produto.aspx?prd_des_ean13=9788522431694\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-full wp-image-195\" title=\"gil-projeto-de-pesquisa\" src=\"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/files\/2010\/11\/gil-projeto-de-pesquisa.gif\" alt=\"\" width=\"188\" height=\"225\" \/><\/a>Cap\u00edtulo do livro de <a href=\"http:\/\/www.editoraatlas.com.br\/Atlas\/webapp\/detalhes_produto.aspx?prd_des_ean13=9788522431694\">Antonio Carlos Gil, Como elaborar projetos de pesquisa<\/a>.<\/p>\n<h2>14.1 Como estruturar o projeto?<\/h2>\n<h3>14.1.1 Partes do projeto<\/h3>\n<p>Os projetos de pesquisa precisam ser comunicados. Logo, \u00e9 necess\u00e1rio que os pesquisadores se preocupem tamb\u00e9m com sua apresenta\u00e7\u00e3o formal.<\/p>\n<p>J\u00e1 foi visto no Cap\u00edtulo 1 que o projeto s\u00f3 pode ser definitivamente elaborado quando se t\u00eam os objetivos bem determinados, assim como o plano de coleta e an\u00e1lise de dados e a previs\u00e3o dos recursos necess\u00e1rios para sua viabiliza\u00e7\u00e3o. Por conseguinte, a reda\u00e7\u00e3o do projeto exige que se disponha de informa\u00e7\u00f5es seguras acerca de todos esses t\u00f3picos. Pode ocorrer, no entanto, que em algumas situa\u00e7\u00f5es se fa\u00e7a necess\u00e1rio apresentar por escrito as inten\u00e7\u00f5es de pesquisa. Nestas situa\u00e7\u00f5es, redige-se um projeto provis\u00f3rio, que mais adequadamente deve ser denominado ante-projeto.<\/p>\n<p>Como as pesquisas diferem bastante entre si, n\u00e3o pode haver, naturalmente, um modelo fixo para reda\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio. Contudo, \u00e9 poss\u00edvel definir um esquema capaz de abranger a maioria dos t\u00f3picos que habitualmente aparecem nos projetos de pesquisa. Este esquema inclui as partes:<\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li>apresenta\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>objetivos;<\/li>\n<li>justificativa;<\/li>\n<li>sistema \tconceitual;<\/li>\n<li>teorias de \tbase;<\/li>\n<li>metodologia;<\/li>\n<li>suprimentos e \tequipamentos;<\/li>\n<li>custos do \tprojeto e origem dos recursos;<\/li>\n<li>cronograma;<\/li>\n<li>anexos; e<\/li>\n<li>bibliografia.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>14. 1.2 Identifica\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Nesta primeira parte s\u00e3o apresentados os dados essenciais \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o do projeto, quais sejam:<\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li>t\u00edtulo e \tsubt\u00edtulo (se houver);<\/li>\n<li>entidade \u00e0 \tqual se destina o projeto;<\/li>\n<li>entidade \texecutora;<\/li>\n<li>coordenador.<\/li>\n<li>equipe t\u00e9cnica;<\/li>\n<li>local; e<\/li>\n<li>data.<\/li>\n<\/ol>\n<p>De modo geral esta apresenta\u00e7\u00e3o n\u00e3o exige mais do que uma p\u00e1gina a p\u00e1gina de rosto.<\/p>\n<h3>14.1.3 Objetivos<\/h3>\n<p>Nesta parte, indica-se o que \u00e9 pretendido com o desenvolvimento da pesquisa e quais os resultados que se procura alcan\u00e7ar.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o dos objetivos varia significativamente em fun\u00e7\u00e3o da natureza do projeto. Nos projetos de pesquisa rigidamente cient\u00edfica, assim como naqueles elaborados para fins acad\u00eamicos, cabe identificar claramente o problema, apresentar sua delimita\u00e7\u00e3o (em termos conceituais, espaciais e temporais) bem como apresentar as hip\u00f3teses a serem testadas (quando for o caso).<\/p>\n<p>Nos projetos destinados \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o de problemas mais pr\u00e1ticos, geralmente procede-se \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o do objetivo geral e dos objetivos espec\u00edficos. Isto \u00e9 bastante comum  nos projetos de pesquisas caracterizadas como levantamentos.<\/p>\n<h3>14.1.4 Justificativa<\/h3>\n<p>A justificativa consiste na apresenta\u00e7\u00e3o, de forma clara e sucinta, das raz\u00f5es de ordem te\u00f3rica e\/ou pr\u00e1tica que justificam a realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa.<\/p>\n<p>No caso de pesquisas de natureza cient\u00edfica ou acad\u00eamica, a justificativa deve indicar:<\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li>o est\u00e1gio de \tdesenvolvimento dos conhecimentos referentes ao tema;<\/li>\n<li>as \tcontribui\u00e7\u00f5es que a pesquisa pode trazer com vistas a proporcionar \trespostas aos problemas propostos ou a ampliar as formula\u00e7\u00f5es \tte\u00f3ricas a esse respeito;<\/li>\n<li>a relev\u00e2ncia \tsocial do problema a ser investigado;<\/li>\n<li>a possibilidade \tde sugerir modifica\u00e7\u00f5es no \u00e2mbito da realidade abarcada pelo \ttema.<\/li>\n<\/ol>\n<p>No caso de pesquisas de natureza pr\u00e1tica, a justificativa deve considerar os objetivos da institui\u00e7\u00e3o e os benef\u00edcios que os resultados da pesquisa poder\u00e3o proporcionar.<\/p>\n<p>Os cuidados com a elabora\u00e7\u00e3o da justificativa devem ser redobrados no caso de pesquisas para as quais se solicita algum tipo de financiamento, j\u00e1 que a entidade financiadora necessita de boas raz\u00f5es para justificar o investimento.<\/p>\n<h3>14.1.5 Sistema conceitual<\/h3>\n<p>O estabelecimento do sistema conceitual \u00e9 exigido em projetos de pesquisa que tratam de temas complexos.<\/p>\n<p>Nestes casos, toma-se necess\u00e1rio definir de forma clara e precisa os conceitos contidos no problema e nas hip\u00f3teses. Em muitos casos conv\u00e9m ainda esclarecer acerca do sistema que determinou a classifica\u00e7\u00e3o conceitual adotada.<\/p>\n<p>Deve ficar claro, por\u00e9m, que muitos projetos de pesquisa n\u00e3o exigem o detalhamento do sistema conceitual, por se referirem a problemas e hip\u00f3teses cujas refer\u00eancias emp\u00edricas s\u00e3o imediatas. \u00c9 o caso, por exemplo, de uma pesquisa que tenha por objetivo verificar como se distribuem num grupo as seguintes caracter\u00edsticas: sexo, idade, estado civil, naturalidade, n\u00edvel de escolaridade, ocupa\u00e7\u00e3o e sal\u00e1rio.<\/p>\n<h3>14.1.6 Teorias de base<\/h3>\n<p>Boa parte das pesquisas cient\u00edficas no campo da Psicologia, Sociologia, Antropologia, Ci\u00eancia Pol\u00edtica e Economia apoia-se em certos supostos te\u00f3ricos. Nestes casos, torna-se conveniente indicar a teoria ou as teorias que fornecem a orienta\u00e7\u00e3o geral da pesquisa.<\/p>\n<p>H\u00e1 que se considerar, no entanto, que nem sempre, na elabora\u00e7\u00e3o de um projeto de pesquisa cient\u00edfica, \u00e9 poss\u00edvel definir com clareza qual a teoria que lhe dar\u00e1 sustenta\u00e7\u00e3o. Muitas outras pesquisas s\u00e3o desenvolvidas sem que se possa identificar uma teoria que as sustente. Por essa raz\u00e3o, este item n\u00e3o aparece em muitos projetos de pesquisa.<\/p>\n<h3>14.1.7 Metodologia<\/h3>\n<p>A parte mais complexa na reda\u00e7\u00e3o de um projeto de pesquisa \u00e9 constitu\u00edda, geralmente, pela especifica\u00e7\u00e3o da metodologia a ser adotada. Diversos itens podem aqui ser considerados, conforme a extens\u00e3o e a complexidade da pesquisa. De maneira bem abrangente, podem ser considerados os seguintes componentes:<\/p>\n<ol type=\"a\">\n<li>tipo de \tdelineamento;<\/li>\n<li>operacionaliza\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis;<\/li>\n<li>amostragem;<\/li>\n<li>t\u00e9cnicas de \tcoleta de dados;<\/li>\n<li>tabula\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>an\u00e1lise dos \tdados; e<\/li>\n<li>forma do \trelat\u00f3rio.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>14.1.8 Suprimentos e equipamentos<\/h3>\n<p>Nesta parte, devem ser indicados de maneira detalhada os suprimentos e equipamentos necess\u00e1rios para a realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa. Estes equipamentos e suprimentos variam consideravelmente de acordo com o tipo de pesquisa. Dentre os diversos itens que podem ser considerados, citam-se:<\/p>\n<ul>\n<li>question\u00e1rios;<\/li>\n<li>formul\u00e1rios;<\/li>\n<li>impressos \tespeciais para registro;<\/li>\n<li>manuais de \tinstru\u00e7\u00e3o para os pesquisadores;<\/li>\n<li>manuais de \ttabula\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>equipamentos \tde registro (l\u00e1pis, canetas etc.);<\/li>\n<li>pastas;<\/li>\n<li>brindes para \tos entrevistados.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>14.1.9 Custo do projeto e origem dos recursos<\/h3>\n<p>O projeto deve apresentar uma estimativa dos custos da pesquisa. Uma forma pr\u00e1tica consiste em reunir os gastos previstos em v\u00e1rios itens, que, por sua vez, s\u00e3o agrupados em duas categorias: gastos com pessoal e gastos com material (ver item 13.3).<\/p>\n<p>Ser\u00e1 conveniente, ainda, indicar a proveni\u00eancia dos recursos. Se s\u00e3o pr\u00f3prios ou de origem externa. Nesta hip\u00f3tese conv\u00e9m, ainda, indicar o nome da institui\u00e7\u00e3o patrocinadora e a natureza do cr\u00e9dito ou do financiamento.<\/p>\n<h3>14. 1.10 Cronograma<\/h3>\n<p>O projeto deve esclarecer acerca do tempo necess\u00e1rio ao desenvolvimento da pesquisa. Conv\u00e9m que seja indicado o tempo correspondente acada uma das fases da pesquisa. E n\u00e3o se pode esquecer que muitas das atividades s\u00e3o desempenhadas simultaneamente pelos membros da equipe.<\/p>\n<p>Uma maneira pr\u00e1tica de representar o tempo a ser despendido no desenvolvimento da pesquisa \u00e9 mediante a elabora\u00e7\u00e3o de um cronograma (ver item 13.2).<\/p>\n<h3>14.1.11 Anexos<\/h3>\n<p>Devem ser anexados ao projeto de pesquisa modelos dos instrumentos a serem utilizados para a coleta de dados, tais como: formul\u00e1rios, question\u00e1rios e escalas de atitudes. Dispensam-se da observa\u00e7\u00e3o deste requisito as pesquisas que utilizam testes psicol\u00f3gicos ou instrumentos n\u00e3o padronizados de coleta de dados.<\/p>\n<p>Devem ainda ser anexados modelos de outros materiais impressos,tais como: manuais de instru\u00e7\u00e3o, mapas das \u00e1reas de investiga\u00e7\u00e3o, material estat\u00edstico utilizado como base para sele\u00e7\u00e3o de amostras etc.<\/p>\n<h3>14.1.12 Bibliografia<\/h3>\n<p>Nos projetos de pesquisa cient\u00edfica ou acad\u00eamica devem ser relacionados os livros, artigos e outras publica\u00e7\u00f5es consultadas, bem como todas as fontes bibliogr\u00e1ficas de potencial interesse para o desenvolvimento da pesquisa. Nas pesquisas orientadas para fins pr\u00e1ticos pode tamb\u00e9m ser conveniente a apresenta\u00e7\u00e3o da bibliografia, sobretudo quando o tema considerado for complexo. J\u00e1 nas pesquisas desenvolvidas a partir de rotinas preestabelecidas, o item bibliografia pode ser dispensado.<\/p>\n<h2>14.2 Como apresentar o projeto?<\/h2>\n<p>A forma de apresenta\u00e7\u00e3o de um projeto varia de pesquisador para pesquisador. Os institutos de pesquisa, entretanto, tendem a adotar f\u00f3rmulas padronizadas para apresenta\u00e7\u00e3o de projetos de pesquisa. Isto facilita os trabalhos de elabora\u00e7\u00e3o, discuss\u00e3o e aprova\u00e7\u00e3o do projeto. Todavia, a excessiva padroniza\u00e7\u00e3o em muitas situa\u00e7\u00f5es pode ser prejudicial. \u00c9 ocaso, por exemplo, dos projetos de pesquisa de cunho explorat\u00f3rio, onde n\u00e3o se toma poss\u00edvel, a priori, determinar como se processar\u00e1 a pesquisa. Pode ser, ainda, o caso de certos projetos de natureza estritamente cient\u00edfica que se revestem de caracter\u00edsticas t\u00e3o espec\u00edficas que qualquer tentativa de enquadr\u00e1-los num modelo r\u00edgido servir\u00e1 para torn\u00e1-los menos esclarecidos.<\/p>\n<p>A despeito, por\u00e9m, da flexibilidade quanto \u00e0 apresenta\u00e7\u00e3o de projetos, a elabora\u00e7\u00e3o de modelos toma-se bastante \u00fatil. Por essa raz\u00e3o, anexos a este cap\u00edtulo s\u00e3o apresentados dois modelos de elabora\u00e7\u00e3o de projetos. O primeiro aplic\u00e1vel a pesquisas acad\u00eamicas (doutoramento, mestrado, conclus\u00e3o de curso etc.) e o segundo a pesquisas de natureza pr\u00e1tica,notadamente de opini\u00e3o e de mercado.<\/p>\n<p>A escolha desses dois modelos deve-se ao fato de referirem-se \u00e0s pesquisas que mais habitualmente s\u00e3o desenvolvidas. E tamb\u00e9m porque, ainda que de modo bem geral, podem ser considerados como tipos extremos num cont\u00ednuo de complexidade.<\/p>\n<p>[<a href=\"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/files\/2010\/11\/GIL-Antonio-Carlos.-Como-redigir-projeto-de-pesquisa.pdf\">Leia o cap\u00edtulo completo com modelo de projeto de pesquisa<\/a>]<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os projetos de pesquisa precisam ser comunicados. Veja aqui como organizar formalmente s<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[],"class_list":["post-192","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-pesquisa"],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/192","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=192"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/192\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/meiradarocha.jor.br\/news\/tcc\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}