Frederico Westphalen,
17 de maio de 2010, 17h43min
, por José Antonio Meira da Rocha
Como tudo no universo, as páginas de uma publicação têm sua semiótica: a interpretação, pelo observador, da linguagem própria das páginas, formada por:
- Seus atributos de página (suas definições no dicionário da linguagem) e
- Regras de combinação e relacionamento dos atributos (a gramática da linguagem).
Neste artigo, mostro como trabalhar com esta linguagem: como criar um documento Scribus e dividir as páginas com grade de modulação comercial e editorial. Continue lendo ‘Como criar publicação e páginas com Scribus’ »
Frederico Westphalen,
7 de abril de 2010, 18h42min
, por José Antonio Meira da Rocha
Volta e meia, a cada número redondo que atinge, o impostômetro dos empresários paulistanos aparece nos noticiários. Impostômetro pra cá, impostômetro pra lá, o impostômetro é notícia em todos os noticiários da TV, rádio ou internet. Invariavelmente, vem junto a ladainha sobre alta carga tributária, gastos públicos, desperdício do dinheiro público.
Contraditório? Contextualizações? Comparações? Podem esquecer! A imprensona conservadora no Brasil não usa mais estas práticas obsoletas do jornalismo, conforme foi apregoado no fórum do Instituto Millenium de 2010. “Grande imprensa” agora é partido político, sugere Judith Brito, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ). É mais fácil divulgar informações falsas, como “o Brasil tem uma das maiores cargas tributárias do mundo”, do que fazer um site útil e decente como Where Does My Money Go.
O jornalista editor de TV Marco Aurélio Mello já desmascarou a parcialidade com uma história de redação que mostra a falta de metodologia do impostômetro e mostrou como a imprensona manipula informação.
Aqui, contextualizo os números do impostômetro. Já que William Homer e Joelmir Beting não fazem o trabalho deles, eu faço. Aí abaixo está a comparação de arrecadação per capita em dezenas de países no mundo, com dados de 2009. Continue lendo ‘A impostura do impostômetro’ »
Frederico Westphalen,
30 de março de 2010, 15h38min
, por José Antonio Meira da Rocha
O sistema operacional Linux oferece melhor qualidade na gravação de TV que o Windows. Basta se estudar um pouco para dominar os segredos de ajustes por linha de comando dos programas de gravação.
No ambiente Windows, os melhores programas para se gravar TV são o VirtualDub e o VirtualVCR com os codecs FFdshow. Para se conseguir boa qualidade no vídeo gravado da TV é necessário se fazer o desentrelaçamento dos dois campos que formam a imagem de TV. São poucos os codecs que oferecem este recurso com boa qualidade. Nos programas baratos que acompanham as placas de TV, o desentrelaçamento é feito por interpolação das linhas dos dois campos. Isto provoca o “borramento” vertical das imagens, como se a câmera estivesse míope, fora de foco. Continue lendo ‘Gravando TV com Linux Ubuntu’ »
Frederico Westphalen,
14 de fevereiro de 2010, 15h55min
, por José Antonio Meira da Rocha
Qual TV por assinatura tem maior custo-benefício? Neste artigo, comparei os planos básicos de duas novas jogadoras na área de TV por assinatura DTH (Direct To Home, por satélite).
Abaixo está a grade de canais dos planos básicos da Via Embratel e da Oi TV, empresas que apresentam cobertura em quase todo o Brasil. Não estão incluídos os canais abertos disponíveis em parabólica analógica (Satélite Star One). Não incluí a Sky porque o seu plano básico começa em R$ 104,90 e a intenção é comparar planos baratos. Continue lendo ‘Compare TV por satélite: Via Embratel e Oi TV’ »