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	<title>Meira da Rocha</title>
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	<description>Jornalismo Online, Planejamento Gráfico, Mídias Digitais</description>
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		<title>Data Journalism: torres de celular gaúchas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 May 2012 02:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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Mapa das torres de celular no Rio Grande do Sul feito no Google Fusion Tables com técnicas de Data Journalism. Acessei o site de mapas &#8220;Estação Radiobase&#8221;da Anatel, conforme dica...]]></description>
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<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2741"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/05/torres-celular-rs-brasil.jpg"><img src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/05/torres-celular-rs-brasil-300x217.jpg" alt="" title="torres-celular-rs-brasil" width="300" height="217" class="alignright size-medium wp-image-2742" /></a><a href="https://www.google.com/fusiontables/DataSource?snapid=S486564nLqd">Mapa das torres de celular no Rio Grande do Sul</a> feito no Google Fusion Tables com técnicas de <strong>Data Journalism</strong>.</p>
<p>Acessei o site de mapas &#8220;Estação Radiobase&#8221;da Anatel, conforme dica da lista Transparência Hacker:</p>
<p><a href="http://sistemas.anatel.gov.br/stel/consultas/ListaEstacoesLocalidade/tela.asp?pNumServico=010" target="_blank">http://sistemas.anatel.gov.br/<wbr>stel/consultas/</wbr><wbr>ListaEstacoesLocalidade/tela.</wbr><wbr>asp?pNumServico=010</wbr></a></p>
<p>Escolhi RS e cliquei em Exportar Excel. O sistema da Anatel está bugado (Que surpresa! A Anatel não funciona direito!). Retorna um arquivo chamado &#8220;tela.asp&#8221;. ASP é coisa da Microsoft! Só podia!</p>
<p>Baixei o arquivo estranho, abri com o Notepad++ (rodando em Wine no meu Ubuntu) e vi que era um HTML, mas sem o cabeçalho.</p>
<p>Consegui reformatar os dados assim:</p>
<ol>
<li>Editei e coloquei &lt;html&gt;&lt;head&gt; no início. Mudei a extensão para .html e abri no navegador (<strong>Por isto jornalista deve saber HTML</strong>). Os dados das torres de telefonia celular estão em uma tabela HTML.</li>
<li>Copiei a página HTML inteira e colei no Notepad++ (rodando em Wine). Dessa maneira, os dados são colados como texto separado por tabulações. Um bom formato, para começar.</li>
<li>Copiei todo o texto do Notepad++ e colei no LibreOffice Calc. Este meio-campo pelo Notepad++ elimina células mescladas que surgem quando eu colo diretamente no LibreOffice.</li>
<li>Inseri uma coluna &#8220;A&#8221; onde colei o nome das operadoras (em linguagem de banco de dados, criei um campo &#8220;Operadora&#8221;).</li>
<li>Apaguei os dados das operadoras no início de cada bloco de estações.</li>
<li>Para deixar as coordenadas de latitude e longitude no formato aceito pelo <strong>Google Fusion Tables</strong>, criei colunas auxiliares ao lado das colunas de latitude e longitude com a fórmula para converter as medidas de graus-minutos-segundos-décimos para graus-décimos:<br />
Para latitude: =CONCATENAR(SE(EXT.TEXTO(H2;3;1)=&#8221;<strong>S</strong>&#8220;;&#8221;-&#8221;;&#8221;");EXT.TEXTO(H2;1;2)+(EXT.TEXTO(H2;4;2)+CONCATENAR(EXT.TEXTO(H2;6;2);&#8221;,&#8221;;EXT.TEXTO(H2;8;2))/60)/60)<br />
Para longitude: =CONCATENAR(SE(EXT.TEXTO(J2;3;1)=&#8221;<strong>W</strong>&#8220;;&#8221;-&#8221;;&#8221;");EXT.TEXTO(J2;1;2)+(EXT.TEXTO(J2;4;2)+CONCATENAR(EXT.TEXTO(J2;6;2);&#8221;,&#8221;;EXT.TEXTO(J2;8;2))/60)/60)<br />
Substitua H2 e J2 pela coluna onde estiverem, respectivamente, a latitude e longitude no formato &#8220;Anatel&#8221;.<br />
(<strong>Por isto jornalista deve saber mexer com planilhas</strong>)
</li>
<li>Copiei a tabela e colei no Notepad++ para obter as coordenadas em números. Acho que o Google Fusion não faz os cálculos das fórmulas acima.</li>
<li>Ainda para deixar os dados de acordo com o Fusion, substituí a vírgula decimal pelo ponto decimal com a expressão regular &#8220;([0-9][0-9]),&#8221; e &#8220;(\t[0-9]),&#8221; substituída por &#8220;\1.&#8221;  (não consegui usar ponto decimal no Calc. O padrão brasileiro é vírgula decimal).<br />
(<strong>por isto jornalista deve saber linguagens de computador. Neste caso, a linguagem chama-se Expressões Regulares. É uma maneira de filtrar texto.</strong>)</li>
<li>Gravei em formato de Valores Separados por Vírgula &#8212; CSV (<strong>Por isto jornalista deve conhecer formatos de arquivo</strong>) e mandei para o Google Fusion (&#8220;Criar &gt; Mais &gt; Tabela (beta)&#8221; no Google Disc), indicando TAB como separador e eliminando as colunas de coordenadas inválidas fornecidas pela Anatel.</li>
<li>Depois de uploudar para o Fusion, editei as colunas de latitude e longitude, definindo-as como tipo &#8220;Location&#8221;, e passei a visualização para Map.</li>
</ol>
<p>Agora, posso embutir o mapa em páginas jornalísticas.</p>
<p><iframe width="600" height="600" scrolling="no"  src="https://www.google.com/fusiontables/embedviz?viz=MAP&#038;q=select+col8+from+3804440+&#038;h=false&#038;lat=-30.25296694911175&#038;lng=-53.19222856426245&#038;z=7&#038;t=3&#038;l=col8"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Como usar técnicas de aprendizado-videogame através do Moodle: módulo tipo &#8220;Lição&#8221;.</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Apr 2012 21:09:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Moodle]]></category>

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<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/04/licao-moodle.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2721" title="licao-moodle" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/04/licao-moodle-300x226.jpg" alt="" width="300" height="226" /></a>Estou aplicando em aula técnicas do que se chama de <strong>aprendizado-videogame</strong>. É o uso de recursos de videogame no ensino-aprendizado. Identifiquei algumas características dos videogames, uma das atividades mais atraentes do mundo moderno, e aplico em aulas, normalmente entre as atividades mais chatas do mundo moderno. Entre estas características, estão:</p>
<ul>
<li><strong>Retorno imediato.</strong> O aluno-jogador deve saber imediatamente se acertou ou errou.</li>
<li><strong>Repetição.</strong> O aluno-jogador deve poder repetir a tarefa até acertar. A repetição leva à perfeição.</li>
<li><strong>Pontuação.</strong> &#8220;Vale nota&#8221;, sempre. Estudante adora nota. Qualquer coisa vale nota, e o estudante sempre sabe sua pontuação.</li>
<li><strong>Fases.</strong> O aprendizado é formado pela superação de pequenos problemas e de um grande problema no final de fase.</li>
</ul>
<p>Para isto, acho muito útil o sistema gerenciador de aprendizado Moodle, mesmo como suporte de aulas presenciais. Ele tem diversos tipos de atividades perfeitas para o aprendizado-videogame.</p>
<p>Por exemplo, toda disciplina de graduação tem textos básicos que devem ser lidos. Normalmente, o professor se certifica de que os textos foram lidos pedindo resenhas ou resumos. Mas isto exige muito trabalho por parte do professor, para correção. Na prática, o professor nem chega a olhar a resenha, apenas verifica que foi feita e dá nota.</p>
<p>Para substituir esta metodologia de forma produtiva, eu uso o módulo do tipo &#8220;Lição&#8221; do Moodle. Divido um capítulo de livro em várias partes, e coloco questões de múltipla escolha no final de cada bloco de texto. Coloco quatro questões certas e uma errada, e peço para o estudante assinalar a resposta errada, para obrigar a leitura de mais assertivas corretas. As respostas são embaralhadas sempre que são apresentadas. Não há como &#8220;colar&#8221; perguntando a ordem das questões para os colegas. Se errar, o estudante pode voltar e tentar de novo. A pontuação é a média de tentativas.</p>
<p>A correção é automática pelo sistema Moodle e a resposta sai na hora, no final da lição. O <em>feedback</em> imediato é importante no aprendizado-videogame, assim como a repetição do teste. Pela repetição, é maior a fixação dos conteúdos.</p>
<p>Levo umas oito horas para preparar uma lição de oito páginas. Faço o escaneamento e OCR dos textos de livros; faço as correções do texto e reformatação de parágrafos, sempre necessários depois do OCR; divido em partes; desenvolvo as questões para cada texto; formato de uma maneira especial para ser importado como &#8220;Lição&#8221; pelo Moodle (formato GIFT); depois de importada a lição, insiro ilustrações e formato com negritos, itálicos etc.</p>
<p>É uma trabalheira, mas a lição dura vários anos. Nunca mais precisarei refazê-la. Assim, meu banco de Lições vai aumentando de ano para ano.</p>
<h3>Gamefication</h3>
<p><a href="http://www.edutopia.org/blog/games-for-learning-community-resources-andrew-miller">Andrew Miller</a> tem estudado esta <em>gamefication</em>, isto é, a aplicação de princípios de <em>games</em> em atividades que não são jogos:</p>
<blockquote><p>In terms of education, gameification has the capacity to completely transform the way students learn, how we assess them, and the criteria for success. Instead of a singular lesson, we are really changing the structure and paradigm of learning the classroom. Terry Heick did a great <a href="http://www.edutopia.org/blog/gamification-education-terrell-heick">blog</a> on the subject, and I describe <a href="http://www.edutopia.org/blog/video-game-model-unit-andrew-miller">overall structures</a> and <a href="http://www.edutopia.org/blog/gamification-game-based-learning-unit-andrew-miller">give further tips</a> in two separate blogs about using the video game model to build units of instruction. Dr. Judy Willis gives some great <a href="http://www.edutopia.org/blog/how-to-plan-instruction-video-game-model-judy-willis-md">specific tips</a> as well. <a href="http://www.youtube.com/watch?v=iynzHWwJXaA&amp;feature=youtu.be" target="_blank">3D Game Lab</a> has even created a tool and professional development to help you gamify your classroom!</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<ul>
<li><a href="http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2011/10/18/879261/como-ensinar-usando-modelo-videogame.html">Como ensinar usando o modelo de videogame</a>.</li>
<li><a href="http://www.edutopia.org/blog/games-for-learning-community-resources-andrew-miller">A New Community and Resources for Games for Learning</a></li>
<li><a href="http://www.edutopia.org/blog/gamification-education-terrell-heick">The Gamification of Education: What School Can Learn from Video Games</a></li>
<li><a href="http://www.edutopia.org/blog/gamification-game-based-learning-unit-andrew-miller">Get Your Game On: How to Build Curriculum Units Using the Video Game Model</a></li>
<li><a href="http://www.edutopia.org/blog/how-to-plan-instruction-video-game-model-judy-willis-md">How to Plan Instruction Using the Video Game Model</a></li>
</ul>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/07/18/course-jornalismo-digital/" rel="bookmark" class="crp_title">Course Moodle: Jornalismo Digital</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/02/o-que-observar-em-um-learning-management-system-lms/" rel="bookmark" class="crp_title">O que observar em um Learning Management System (LMS)?</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/08/10/delatando-os-blogueiros-mancomunados-com-a-delatora-de-blogueiros/" rel="bookmark" class="crp_title">Delatando os blogueiros mancomunados com a delatora de blogueiros</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/05/25/a-morte-do-second-life-na-educacao/" rel="bookmark" class="crp_title">A morte do Second Life e a educação</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/01/02/como-hifenizar-urls-e-outras-duvidas-em-libreoffice/" rel="bookmark" class="crp_title">Como hifenizar URLs e outras dúvidas em LibreOffice</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/01/16/como-importar-posts-de-blogs-para-o-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Como importar posts de blogs para o Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/03/01/google-bomb-linca-luiz-nassif-ao-esgoto-veja/" rel="bookmark" class="crp_title">Google Bomb linca Veja à denúncia de Luis Nassif</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aprendizagem a Distância: dos Mitos às Evidências Científicas</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2012/03/28/mitos-contra-educacao-a-distancia/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 15:13:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>

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<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2693"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><strong><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/03/caros-amigos-fev-2010.png"><img class="alignright size-full wp-image-2694" title="caros-amigos-fev-2010" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/03/caros-amigos-fev-2010.png" alt="caros-amigos-fev-2010" width="200" height="250" /></a>Na edição de outubro de 2011 a revista Caros Amigos publicou a matéria &#8220;Ensino a distância rebaixa a qualidade da educação no país&#8221; da jornalista Lúcia Rodrigues. A ABED enviou para os editores da revista, resposta esperando a publicação da mesma, contudo não recebemos a atenção do direito de resposta. Por este motivo divulgamos a seguir o link matéria publicada e a resposta da ABED sobre a matéria.</strong></p>
<p><strong> <a href="http://sender3aclick.mailsender.com.br/Redir?ae14ff182b4664b324ec96e9803d4f42&amp;fb81f5c4dd9eb0c2f86329424cca9b13" target="_blank">Revista Caros amigos : &#8220;</a><a href="http://sender3aclick.mailsender.com.br/Redir?ae14ff182b4664b324ec96e9803d4f42&amp;fb81f5c4dd9eb0c2f86329424cca9b13" target="_blank">Ensino a Distância rebaixa qualidade da educação no país&#8221;</a></strong></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><a href="http://carosamigos.terra.com.br/index2/index.php/component/content/article/157-edicao-175/2069-ensino-a-distancia-rebaixa-qualidade-da-educacao-no-pais" target="_blank"><span style="font-size: x-small;">http://carosamigos.terra.com.<wbr>br/index2/index.php/component/</wbr><wbr>content/article/157-edicao-</wbr><wbr>175/2069-ensino-a-distancia-</wbr><wbr>rebaixa-qualidade-da-educacao-</wbr><wbr>no-pais</wbr></span></a></span></p>
<hr />
<p><strong>CAROS AMIGOS &#8211; A resposta 14/11/2011 </strong></p>
<h2>Aprendizagem a Distância: dos Mitos às Evidências Científicas</h2>
<p><em>por Fredric M. Litto </em></p>
<p>O Brasil cresce lenta, mas continuamente, na mira de uma posição de real destaque entre as nações. Porém, cinco séculos de atraso no setor educacional no país dão evidências dos fatores que prejudicaram a criação de uma força de trabalho cuja qualificação plena poderia nos igualar aos países lideres. Enquanto o Brasil registra apenas 13% dos seus jovens de 18 a 24 anos matriculados no ensino superior, Argentina, Chile e Bolívia gozam de porcentagens acima dos 30%. Países da Europa, América do Norte e Ásia ostentam taxas que vão de 60% a 85% (esta última da Coreia do Sul). Enquanto houver ceticismo e desinteresse do governo, com a cumplicidade da mídia, o Brasil não terá a mão de obra qualificada para sustentar suas próprias necessidades internas na oferta de qualidade de vida social e de realização profissional para todos os seus cidadãos. Por exemplo, até faltam caminhoneiros hoje porque um segmento significativo desses profissionais é incapaz de operar computadores, instrumentos necessários para receber e dar instruções e informação.</p>
<p>Para incluir mais pessoas nos programas de educação formal, não formal e informal, muitas vozes estão recomendando o aumento do uso de “aprendizagem a distância”, modalidade educacional que normalmente significa separação física entre o professor (ou outra fonte de informação e conhecimento) e o aprendiz. Seja empregando material impresso distribuído via correio, seja pelo uso de rádio, televisão, audiocassetes, DVDs ou internet, a aprendizagem a distância é conhecida, de longa data, por sua capacidade de alcançar indivíduos em lugares remotos, oferecendo acesso ao conhecimento básico e avançado, certificando os alunos cuja competência deve se provar equivalente aos conhecimentos obtidos. Mesmo com essa característica de democratização do saber, há críticos à modalidade militando contra seu uso no país. Raramente dando exemplos, baseando-se essencialmente em criticas capciosas de características que não são exclusivas à modalidade, eles revelam sua incapacidade de entender o significado das tecnologias de ruptura que estão mudando a sociedade atual. Confusos e desorientados quanto às novas possibilidades de comunicação, à alteração de papéis (sociais, profissionais) e ao poder de indivíduos, grupos e instituições públicas e privadas, devido à força transformadora das novas tecnologias, eles tentam deter a implantação de novos métodos de ensinar, de aprender e de trabalhar.</p>
<p>Bem conhecido entre aqueles que leem muito é o delicioso xingamento, supostamente atribuído aos chineses, “Que você viva em tempos interessantes!”, cuja sutileza sugere que o destinatário do epíteto sofra o flagelo do ceticismo reacionário, da ansiedade e do terror provocados por mudanças importantes na sociedade, a exemplo do pique de várias civilizações que romperam com seu passado: os árabes criaram engenhos de grande complexidade baseados em princípios avançados de física e mecânica; os chineses aperfeiçoaram armas de guerra. Países e épocas deixaram suas marcas: a Itália, na Renascença; o Reino Unido na Revolução Industrial. Nos Estados Unidos, quando automóveis começaram a ser desenvolvidos, o escárnio chegou com os carroceiros (“Arranja um cavalo!!”) e quando ganharam impulso as pesquisas com células-tronco, um presidente ignorante decidiu proibir legalmente seu avanço. Por que no Brasil haveria de ser diferente? Foi o último país a abolir a escravidão. Não bastasse nossa burocracia cartorial, escrivães resistiram em aceitar máquinas de escrever (“Só o próprio punho serve!!”, gritaram). Oswaldo Cruz sofreu um linchamento moral pela mídia ao se empenhar em campanhas contra a febre amarela. Também aqui grandes blocos de educadores em todos os níveis lutaram contra a introdução de computadores na aprendizagem.</p>
<p>Cientificamente, a resistência a mudanças implica numa configuração de neurônios em cada indivíduo, determinando se será um “progressivo” (receptivo a mudanças, reconhecendo a possibilidade de redução de esforços físicos, a ampliação de oportunidades para adquirir novos e diversos conhecimentos), ou um “mantenedor do <em>status quo</em>” (aquele que insiste em submeter sua vida a um “steady-state” (estado-contínuo), ou seja, quanto mais estático melhor. Faltando-lhes a capacidade de empatia, estes últimos também são partidários do retrocesso na vida dos outros (como o eunuco que, não podendo sentir certos prazeres, não quer que outros o sintam).</p>
<p>Mundialmente, aqueles que estudam a tecnologia educacional procuram a inovação apropriada (praticidade, eficiência, custo-benefício) de avanços tecnológicos, a fim de não engessar, regimentar, automatizar, ou desumanizar a aprendizagem. O propósito é aprofundar a compreensão, estender o alcance do aluno a fontes de informação e de conhecimento além das fronteiras naturais, políticas, econômicas e ideológicas. Quando especialistas nesse ramo de investigação se encontram em conclaves acadêmicos, relatam que parece existir um fenômeno curioso entre educadores em geral: 20% são progressivos, querem experimentar novidades tecnológicas que possam aperfeiçoar sua meta de levar alunos a novos patamares de compreensão; 20% são conservadores, pois não apenas resistem a qualquer oferta de experimentação, como também encetam campanhas difamatórias, promovem diatribes sem fundamentação ética, científica ou a necessária evidência fatual—o que também se exige de jornalistas sérios, que se obrigam a apurar resultados de pesquisas, a investigar os exemplos majoritariamente de sucesso, a despeito dos recalcitrantes e a ouvir todos os lados envolvidos. O restante, 60%, são educadores considerados “normais”, relativamente flexíveis e abertos &#8211; dependendo da direção dos ventos&#8212;sindicatos progressivos ou regressivos; burocratas educacionais paranoicos, obcecados com “comando e controle”, autores de ondas de regulamentação para justificar seu poder e seus empregos; e governistas com visão real do futuro ou “políticos carreiristas” interessados apenas em ser reeleitos.</p>
<p>Herdeiros de uma tradição educacional precária, sem originalidade e elitista, desconhecedores de línguas estrangeiras, cujo domínio lhes permitiria(?) acompanhar estreitamente as inovações científicas, tecnológicas e culturais desenvolvidas em países que se destacaram em inovações, muitos brasileiros imaginam que suas próprias crenças e seus valores são compartilhados universalmente. Uma vez que o ensino superior a distância entrou no país há menos de duas décadas, eles acham que ainda é algo temerariamente novo, há pouco tempo em fase experimental. A aprendizagem a distância no ensino superior começou mais de um século e meio atrás, no Reino Unido, quando a Universidade de Londres (fundada como “a universidade do povo”), criou, em 1858 o seu “Sistema Externo”, ou cursos por correspondência. Mahatma Gandhi (1869-1948), morando na colônia britânica da África do Sul, fez todo o curso de Direito numa época na qual um navio transportando o correio levava dois meses para transitar entre Londres e seu país. Nelson Mandela, prisioneiro na Cidade do Cabo por suas atividades contra o apartheid, também fez o curso de Direto a distância de Londres, mas foi impedido de obter o diploma, não conseguindo autorização para deixar a prisão a fim de realizar o exame final do curso que o habilitaria profissionalmente. Quatro ganhadores do Prêmio Nobel em ciências obtiveram seus bacharelados via Sistema Externo da Universidade de Londres. Vale lembrar que T.S. Eliot, o mais importante poeta de língua inglesa no século XX, foi professor dos cursos desse Sistema, de 1916 a 1919.</p>
<p>A partir de 1870, em muitas instituições públicas na América do Norte, cursos por correspondência levando a títulos acadêmicos foram ministrados com sucesso, e continuam sendo oferecidos até hoje via televisão e internet. Esse fato não apenas consolida o mérito dessa modalidade de aprendizagem, mas também sua crescente qualidade. Entre as instituições com “sistemas externos” podem ser citados, por exemplo, o renomado Instituto de Tecnologia de Massachusetts-MIT, as Universidades da Califórnia, Carolina do Norte (a mais antiga universidade pública dos Estados Unidos), Maryland (a maior universidade pública americana), Estadual de Nova York, Estadual da Pensilvânia, Nebraska, e muitas outras. No Reino Unido, Canadá, Austrália, Espanha, Alemanha, Noruega, Finlândia, Indonésia, China, Malásia, Paquistão, Índia, Turquia, Grécia, África do Sul há instituições <em></em><em>dual-mode</em> (oferecendo ensino superior presencial e a distância) ou <em></em><em>single-mode</em> (oferecendo apenas cursos mediados por tecnologia), mantidas pelo governo ou pela iniciativa privada. Se fosse tão nefasto, intrinsecamente tão sem-qualidade, como explicar esse sucesso?</p>
<p>Aqueles que criticam a aprendizagem a distância erram ao exigir uma educação com características elitistas para todos, algo não factível por razões econômicas (mundo afora, é raro encontrar instituições públicas que não cobram taxa de matrícula, muitas vezes proporcional à condição financeira dos candidatos, que se diferenciam pela capacitação intelectual e pelos interesses de engajamento profissional.. Os “elitistas” querem uma educação “oxfordiana” para cada estudante: reuniões individuais semanais ou mensais com seu tutor, um catedrático munido de cachimbo, sherry e refestelado em poltronas de couro. Faz bonito no cinema, mas quando é necessário atender milhões de aprendizes, é inviável.</p>
<p>Os países asiáticos perceberam, quarenta anos atrás, que uma nação moderna precisa, sim, de poucas instituições de altíssima qualidade para aqueles que demonstravam habilidades cognitivas privilegiadas. Paralelamente, outras instituições foram implantadas para qualificar os milhões de profissionais necessários para a manutenção de uma sociedade complexa e dinâmica. Seguindo o modelo criado em 1969 no Reino Unido, a Universidade Aberta (sem vestibular, mas com exigências acadêmicas rigorosas e, desde o início, oferecendo títulos acadêmicos tradicionais), servia de modelo à criação de outras instituições de sucesso, como a Universidade Nacional a Distância Indira Gandhi, atualmente com 3.200.000 estudantes cursando bacharelado, mestrado e doutorado. O Brasil resistiu em criar sua Universidade Aberta até poucos anos atrás, devido ao conservadorismo de educadores, burocratas educacionais e do próprio Congresso Nacional. Mas hoje a UAB tem 200.000 alunos, e espera-se que chegue a ultrapassar a marca de um milhão nos próximos anos. Gratuita, mas com um exame de admissão rigorosamente elaborado, e exigências acadêmicas obrigatoriamente sérias, a UAB representa uma das soluções para tirar o Brasil da sua estagnação na formação de profissionais em número e qualidade que o país merece.</p>
<p>Criticar sem oferecer soluções alternativas equivalentes e viáveis é o calcanhar de Aquiles daqueles que atacam a aprendizagem a distância. Se apenas a metade dos municípios brasileiros oferece ensino superior presencial, como dizer que tentativas de estender acesso aos estudos avançados através da EAD não sejam democráticas? Qual é a alternativa? Se mais de 10% da população brasileira inclui cidadãos com necessidades especiais, então como criticar, sem ser hipócrita, o emprego da tecnologia para levar escolas e universidades até as casas desses conterrâneos? Se a maioria dos universitários que estuda a distância distingue-se como “pobre”, então esse fator de inclusão deveria ser motivo de júbilo, e não um argumento para denegrir a modalidade. É lamentável que as elites do país nunca tenham se esforçado na procura de excelência em todos os setores. “O ótimo é inimigo do bom!” é a racionalização que prevalece na cultura. Entre os exemplos brasileiros mais representativos que estudaram a distância estão Florestan Fernandes, celebrado sociólogo da USP, que cursou o ensino médio na modalidade chamada “madureza”; a senadora Marina Silva, que fez o ensino médio através do Telecurso; e o deputado Vicentinho (Vicente Paulo da Silva), que completou o fundamental e o médio pelo mesmo projeto educativo via TV. São fatos indiscutíveis, positivos e indicativos do futuro.</p>
<p>Os críticos da aprendizagem a distância estão mentalmente engessados, presos a uma visão ultrapassada da educação, nostálgica e confusa. Percebendo que o paradigma educacional está em mudança no mundo todo, e incapazes, eles mesmos, de buscar novas formas de aprender e de trabalhar, revelam sintomas que podem ser agrupados sob a designação de síndrome de paralisia paradigmática.</p>
<p>“Sem o toque humano&#8230;.o corpo a corpo, carne e osso, com o professor&#8230;.o olho no olho&#8230;.como um educando poderá interagir com uma máquina?&#8230;qual a experiência que uma máquina poderá passar a um indivíduo?” Essas manifestações nostálgicas, apelações não convincentes às nossas emoções (<em></em><em>pathos</em>), ignoram a lógica dos fatos (<em>logos</em>): as novas gerações estão obtendo exatamente os reforços interativos afetivos e de companheirismo quando estudam a distância, usando as novas tecnologias de comunicação: netbooks, laptops, tablets, e i-phones. Em setembro de 2011, a empresa Cisco publicou os resultados de uma pesquisa com recém egressos de universidades em 14 países sobre “suas preferências de mídia”. Relato de um terço dos entrevistados com acesso à Web: “a Internet era tão vital a eles quanto comida, água, ar e abrigo”; 50% afirmaram que, para eles, a internet não era tão importante&#8230;mas quase isso mesmo”. Entre universitários, 55% admitiram que “não poderiam viver sem a internet”, enquanto 62% dos recém-graduados e com empregos novos constataram a mesma relação com a tecnologia. Pesquisas feitas no Canadá como parte do Tele-Learning Program, revelaram que, quando um curso universitário on-line está bem produzido, a aprendizagem dos estudantes é mais eficaz do que na modalidade presencial. Por quê? Porque curso a distância é o resultado do trabalho de uma equipe de profissionais, e não de um único profissional, o professor (como no ensino feito presencialmente). Assim, a equipe garante um produto mais burilado, mais caprichado. Com as novas gerações de aprendizes coladas nas novas tecnologias, é pouco defensável a pretensa predominância de abordagens centenárias na aprendizagem.</p>
<p>Nostalgia tem seu lugar, sem dúvida. Da mesma forma que o cinema não substituiu o teatro, e a televisão não eliminou o cinema, teremos, no futuro, instituições oferecendo todo o espectro pedagógico-didático, do mais tradicional (provavelmente sem cachimbo!) ao mais automatizado (veja, por exemplo, a empresa norte-americana Rosetta Stone, nova no Brasil, especializada no ensino on-line, totalmente sem professor, virtual ou presencial, no ensino de idiomas estrangeiros—talvez não seja apropriada para todo mundo, mas já é um sucesso em muitos países).</p>
<p>Os críticos da aprendizagem a distância costumam ser falaciosamente genéricos em suas acusações, sem oferecer exemplos de “falta de qualidade” (e para serem convincentes, teriam que citar exemplos não encontrados também no ensino presencial no país). Inconformado com essas generalizações superficiais, em 2010 fiz um levantamento das reclamações de alunos brasileiros de aprendizagem a distância dirigidas ao Ministério da Educação &#8211; SEED-MEC, à Associação Brasileira de Estudantes de Educação a Distância - ABE-EAD e à Associação Brasileira de Educação a Distância &#8211; ABED. Os resultados, classificados por tipo de irregularidade acadêmica ou de consumidor, foram apresentados e analisados no meu capítulo “As Infrações que Prejudicam a Imagem de EAD”, no livro Educação a Distância &#8211; O Estado da Arte, Vol.2 (Fredric M. Litto e Marcos Formiga, orgs; São Paulo: Pearson, 2011; pp. 367-73). Recomendo a leitura desse elenco de “crimes”, de práticas censuráveis (e amplamente compartilhadas pelas instituições presenciais, públicas e privadas), a todos que querem criticar a aprendizagem a distância e dela não têm conhecimento.</p>
<p>Tratar a aprendizagem a distância como uma prática de amadores, exclusivamente “caça-níquel” e sem uma literatura científica que acompanhe seu desenvolvimento, é uma atitude inculta, agravada pelo preconceito. Há numerosas revistas científicas dedicadas totalmente à investigação rigorosa da modalidade e cuja leitura revela as conquistas, a extensão, a profundidade e os problemas da área. Todas estão disponíveis on-line e devem ser acompanhadas por pessoas que se consideram profissionais (ou críticos) da aprendizagem a distância. Entre as mais conceituadas estão: Open Learning (Reino Unido), American Journal of <wbr>Distance Education (EUA), International Review of</wbr><wbr> Research of Open and Distance Learning (Canadá), Distance Education (Canadá), Distance Education (Austrália), Revista Ibero-Americana de Educación a Distância (Espanha), e nossa própria Revista Brasileira de Aprendizagem Aberta e a Distância (Brasil). Da mesma forma, quem realmente se interessa pelo assunto e quer conferir as estatísticas do desenvolvimento da modalidade no Brasil, tanto no mundo acadêmico quanto no mundo de treinamento corporativo, deveria consultar a publicação anual CensoEAD.BR: Relatório Analítico da Aprendizagem a Distância no Brasil (São Paulo: Pearson Education e ABED, 2011) </wbr></p>
<p>Os ingleses têm uma oportuna resposta para aqueles que criticam, injustamente ou não, qualquer coisa: “<em></em><em>The</em> proof of the pudding is in eating!” [O teste do pudim está em comê-lo ], ou seja, para testar algo plenamente é preciso experimentá-lo você mesmo! É difícil encontrar críticas à aprendizagem a distância feitas com evidências e análises produzidas por pessoas que levaram a bom termo um ou mais cursos a distância. Por outro lado, temos comprovação contundente da eficácia dessa modalidade através dos resultados do ENADE &#8211; Exame Nacional de Desempenho Educacional, teste anual organizado pelo Ministério da Educação com os formandos de centenas de universidade brasileiras: em 2007, as maiores notas em 7 das 13 áreas de conhecimento foram obtidas por aqueles que estudaram a distância. Em 2008 (o último ano em que o INEP &#8211; MEC revelou as diferenças entre os alunos das duas modalidades), os alunos da EAD tiveram médias de notas de 38,87, enquanto os alunos do presencial tiveram 36,78 (uma diferença de 2,09). As áreas de conhecimento nas quais os alunos a distância superaram os do presencial foram Engenharia (Grupo VII), Filosofia, Física, Tecnologia em Gestão da Produção Industrial e Ciências Sociais.</p>
<p>Aprendi, em muitos anos de pesquisa, duas “regras não escritas” sobre como avaliar evidência: “não dá para brigar contra os fatos”; e “quando você não consegue arguir contra os fatos, ataque o questionador”. A primeira frase me deixa tranquilo sobre a eficácia e o sucesso futuro da aprendizagem a distância. A segunda me deixa à espreita, aguardando os ataques <em>ad hominem</em> que conservadores, sem fatos para comprovar suas afirmações, insistem em lançar na direção do futuro e sua consequente tecnologia, que será tão meritória quanto mais democrática for a aprendizagem a ela subordinada.</p>
<p><em><span style="font-size: x-small;">Fredric M. Litto é professor titular aposentado da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, onde lecionou de 1971 a 2003; foi Coordenador-Fundador do laboratório de pesquisa “Escola do Futuro da USP”, de 1989 a 2006; e é Presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância - ABED desde 1995. Em 30 de novembro de 2011, ele recebeu seu segundo Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, na categoria Tecnologia e Informática, pelo seu livro Aprendizagem a Distância (São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2010).</span></em></p>
<p><span style="font-size: x-small;"><em>Equipe ABED</em></span><br />
<span style="font-size: x-small;"><em><a href="tel:11%203275.3561" target="_blank">11 3275.3561</a></em></span><br />
<span style="font-size: x-small;"><em><a href="mailto:abed@abed.org.br" target="_blank">abed@abed.org.br</a></em></span></p>
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		<title>Como baixar todas as capas do Newseum</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Mar 2012 01:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste artigo, descubra como baixar dezenas de capas do site Newseum.]]></description>
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	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+baixar+todas+as+capas+do+Newseum&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Internet&amp;rft.subject=Jornalismo&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2012-03-24&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2012/03/24/como-baixar-todas-as-capas-do-newseum/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
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<div id="attachment_2683" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2010/11/xpath-02.png"><img class="size-medium wp-image-2683" title="Xpath Checker mostra todos os links do Newseum" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2010/11/xpath-02-300x260.png" alt="Xpath Checker mostra todos os links do Newseum" width="300" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">Xpath Checker mostra todos os links do Newseum</p></div>
<p>A seção &#8220;Capas de Hoje&#8221; do <a href="http://www.newseum.org/todaysfrontpages/">Newseum</a> é uma grande fonte de pesquisa para professores, estudantes e jornalistas. Mas, quando a gente precisa de todas as capas para algum estudo comparativo, é chato ficar clicando em cada miniatura e depois em cada link para <strong>PDF</strong> ou <strong>jpeg</strong>. Neste artigo, mostro como esta tarefa pode ser facilitada com um pouco de processamento de texto básico.</p>
<p>A jogada é obter uma lista com os nomes dos arquivos de capas e, a partir dela, gerar uma lista com os links para os arquivos PDF (ou jpg).</p>
<h3>Obtendo a lista de todas as capas</h3>
<ol>
<li>Preciso ter instalada a extensão XPath Checker do Firefox.</li>
<li>Nas páginas de <a href="http://www.newseum.org/todaysfrontpages/default.asp?tfp_region=So&amp;p_size=75">miniatura de capas</a> do Newseum, peço para serem exibidas todas (all) as capas de uma região ou do arquivo completo.</li>
<li>Clico com o botão da direita em cima de um dos links para a página grande e seleciono &#8220;View xpath&#8221; no menu que aparece. Surge a janela com o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/XPath">xpath </a>&#8220;<strong>id(&#8216;mainContent&#8217;)/x:div[3]/x:div/x:h2/x:a/x:em</strong>&#8220;. &#8220;div[3]&#8221; significa que eu cliquei no terceiro link da página. Cada link está numa DIV HTML própria. Este número varia conforme o link em que eu clicar.</li>
<li>Substituo &#8220;<strong>div[3]</strong>&#8221; por &#8220;<strong>div[*]</strong>&#8220;. Se aparecer o trecho &#8220;<strong>/x:em</strong>&#8220;, apago-o porque só quero o xpath até o &#8220;<strong>/x:a</strong>&#8220;, que simboliza  o link &#8212; âncora hipertextual &#8211;  ma linguagem xpath. O asterisco é um coringa que serve para listar todas as divisões da página. Na tela de baixo, será apresentada uma lista de links para as páginas grandes.</li>
<li>Copio todo o código da janela clicando nela e usando CTRL+A (selecionar tudo) e CTRL+C (copiar). O código foi copiado como HTML e como texto plano.</li>
<li>Colo no editor de texto LibreOffice. Será colado o HTML formatado. É isto que eu preciso, para obter os links.</li>
<li>O <strong>Xpath Checker</strong> coloca os links dentro de uma tabela. Para simplificar o posterior processamento de texto, converto a tabela em texto separando o texto por algo como ponto-e-vírgula (menu Tabela &gt; Converter &gt; De tabela para texto).</li>
<li>Salvo como texto HTML e abro o arquivo salvo no editor de texto plano <strong>Notepad++</strong>.</li>
<li>Aparece o código HTML que devo limpar e formatar, fazendo algumas substituições de texto.</li>
<li>Apago o código HTML do início até a lista de links, pouco depois do &lt;BODY&gt;, e o HTML final, depois da lista.</li>
<li>Sobra uma lista de links como:<br />
<strong>&lt;P CLASS=&#8221;western&#8221;&gt;1:;&lt;A HREF=&#8221;http://www.newseum.org/todaysfrontpages/hr.asp?fpVname=<span style="color: #ff0000;">ARG_DD</span>&amp;amp;ref_pge=gal&amp;amp;b_pge=1&#8243;&gt;&lt;EM&gt;Diario</strong><br />
<strong>Democracia&lt;/EM&gt;&lt;BR&gt;Buenos Aires, Argentina&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</strong></li>
<li>Eu preciso só do nome do arquivo de capa. No caso acima, é <span style="color: #ff0000;"><strong>ARG_DD</strong></span>.</li>
<li>Seleciono os caracteres de fim-de-linha (no Windows, CR+LF), teclo CTRL+H e troco todos os fins-de-linha por nada, e &#8220;<strong>&lt;/A&gt;&lt;/P&gt;</strong>&#8221; por nova linha (\n), para deixar cada link numa única linha.</li>
<li>Agora, troco &#8220;<strong>;&lt;A HREF=&#8221;http://www.newseum.org/todaysfrontpages/hr.asp?fpVname=</strong>&#8221; pelo endereço dos arquivos PDF, que obtenho na página de uma das capas, no link &#8220;Readable PDF&#8221;. Ou seja: &#8220;<strong>http://webmedia.newseum.org/newseum-multimedia/dfp/pdf24/</strong>&#8220;. Suponho que sejam os PDF do dia 24.</li>
<li>Marco no Notepad++ &#8220;Expressões regulares&#8221; e troco a expressão regular &#8220;<strong>&lt;P CLASS=&#8221;western&#8221;&gt;[0-9]*:</strong>&#8221; por &#8220;<strong>wget -nc</strong> &#8221; &#8212; o comando que vai baixar o PDF.</li>
<li>Troco a expressão regular &#8220;<strong>&amp;amp;.*$</strong>&#8221; por &#8220;<strong>.pdf</strong>&#8220;, ou seja: tudo, de &amp;amp; até o fim da linha, por &#8220;.pdf&#8221;.</li>
<li>Agora, eu tenho uma lista de comandos para baixar o PDF com o wget, como &#8220;<strong>wget -nc http://webmedia.newseum.org/newseum-multimedia/dfp/pdf24/<span style="color: #ff0000;">ARG_DD</span>.pdf</strong>&#8220;.</li>
<li>Gravo o arquivo como <strong>newseum.sh</strong> (em Linux, preciso torná-lo executável) ou <strong>newseum.bat </strong>(em Windows), e está pronto o arquivo de comandos que pode ser executado para baixar todas as capas. Em Windows, o executável <a href="http://users.ugent.be/~bpuype/wget/">wget.exe</a> deve estar na mesma pasta que o arquivo de comandos criado.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>FAQ do celular Wei Dream Android (Y803 MT6516)</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 15:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Telefonia]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[WiFi]]></category>

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<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2629"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p>FAQ é Lista de Perguntas Frequentemente Feitas (Frequently Asked Questions). Esta FAQ é sobre o celular shanzhai Wei Dream Android, modelo OEM fabricado pela Shenzhen Mingdu Technology Co., da China continental, com chipset MT6516 da MediaTek, de Taiwan, e comercializado pela Ching Wei Technology Ltd., também de Taiwan.</p>
<p>Talvez estas dicas sirvam para outras marcas de celulares baseadas neste <em>chipset</em> ou outros modelos Android.</p>
<h4>O Wei Dream Android veio sem manual. Como aprendo a usá-lo?</h4>
<p>Para aprender a usar o Android, baixe o <a href="http://www.samsung.com/br/support/detail/supportPrdDetail.do?menu=SP09&amp;prd_ia_cd=1903&amp;prd_mdl_cd=GT-I5500YKBZTO&amp;prd_mdl_name=GT-I5500B&amp;srchword=Galaxy+5">manual do Samsung 5</a>. O básico está ali. Depois, aprenda mais <a href="http://lmgtfy.com/?q=Como+usar+Android">procurando &#8220;Como usar Android&#8221; pelo Google</a>.</p>
<p>Por exemplo, esta <a href="http://brasildroid.com.br/primeiro-android/1887-faq-android.html">FAQ do Android</a> é ótima. <span style="color: #ff0000;">Leia esse material para aprender Android, antes da fazer alguma pergunta. <span style="color: #000000;">Esta FAQ aqui é apenas para o Wei Dream, não para ensinar Android.</span><br />
</span></p>
<h4><strong></strong>A compra (importação pelos Correios) do Wei Dream pela internet paga imposto?</h4>
<p>A alfândega cobra imposto de importação por amostragem. Se você cair na malha fina, vai pagar de 80 a 120 reais de impostos, o que será um péssimo negócio. As chances, pelos comentários neste site, são de uns 5% de você cair na malha fina.</p>
<h4>Vale a pena comprar o Wei Dream?</h4>
<p>Depende do que você quer fazer com ele e de quanto dinheiro pretende gastar.</p>
<p>Apesar do baixo desempenho e de defeito no GPS, o <strong>Wei Dream</strong> tem um ótimo custo/benefício. É o celular Android mais barato do mundo. Vale a pena para quem quer entrar no mundo Android e não é exigente em relação a recursos multimídia ou de jogos. Para comunicação e internet, ou ver TV analógica, o dispositivo cumpre bem a função, assim como para quem quer aproveitar as melhores ofertas de duas operadoras diferentes ao mesmo tempo.</p>
<p>E é um Android! Super hackeável! Quero ver alguém fazer com o iPhone o que se pode fazer com um Android.</p>
<p>Quem pretende começar a desenvolver aplicativos para esta plataforma, é bom começar com um mínimo denominador comum, um dispositivo de baixo desempenho. E barato, para o caso de transformar o celular num tijolo, numa aventura de <em>flashing</em> mal sucedida.</p>
<p>Mas você tem uns 5% de chances de cair na malha fina da alfândega e pagar de 80 a 120 reais de impostos, o que se tornará um péssimo negócio. Seria melhor ter comprado um LG ou Samsung Android, por uns 350 reais, com garantia e assistência técnica no Brasil.</p>
<p><strong>Fiz besteira! Como voltar para as configurações de fábrica?</strong></p>
<p>Leia o artigo &#8220;<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/">Como ressetar o Wei Dream Android</a>&#8220;.</p>
<h4>Minha tela não responde mais ao toque / Descalibrei a tela</h4>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/">Reinstale o sistema de fábrica</a>, o que pedirá para <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/">recalibar a tela</a>. Todos os programas de fábrica serão reinstalados (menos o programa de GPS, que não serve para nada), todos os programas instalados por você se perderão, mas seus dados pessoais serão preservados.</p>
<h4>Os botões inferiores são difíceis de tocar</h4>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/">Recalibre a tela</a>.</p>
<h4>O som das ligações está ruim</h4>
<p>Tente dar prioridade à voz, em vez da internet. Especifique se voz ou dados terão prioridade em &#8220;Configurações &gt; Redes sem fio e outras &gt; Pref. Transf. GPRS&#8221;.</p>
<h4>Não consigo conectar o celular por USB</h4>
<p>Ao conectar o cabo USB, o Android reconhece automaticamente e mostra um ícone na barra de aviso superior. Abra esta barra, clique no aviso &#8220;Conectado por USB&#8221; e clique no botão &#8220;Ativar o armazenamento USB&#8221;. Às vezes, ele ativa o armazenamento automaticamente, às vezes, não. Baixe o manual do Samsung para aprender mais sobre o Android.</p>
<h4>O Windows diz que o software do dispositivo não foi instalado com êxito. Como faço para acessar o armazenamento USB?</h4>
<p>Provavelmente você tem acesso ao armazenamento USB, só precisa habilitar no celular como na dica acima. O Windows XP reclama é pelo driver de <em>tethering</em>, para usar o celular como modem de <em>laptop</em> por conexão EDGE. Leia o artigo <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-usar-o-celular-wei-dream-como-modem/">Como usar o Wei Dream como modem</a>. Já o Linux reconhece imediatamente como modem sem nenhum problema.</p>
<h4>O GPS não funciona / O GPS não indica o lugar correto</h4>
<p>Na grande maioria dos aparelhos, o GPS do Wei Dream não &#8220;fixa&#8221; (não reconhece) os satélites por algum defeito ainda não descoberto. Só funciona através de antenas de celulares ou pelo local do ponto de acesso Wi-Fi, o que dá uma precisão de 70 metros até alguns quilômetros, em vez da precisão de 6 metros dos celulares de grife.</p>
<h4>Como configurar a internet por celular no Wei Dream?</h4>
<p>Vá a &#8220;Configurações &gt; Redes sem fio e outras &gt; Redes Móveis&#8221;, escolha o cartão SIM 1 ou 2, escolha &#8220;Nomes de ponto de acesso&#8221;, abra o Menu pela tecla &#8220;Menu&#8221;, escolha &#8220;Novo APN&#8221; (Access Point name) e crie um nome com os dados de sua operadora, que você obtêm no artigo <a href="http://www.euandroid.com.br/tutoriais/2011/01/configurando-apn-no-android/">Configurando o APN no Android</a>. Depois, vá a “Configuração &gt; Rede sem fio e outras &gt; SIM de conexão de dados” e escolha qual cartão fará a conexão. Aí também pode ser desligado o acesso à internet via rede celular.</p>
<h4>Como usar o Wei Dream como modem no meu laptop?</h4>
<p>Leia o artigo <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-usar-o-celular-wei-dream-como-modem/">Como usar o Wei Dream como modem</a>.</p>
<h4>O Wei Dream acessa internet por 3G?</h4>
<p>Não, o acesso é por EDGE (Enhanced GPRS), que dá uma velocidade de download de 100 a 200 kbps.</p>
<h4>Como ligar/desligar o EDGE (internet pela rede celular)?</h4>
<p>Vá a &#8220;Configurações &gt; Redes sem fio e outras &gt; SIM de conexões de dados&#8221; e escolha o cartão SIM que vai conectar, ou escolha &#8220;Não conectar dados&#8221;. Adicionalmente, especifique se voz ou dados terão prioridade em &#8220;Configurações &gt; Redes sem fio e outras &gt; Pref. Transf. GPRS&#8221;.</p>
<h4>O programa &#8220;X&#8221; &lt;coloque aqui o nome do programa&gt; não funciona.</h4>
<p>Alguns programas não funcionarão no Wei Dream por falta de poder de processamento ou memória RAM, ou hardware incompatível. Entre eles, estão:</p>
<ul>
<li>Skype</li>
<li>Google Earth</li>
<li>Programas que exigem processamento 3D</li>
<li>Quase todos os programas de QR Code</li>
</ul>
<h4>Meu Wei Dream está trancando no programa &#8220;X&#8221;</h4>
<p>Reinstale o programa que está trancando. Se não der certo, <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/">reinstale o sistema de fábrica</a>, o que pedirá para <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/">recalibar a tela</a>.</p>
<h4>Meu Wei Dream trancou. Como resetar?</h4>
<p>Tire a pilha. A MediaTek considerou melhor (para ela) não colocar botão de reset no MT6516.</p>
<h4>Como melhorar a recepção de TV? / A TV não mostra nada, nenhum canal</h4>
<p>Você deve fazer o aparelho procurar as estações de sua região. Abra o aplicativos de TV, abra o menu e escolha &#8220;Verificar&#8221;, depois de puxar a anteninha que está embutida na parte de baixo do aparelho. As estações reconhecidas podem ser renomeadas tocando-se três segundos em cima do nome.</p>
<h4>O cartão SIM não está sendo reconhecido</h4>
<p>Verifique o encaixe do cartão, principalmente do cartão SIM1. <strong>Ele vai inserido na tampinha</strong>, preso por minúsculas abas, e deve descer junto com ela. Não é colocado no slot.</p>
<h4>Não consigo extrair o cartão de memória</h4>
<p>Ele tem uma minúscula trava que deve ser destravada. Verifique o desenho mostrado, que está de cabeça para baixo, que diz “Push here T-Flash out” (Empurre isto para tirar o SD). Afaste esta aba para destravar o cartão.</p>
<h4>Como liberar mais espaço na memória, para instalar mais aplicativos?</h4>
<p>Alguns aplicativos podem ser transferidos para o cartão SD, para liberar espaço na memória de armazenamento interna do Wei Dream. Faça isto em “Configurações &gt; Aplicativos &gt; Gerenciar aplicativos” e clique nos aplicativos para verificar se é possível transferi-lo. O programa de GPS ocupa 900 megabytes e pode ser desinstalado se o GPS não funciona. Está nas pastas /NaviOne e /NAVONE. Mas este programa não é recuperado quando se faz o <em>reset</em> para as configurações de fábrica!</p>
<h4>Como abrir a tampa traseira do Wei Dream?</h4>
<p>Encoste o punho na parte de baixo da traseira, abaixo da tampa. Com a unha na ranhura ao lado do botão de ligar, puxe a tampa para cima com força. Com a unha da outra mão, puxe na direção contrária, para ajudar.</p>
<h4>Meu celular não é Android, é o modelo &#8220;X&#8221;. Como operar?</h4>
<p>Outros modelos Wei ou de outras marcas shanzhai, não Android, provavelmente rodam uma versão modificada do Nucleus OS (<a href="http://www.hardware.com.br/livros/smartphones/celulares-chineses.html" rel="nofollow">http://www.hardware.com.br/livros/smartphones/celulares-chineses.html</a>) com interfaces que imitam iPhone ou Nokia. Procure na internet sobre Nucleus OS.</p>
<h4>Como melhorar o desempenho do Wei Dream? Dá para fazer <em>overclock</em>?</h4>
<p>Até agora, nem o fabricante nem ninguém da internet publicou alguma maneira de fazer <em>overclock</em> no MT6516.</p>
<h4>Dá para atualizar o sistema Android?</h4>
<p>Até agora, nem o fabricante nem ninguém da internet publicou alguma maneira de atualizar o Wei Dream. Mods disponíveis para o MT6516 provavelmente não terão os drivers de tela  e de câmera deste modelo, e, se aplicados, transformariam o aparelho num tijolo.</p>
<h4>Os programas de QR Code não funcionam</h4>
<p>O único programa de QR Code que funciona no Wei Dream é o ScanLife (também distribuído pela Vivo em regime OEM). No entanto, este programa tem uma incompatibilidade com o rastreador Prey (pega-ladrão) que praticamente trava o Wei Dream.</p>
<h4>Como enviar arquivos pelo Bluetooth?</h4>
<p>Depois de parear os equipamentos, vá ao gerenciador de arquivos ES Explorer, dê um clic longo no arquivo desejado, escolha &#8220;Enviar&#8221;, no menu que se abre, e escolha &#8220;Bluetooth&#8221;. Mais detalhes, leia o <a href="http://www.samsung.com/br/support/detail/supportPrdDetail.do?menu=SP09&amp;prd_ia_cd=1903&amp;prd_mdl_cd=GT-I5500YKBZTO&amp;prd_mdl_name=GT-I5500B&amp;srchword=Galaxy+5">manual do Samsung 5</a>, páginas 69-70.</p>
<h4>Não aparece o nome de quem ligou, mas a pessoa está na agenda</h4>
<p>Grave os números sem o DDD. É um bug do Android da MediaTek, provavelmente  ligado ao bug de não reconhecer o lugar do DDD e mostrar cidades orientais.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/" rel="bookmark" class="crp_title">Como ressetar o Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-usar-o-celular-wei-dream-como-modem/" rel="bookmark" class="crp_title">Como usar o celular Wei Dream como modem</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">Como calibrar a tela do Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/15/analise-celular-wei-dream-android/" rel="bookmark" class="crp_title">Análise: celular Wei Dream Android</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2005/07/14/hacking-nokia-2280-com-cabo-dku-5/" rel="bookmark" class="crp_title">Hacking Nokia 2280 com cabo DKU-5</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2005/06/14/parks-altavia-670r-hacking/" rel="bookmark" class="crp_title">Parks AltaVia 670R Hacking</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/01/23/abrindo-portas-ip-para-emule-e-skype-automaticamente/" rel="bookmark" class="crp_title">Abrindo portas IP para eMule e Skype automaticamente com UPnP</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como calibrar a tela do Wei Dream Android (Y803 MT6516)</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 18:07:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>

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<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2590"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152601.png"><img class="alignright size-medium wp-image-2591" title="device-2012-02-02-152601" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152601-180x300.png" alt="" width="180" height="300" /></a>Você chegou aqui provavelmente porque fez uma massaroca com seu celular <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shanzhai">shanzhay</a> (chanzai ou xing-ling) Wei Dream, ao rodar o programa Calibrator, e não consegue mais usá-lo. Ou tem dificuldades ao usar os quatro botões Android (Home, Menu, Voltar e Procurar) porque a tela está descalibrada.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">[Para outras dúvidas, leia a <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/21/faq-do-celular-wei-dream-android-y803-mt6516/">FAQ sobre o Wei Dream</a>]</span></p>
<p>No primeiro caso, o remédio pode ser chato, se você não conseguir chamar novamente o Calibrator. Você deve ler o artigo <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/">Como ressetar o Wei Dream</a>. Depois de ressetar, o sistema logo vai pedir para calibrar a tela.</p>
<p>A recalibragem deve ser feita assim:</p>
<p>1. Rode o Calibrator.</p>
<p>2. Toque na tela para começar a calibração, ou use o botão &#8220;Voltar&#8221; para sair do programa.</p>
<div id="attachment_2596" class="wp-caption alignnone" style="width: 168px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152331.png"><img class=" wp-image-2596" title="Toque a tela para iniciar" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152331-e1328205097519.png" alt="Toque a tela para iniciar" width="158" height="38" /></a><p class="wp-caption-text">Toque a tela para iniciar</p></div>
<p>3. Toque no primeiro ponto vermelho com um lápis macio.</p>
<div id="attachment_2597" class="wp-caption alignnone" style="width: 163px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152346-e1328205493961.png"><img class=" wp-image-2597" title="Ponto 1" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152346-e1328205493961.png" alt="Toque no ponto vermelho" width="153" height="153" /></a><p class="wp-caption-text">Toque no ponto vermelho</p></div>
<p>4. No segundo passo, não toque no ponto vermelho. Toque na margem verde do ponto, onde a seta vermelha está apontando, na ilustração abaixo.</p>
<div id="attachment_2592" class="wp-caption alignnone" style="width: 179px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152402.png"><img class="size-full wp-image-2592" title="Ponto 2" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152402-e1328205635777.png" alt="NÃO toque no ponto vermelho, toque acima" width="169" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">NÃO toque no ponto vermelho, toque acima</p></div>
<p>5. Toque no terceiro ponto vermelho.</p>
<div id="attachment_2593" class="wp-caption alignnone" style="width: 160px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152416.png"><img class="size-full wp-image-2593" title="Ponto 3" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152416-e1328205725512.png" alt="Toque no ponto vermelho" width="150" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Toque no ponto vermelho</p></div>
<p>6. No quarto passo, não toque no ponto vermelho. Toque na margem verde do ponto.</p>
<div id="attachment_2594" class="wp-caption alignnone" style="width: 181px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152429-e1328204864750.png"><img class=" wp-image-2594" title="Ponto 4" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152429-e1328204864750.png" alt="NÃO toque no ponto vermelho, toque acima" width="171" height="168" /></a><p class="wp-caption-text">N</p></div>
<p>7. É isso! Use o botão &#8220;Voltar&#8221; para sair do Calibrator.</p>
<div id="attachment_2595" class="wp-caption alignnone" style="width: 181px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152446.png"><img class="size-full wp-image-2595" title="Calibragem completa" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/02/device-2012-02-02-152446-e1328205977463.png" alt="Calibragem completa" width="171" height="61" /></a><p class="wp-caption-text">Calibragem completa. Use &quot;Voltar&quot;</p></div>
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		<item>
		<title>Como hifenizar URLs e outras dúvidas em LibreOffice</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 12:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[LibreOffice]]></category>

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		<description><![CDATA[Como evitar que os títulos fiquem sozinhos no final das páginas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+hifenizar+URLs+e+outras+d%C3%BAvidas+em+LibreOffice&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Diagrama%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Editora%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=LibreOffice&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2012-01-02&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2012/01/02/como-hifenizar-urls-e-outras-duvidas-em-libreoffice/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2551"><!-- &nbsp; --></abbr>
<div id="attachment_2554" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/01/manter_com_o_proximo_paragrafo1.png"><img class="size-medium wp-image-2554" title="Como evitar títulos no fim da página" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2012/01/manter_com_o_proximo_paragrafo1-300x219.png" alt="Como evitar títulos no fim da página" width="300" height="219" /></a><p class="wp-caption-text">Como evitar títulos no fim da página</p></div>
<p>Em 2 de janeiro de 2012 02:31, Oto Ing &lt;oto&#8230;@gmail.com&gt; escreveu:</p>
<blockquote><p>Caro José Antonio,</p>
<p>Tudo bem?</p>
<p>Com o triste falecimento de André Gondim, fiquei sem ter a quem recorrer em momentos de dúvidas.</p></blockquote>
<p>Não me comparo ao Gondim, mas vou tentar ajudar&#8230;</p>
<blockquote><p>Minhas dúvidas são sobre formatação em OpenOffice. Gostaria de saber como faço para:<br />
1. notas de rodapé ficarem na mesma página (sem correr para a página seguinte)?</p></blockquote>
<p>Se o ponto de inserção da nota de rodapé estiver muito no fim da página ou se ela ficar muito grande, não haverá espaço e ela pulará para a página seguinte. É o costume. Acho que não há como evitar, a não ser que você corte texto em trechos acima para abrir espaço para a nota.</p>
<blockquote><p>2. como faço para a citação de sites da internet não alterar a configuração da formatação (ficar tudo juntinho como vemos em livros)?</p></blockquote>
<p>Acho que não há como hifenizar URLs automaticamente. O uso de hífen poderia confundir o leitor, que pensaria que o hífen faz parte do endereço. O que eu faço é o seguinte: coloco espaços em lugares que não possam ser confundidos como fazendo parte da URL e que deixem claro que o endereço continua na próxima linha. Depois de &#8220;/&#8221;, por exemplo. Ou depois de &#8220;?&#8221;, &#8220;&amp;&#8221;, &#8220;+&#8221;&#8230;</p>
<blockquote><p>3. como faço para não ficarem títulos de capítulos ou subcapítulos perdidos em finais de páginas?</p></blockquote>
<p>Sempre formate títulos com os estilos &#8220;Título 1&#8243;, &#8220;Título 2&#8243; etc, e nestes estilos, certifique-se que nas propriedades, aba &#8220;Fluxo de texto&#8221;, esteja marcado &#8220;Manter com o próximo parágrafo&#8221;. O uso deste estilos também facilita, mais tarde, a geração do sumário automático.</p>
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		<title>Quem é contra a Liberdade de Expressão</title>
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		<comments>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/23/quem-e-contra-a-liberdade-de-expressao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 12:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investigação]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[História do Jornalismo mostra quem é contra a liberdade de expressão]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Quem+%C3%A9+contra+a+Liberdade+de+Express%C3%A3o&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Investiga%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Jornalismo&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-12-23&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/23/quem-e-contra-a-liberdade-de-expressao/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2519"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Freedom-of-speech.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2525" title="Liberdade de Expressão" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Freedom-of-speech-300x300.jpg" alt="http://www.theprisma.co.uk/wp-content/uploads/2011/02/Freedom-of-ENGLISH-6.jpg" width="300" height="300" /></a>No calor da campanha presidencial de Dilma, em 2010, o jornalista Alec Duarte, sub-editor de política do jornal Folha de São Paulo online, postou o seguinte comentário na lista de discussão sobre Jornalismo Online da Universidade do Texas:</p>
<blockquote><p>Caros, está em curso um absurdo: nesta quinta, o sindicato dos jornalistas do Estado de São Paulo abre seu auditório para um ato de partidos políticos, sindicatos e ONGs contra a imprensa. Você leu bem, é isso mesmo.</p>
<p>Tenho entendido que o evento joga uma pá de cal sobre o pouco de representatividade que essa entidade, à qual sou filiado, ainda exercia sobre a categoria. É o atestado de óbito do sindicato.</p>
<p>Há algo a fazer além de se indignar?</p>
<p>Mais informações aqui<br />
<a href="http://is.gd/flMrW">http://is.gd/flMrW</a></p></blockquote>
<p>É possível que tal matéria jornalística tenha sido redigida ou editada pelo próprio Alec, um jornalista chapa-vermelha &#8212; trabalha para a imprensa comercial.</p>
<p>Imediatamente eu reagi, na lista:</p>
<blockquote><p>Não é &#8220;contra a imprensa&#8221;. É contra as manipulações feitas por alguns órgãos, como tentar fazer escândalo com matérias tendo como única fonte um <a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/folha-a-mentira-na-primeira-pagina">estelionatário ladrão de carga condenado por ameaçar de morte</a>, que queria a aprovação do BNDE para um projeto de 9 bilhões de reais (BI-lhões, não mi-lhões)&#8230; [o link eu coloquei agora]</p></blockquote>
<p>Leopoldo Godoy, outro jornalista chapa-vermelha, comentarista de tecnologia do programa <a title="Conta Corrente (Globo News)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Conta_Corrente_%28Globo_News%29">Conta Corrente</a>, do canal de televisão a cabo <a title="Globo News" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Globo_News">Globo News</a>, referendou o ataque:</p>
<blockquote><p>Ou seja, é contra a imprensa.</p></blockquote>
<p>Lamentei:</p>
<blockquote><p>Se for esta sua definição de imprensa, então é&#8230;</p></blockquote>
<p>Marion Streck, chapa-vermelha da Folha de São Paulo, assinou embaixo do ataque:</p>
<blockquote><p>No auge de uma campanha eleitoral, o sindicato dos jornalistas abrigar manifestação contra órgãos de imprensa que investigam os possíveis podres da República, cheira realmente mal.</p></blockquote>
<p>Indignei-me:</p>
<blockquote><p>Desculpe-me, Marion, mas o que não dá pra sentir o cheiro aqui é de &#8220;investigação&#8221;.</p>
<p>Se tivessem investigado, não teriam dado página inteira e tratamento de &#8220;empresário&#8221; a um vigarista.</p>
<p>Se entra um sujeito na redação e diz que tem um projeto de 9 BILHÕES de reais, você tem duas opções:</p>
<ol>
<li>Encaminha-o ao dono do veículo e à editoria de Economia, porque é o Eike Batista, ou</li>
<li>Encaminha-o à porta da rua, porque é um picareta maluco desses que aparecem todo o dia em redações.</li>
</ol>
<p>NOVE BILHÕES!  BI! Metade do orçamento do MEC em 2003&#8230; dois meses de orçamento do MEC de 2011&#8230;</p>
<p>Falando em cheiro, cadê o faro jornalístico?</p>
<p>E este foi apenas UM dos incontáveis fatos que estão sujando a expressão &#8220;jornalismo investigativo&#8221;&#8230;</p></blockquote>
<p>Marion retrucou:</p>
<blockquote><p>Não é só de depoimento de santinhos que vive a imprensa nem mesmo a Justiça. Nem aqui nem em lugar nenhum.</p>
<p>Quer um exemplo no campo da justiça? Delação premiada. Só porque é condenado não pode abrir o bico contra outros criminosos?</p></blockquote>
<h3>Partidarismo</h3>
<p>Alec Duarte corre em auxílio da colega chapa-vermelha:</p>
<blockquote><p>Nosso amigo se esquece ainda de que CAIU uma ministra justamente por conta do conluio com bandidos. Mas, claro, a culpa é da imprensa.</p></blockquote>
<p>No que é acompanhado do Pedro Doria, mais outro chapa-vermelha do jornal Estado de São Paulo, revelando o partido que tomou:</p>
<blockquote><p>Vc pode ficar com o Nassif, o Azenha, o Rodrigo&#8230;</p>
<p>De minha parte, sigo com Ferreira Goulart, Helio Bicudo, José Arthur Gianotti&#8230;</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,personalidades-lancam-manifesto-em-defesa-da-democracia,613242,0.htm" rel="nofollow">http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,personalidades-lancam-manifesto-em-defesa-da-democracia,613242,0.htm</a></p>
<p>Imprensa serve para isso mesmo: incomodar governo. Fuçar, fuçar, fuçar. Publicar o que descobre. Incomodar o poder constituído, não importa quão popular. E governante reclama. É o jogo.</p>
<p>(Se a ministra era inocente, foi demitida por quê?)</p></blockquote>
<p>Dando a entender que os tubarões da mídia também jogam no poder, retruquei:</p>
<blockquote><p>&#8230; ou OS PODERES, já que não existe só uma fonte de poder&#8230;</p></blockquote>
<p>Doria concordou:</p>
<blockquote><p>Perfeitamente: <strong>incomodar os poderes</strong>. Todos eles.<br />
É o nosso papel.</p></blockquote>
<p>Walter Lima foi mais específico nas críticas:</p>
<blockquote><p>Desculpe a minha total ignorância. Mas a grande mídia jornalística é produzida por quem? Hummm &#8230;. jornalistas? Repórter, repórter-fotográfico, editor, repórter-cinematográfico etc pertencem à engrenagem fundamental da produção do conteúdo jornalístico. Hummm, se o Sindicato dos Jornalistas afirma que há &#8220;denúncias sem provas&#8221;, portanto, existe para a entidade o tal do jornalismo marrom (como se dizia antigamente). Mas produzido por quem? A lógica mostra que é por jornalistas.</p>
<p>Sabemos que não existem somente &#8220;Santos&#8221; nas redações, na academia e nos encontros de padres franciscanos, mas acredito que o sindicato com essa atitude coloca todos os jornalistas que trabalham na grande mídia dentro do mesmo saco. Conheço muita gente que trabalhou comigo em redação, alunos meus que agora estão no mercado (apesar de não colocar a mão no fogo por alguns) e colegas que convivo, além de acompanhar a trajetória de outros, e percebo que existe muita gente decente, dedicada e trabalhando em prol de um pais mais justo e igualitário sem ter o viés ideológico, partidário ou comercial (sim, isso é possível !!!).</p>
<p>Não deixar claro que a manifestação é contra os &#8220;donos&#8221; dos veículos e dar o &#8220;nome aos bois&#8221; fornece a percepção que todos (donos e jornalistas) estão com o mesmo objetivo: serem &#8220;golpistas&#8221; . Com esse ponto de vista, o sindicato está contra uma parte da classe que deveria defender (jornalistas que trabalham nas grandes redações = trabalhadores). Por outro lado, a manifestação, dos grupos organizados da sociedade civil mencionados no aviso do sindicato, é legitima em uma democracia e deve ser noticiada.</p>
<p>Aproveito para dizer que ainda é uma atraso os grupos de mídia brasileiros não se posicionarem através dos seus editoriais por um candidato A ou B. Todos nós sabemos que eles têm, sim, as suas preferências e explicitar para a sociedade é muito bom para a democracia.</p>
<p>walter<br />
(assino na figura de Jornalista, com MTB, carteira assinada e tudo mais que está sendo questionado na atual sociedade)</p></blockquote>
<p>Pedro Doria responde:</p>
<blockquote><p>Walter, todos &#8211;</p>
<p>A imprensa erra. Somos, todos, os primeiros a admiti-lo. Todos aqui, tenho certeza, já erramos profissionalmente.</p>
<p>Mas não é sobre erros que o protesto no Sindicato trata. Tampouco é sobre a suposta má fé de um ou de outro. Há um movimento em curso que diz que a grande imprensa faz parte do jogo político. Que opera feito um partido.</p>
<p>Eu estou envolvido, pessoalmente, na cobertura de eleições do Estado. O Alec, aqui, está pessoalmente envolvido na cobertura de eleições da Folha. Certamente há outros dentre nós. Mas não tomo apenas pessoalmente a afronta. Porque ser jornalista é, antes de tudo, um estado de espírito, não a redação na qual você trabalha. Seja num grande jornal, seja num blog, seja na sala de aula ou ralando em frilas, jornalista de verdade é tudo igual. Quando leio na Folha, ou na Veja, ou seja lá onde, uma baita manchete com dados, testemunhos, denúncias, minha reação instintiva é: putz, filha da mãe, eu queria ter dado essa. Tenho certeza de que, quando o furo é nosso, noutras redações a reação é a mesma. É isso que nos faz jornalistas.</p>
<p>Esta deveria ser a definição, aquilo que dita no mais íntimo, o que é fazer o que fazemos.</p>
<p>Se o governante diz uma coisa, você desconfia. No ato. Antes de piscar os olhos vc já duvida de que seja verdade. Este ceticismo não é apenas natural. É fundamental. Se você começa a encontrar parente que não acaba mais de ministro em tudo quanto é lugar dos negócios do Estado, caramba&#8230; quando, em que momento, as regras do jornalismo mudaram a ponto de que partimos do princípio de que isto é normal? Que isto pode ser, em qualquer circunstância, minimamente aceitável? Se um candidato cresce nas pesquisas, é sua obrigação profissional, obrigação perante seu leitor, perante a democracia, aumentar o escrutínio sobre este candidato. Sobre o que ele representa. Isso não é golpe. Aliás, é justamente o contrário de golpe. A liberdade de aumentar o escrutínio em qualquer um muito próximo do poder é a definição fundamental de democracia. E é preciso muito jogo retórico, muita demagogia, para inverter uma definição tão clara.</p>
<p>Que os governantes respondam dizendo &#8216;a imprensa está inventando&#8217; ou, pior, que se refiram a nós pelo famigerado &#8216;mídia&#8217;, ora pois, é do jogo.</p>
<p>Que jornalistas comprem este discurso não é. Que jornalistas incentivem este discurso, é pior. Que jornalistas pagos pelo governo direta ou indiretamente movam uma campanha com este argumento, é terrível. É uma ferida aberta em nossa profissão. Que o Sindicato que deveria compreender como redações funcionam, que deveria nos representar perante nossos patrões, abracem este processo não é apenas ruim, pior ou terrível. É um divisor de águas.</p>
<p>Deixa claro que não nos representa. Não é que não representem nós, jornalistas em grandes redações. Não. É sem aposto. Não representa a nós, jornalistas.</p>
<p>Mas, convenhamos: não somos nós que deixamos de fazer jornalismo. Nós continuamos seguindo os mesmos preceitos de ceticismo constante, de um desejo obstinado por entender como é constituído o poder e de revelá-lo a quem desejar a informação. Durante uma eleição, numa democracia, é só mais importante este papel. Com esta informação nas mãos, votamos todos.</p>
<p>Eu, pessoalmente, estou hiper mexido com este processo. É triste demais&#8230;</p></blockquote>
<p>Paralelamente, na lista de discussão fechada da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI), devia estar rolando uma discussão parecida, porque Malu Gaspar, chapa-vermelha na revista Exame, manda um texto do repórter Rubens Valente, chapa-vermelha da Folha de São Paulo, postado naquela lista:</p>
<blockquote><p>Falta memória. Quando Millôr Fernandes dizia que imprensa é oposição, e o resto, armazém de secos e molhados, todo mundo achava o máximo. Hoje essa boutade virou um insulto. O escritor Autran Dourado, secretário de imprensa de JK, declara no recém-lançado &#8220;No Planalto, Com a Imprensa&#8221; (aliás, caríssimo, bancado pela Presidência) que a imprensa na época &#8220;agia como oposição&#8221; e qualificou de &#8220;hostil&#8221; a relação com os repórteres setoristas do Planalto. Isso há 50 anos.</p>
<p>Mais adiante quem não se lembra de Claudio Humberto e seu &#8220;bateu, levou&#8221;? Collor se dizia alvo de um golpe e chamou o povo às ruas para defender seu governo (qualquer semelhança entre o discurso difamatório de Lula sobre a imprensa e o &#8220;protesto&#8221; de quinta-feira é a história repetida em farsa. E as aspas no protesto vão pela insignificância do ato). Naquela época todo mundo achou que a imprensa cumpriu um papel glorioso _claro, o PT, derrotado nas urnas, havia criado um &#8220;Gabinete Paralelo&#8221; e queria de todo jeito &#8220;desgastar o governo&#8221;, como dizia abertamente na época. Golpe, conspiração? Imagina, era tudo parte do &#8220;jogo democrático&#8221; e da &#8220;luta política&#8221;. A imprensa era amiga, parceira nos planos partidários de &#8220;tomada do poder pela via democrática&#8221;. Repórteres ostentavam broches do partido. Quando a revista &#8220;Veja&#8221; dissecou as entranhas do esquema Collor, numa campanha avassaladora, também estava apenas &#8220;cumprindo seu papel democrático&#8221;. Ao lado da &#8220;IstoÉ&#8221; derrubou Collor, enquanto o PT explodia em alegria. Hoje é &#8220;criminosa&#8221;, &#8220;golpista&#8221;.</p>
<p>Depois a Folha (que fora invadida por fiscais da Receita e da PF) revelou a emenda da reeleição, que colocou o governo FHC em xeque e abalou as Bolsas. Mais adiante toda a imprensa derrubou um ou dois ministros com as fitas do BNDES e revelou a &#8220;bomba atômica&#8221; presidencial que precisou ser detonada no leilão das privatizações. Quem tiver curiosidade e boa-fé suficientes que pergunte a Fernando Henrique o que ele achou daquelas reportagens. Eu perguntei: até hoje sua contrariedade é evidente. Marcaram seu mandato e podem, sim, ter contribuído para o seu plano fracassado de eleger o sucessor.</p>
<p>Mas, nos estranhos dias que correm, quem se importa em reconstituir os fatos históricos com alguma isenção? É muito mais fácil separar o país entre &#8220;prós&#8221; e &#8220;contras&#8221; _muito embora não se saiba em relação a quê ou a quem_, num raciocínio torpe, infantil e precário.</p>
<p>Estavam os primeiros co-listeiros a falar não sobre mais ou menos críticas à imprensa, mas sobre o uso de um sindicato e de entidades atreladas ao governo e a um partido para constranger jornais e jornalistas no exato momento em que o governo é alvo de denúncias inúmeras e gravíssimas. É disso que se tratava. Vemos uma clara campanha de &#8220;criminalização&#8221; de jornais e jornalistas. Um blog exibiu a foto de uma jornalista coberta por uma tarja preta, com a legenda: &#8220;O jornal Tal é caso de polícia&#8221;. Outro escreveu que o local em que eu trabalho é uma &#8221;lixeira&#8221;. Eu jamais diria isso de alguma empresa, ainda que fosse um blog pago com dinheiro público para espalhar o ódio, o preconceito e a desinformação, como é o caso. São movimentos ilegais de constrangimento. Por que ilegais? Porque abrem espaço para o anonimato, que é vedado pela Constituição.<br />
Esses auto-instalados &#8220;críticos de mídia&#8221; _uma profissão crescentemente rentável_ pretendem &#8220;explicar&#8221; à &#8220;turba ignorante&#8221; que a profissão a que me dedico há 21 anos é negativa, desonrosa, criminosa. Sendo &#8220;velha&#8221;, precisa ser imediatamente substituída, extirpada, encerrada. Jogam, assim, impunemente contra os empregos de milhares de famílias.</p>
<p>Todo jornalista que conheço é aberto à crítica, mas atualmente são poucas as críticas com algum talento, sobre a qual podemos debater. O que existe é um movimento coordenado para tentar a desqualificação do próprio fazer jornalístico. Nos tomam por trouxas, que se acovardam com qualquer patifaria. Certamente não sabem, por absoluto amadorismo, com quantos contratempos se forma o caráter de um jornalista.</p>
<p>Rubens Valente, repórter</p></blockquote>
<p>Alec Duarte cita este texto e assina embaixo dos comentários de Pedro Doria:</p>
<blockquote><p>Depois deste belíssimo texto do Pedro Doria, o qual peço permissão para coassinar, deixo com vcs brilhante reflexão do repórter Rubens Valente, também meu colega.</p>
<p>Agora, aguardo a assinatura do atestado de óbito do sindicato dos jornalistas de SP, nesta quinta-feira.</p></blockquote>
<h3>Epílogo</h3>
<p>Alguns meses depois deste <em>mambo-jambo Jedi</em> sobre Jornalismo, sob o qual eu também assinaria, o que aconteceu?</p>
<ul>
<li>O jornalista Alec Duarte posta em seu twitter uma crítica inocente sobre critérios jornalísticos internos da Folha de São Paulo, <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2011/04/04/jornalistas-do-grupo-folha-sao-demitidos-apos-comentarios-no-twitter/"><strong>incomoda os poderosos patrões</strong> e é <strong>demitido</strong></a>, junto com uma colega. Lamentável.</li>
<li>O vigarista que eu citei no início do texto, única fonte da Folha de São Paulo, tratado pelo jornal como &#8220;empresário&#8221;, tem que pedir <a href="http://www.pt.org.br/index.php?/noticias/view/justica_empresario_se_retrata_por_acusacoes_feitas_na_imprensa_contra_o_pt">desculpas ao PT por ter mentido</a>, depois de perder ação na Justiça&#8230;</li>
<li>O jornalista investigativo Amaury Ribeiro Jr. publica o livro “A Privataria Tucana”, incomoda a poderosa imprensa envolvida com as privatizações e ela cai num <strong>constrangedor silêncio</strong>.</li>
<li>Quando se manifesta, a imprensa comercial <strong><em>condena Amaury Jr. antes da Justiça</em></strong> por ter sido <em>apenas indiciado</em> numa suposta armação serrista. Um vigarista é mais considerado que um colega de profissão Prêmio Esso.</li>
</ul>
<p>Então, <strong>quem é contra a liberdade de imprensa?</strong> O Sindicato dos Jornalistas de São Paulo ou os patrões do Alec Duarte? Quando os <strong>poderosos</strong> são os patrões, o papo de liberdade de imprensa não conta mais?</p>
<p>Por estas e por outras são necessários tanto o <strong>Conselho Federal de Jornalistas</strong>, como outras <a href="https://docs.google.com/document/d/1evu2n7EQQpwaFcWJhhehiaRdYEjft2UX1GWCHj_JF2s/edit">24 profissões regulamentadas</a> têm os seus, quanto a <strong>regulação da Comunicação,</strong> como manda a Constituição.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/06/17/jornalismo-e-uma-coisa-imprensa-e-outra/" rel="bookmark" class="crp_title">Jornalismo é uma coisa. Imprensa é outra coisa.</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/09/27/ranking-da-corrupcao-mal-feito/" rel="bookmark" class="crp_title">Ranking da corrupção: furada da imprensa</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/06/13/papel-jornal-nao-paga-imposto-e-sites-web-por-que-pagam/" rel="bookmark" class="crp_title">Papel jornal não paga imposto. E sites web, por que pagam?</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/siga-o-dinheiro-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Siga o dinheiro</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/05/23/polibio-braga-ataca-unisinos-com-odi/" rel="bookmark" class="crp_title">Políbio Adolfo Braga ataca Unisinos com ódio</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/10/22/a-grande-armacao-pro-serra-do-jornal-nacional/" rel="bookmark" class="crp_title">A grande armação pró-Serra do Jornal Nacional</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/08/15/manual-do-foca-guia-de-sobrevivencia-para-jornalistas/" rel="bookmark" class="crp_title">Manual do foca, guia de sobrevivência para jornalistas</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como ressetar o Wei Dream Android (Y803 MT6516)</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 02:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>

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		<description><![CDATA[Reverta o Wei Dream para as configurações de fábrica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+ressetar+o+Wei+Dream+Android+%28Y803+MT6516%29&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Android&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-12-18&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2424"><!-- &nbsp; --></abbr>
<div id="attachment_2490" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Wei-dream-Android-e1321400936371.jpg"><img class="size-medium wp-image-2490" title="Segure o botão 2 e ligue o celular no botão 1" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Wei-dream-Android-e1321400936371-300x279.jpg" alt="Segure o botão 2 e ligue o celular no botão 1" width="300" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">Segure o botão 2 e ligue o celular no botão 1</p></div>
<p>O celular Wei Dream tem bom custo/benefício, mas vem com um folheto sumário, em vez de manual. Assim, quem não conhece Android fica sem saber de importantes informações.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">[Para outras dúvidas, leia a <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/21/faq-do-celular-wei-dream-android-y803-mt6516/"><span style="color: #ff0000;">FAQ sobre o Wei Dream</span></a>]</span></p>
<p>Aqui, eu mostro como reverter o Wei Dream para a configuração de fábrica.</p>
<ol>
<li>Faça <a href="http://forum.xda-developers.com/wiki/index.php?title=Chinese_Clones_MTK6516#Backup.2C_Generate_.26_Restore_IMEI">backup do arquivo de IMEI</a> (nº de série do aparelho).</li>
<li>Ligue o backup de dados em &#8220;Configurações &gt; Privacidade &gt; Fazer backup dos meus dados&#8221; e ligue também &#8220;Restauração automática&#8221;, por garantia. Não sei se isto evita a perda dos IMEI, mas é melhor deixar ligado.</li>
<li>Desligue o celular.</li>
<li>Segure a tecla de &#8220;Aumentar volume&#8221; e segure a tecla “Ligar” por alguns segundos.</li>
<li>Surgirá uma tela com um triângulo com uma exclamação amarela e o robozinho. Solte os botões.</li>
<li>Aperte o botão de ligar novamente. Surgirá um menu.</li>
<li>Aperte o botão “Diminuir Volume” para se mover pelos menus. Use somente este botão para movimentar o cursor dos menus. <strong>Não aperte o botão de Aumentar o Volume para se movimentar no menu</strong>. Ele funciona como “Enter” ou “OK”. Não existe botão para subir no menu. Se chegar ao final do menu, “wipe cache”, aperte “Aumentar volume” para limpar o cache e voltar ao início.</li>
<li>Mova o cursor até “wipe data/factory reset”.</li>
<li>Aperte o botão de “Aumentar o volume”. Surgirá um menu &#8220;Android system recovery&#8221; com muitos “No” e um “yes”.</li>
<li>Mova o cursor do menu até “yes” e aperte o botão de “Aumentar Volume”.</li>
<li>Espere até o sistema ser reinstalado como de fábrica. Talvez seja necessário fazer isto algumas vezes até o sistema dar o <em>boot</em> corretamente.</li>
</ol>
<p>Os programas instalados são perdidos, mas não os arquivos ou pastas pessoais no cartão SD.</p>
<p>Na primeira vez que se entra no sistema, será solicitado que se faça a calibragem da tela tocando em quatro pontos. Quando toquei exatamente nos pontos, as teclas de baixo ficam de difícil acesso. Então, consegui recalibrar com um lápis tocando levemente acima dos pontos de baixo (<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/">leia o artigo sobre recalibragem</a>).</p>
<h3>Como recuperar números IMEI</h3>
<p>Mas cuidado: ressetar para as configurações de fábrica pode apagar o número de série IMEI de sistemas Android. Confira <a href="http://forum.xda-developers.com/wiki/index.php?title=Chinese_Clones_MTK6516#Backup.2C_Generate_.26_Restore_IMEI">como fazer backup dos arquivos de IMEI</a>.</p>
<p>Tecle no telefone: *#06#. Deve aparecer uma janelinha com os dois números IMEI. Se eles forem diferentes de 35182904XXXXXXN &#8212; se estiverem zerados, por exemplo &#8212; , você perdeu os números. Se acontecer isto, você deve gerar novamente os IMEI. Anote os números de seu telefone. Eles estão gravados dentro do aparelho, abaixo da bateria, na forma 35182904XXXXXXN ou outro número, onde X são os algarismos de série de cada <em>slot SIM card</em> e N é o dígito de controle.</p>
<p>Para isto, gere novo arquivo de IMEI  com o <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/imei-mt6516-y803.7z">Gerador de IMEI para celulares baseados no MT6516</a> (versões para Linux ou Windows). É um programa para linha de comando. No Windows, você deve abrir o shell executando o comando &#8220;cmd&#8221;:</p>
<pre>imei-y803.exe &lt;imei_1_15_digitos&gt; &lt;imei_2_15_digitos&gt;</pre>
<p>Coloque os dois números IMEI do seu celular, que estão impressos dentro do aparelho, abaixo da bateria.</p>
<p>Copie o arquivo gerado para o diretório raíz do cartão SD.</p>
<p>Depois, entre no console do Linux Android. <a href="http://www.eusouandroid.com/2011/08/download-adb-shell-android-tools.html">Veja neste site como entrar</a>. Se este site estiver desativado, baixe o  <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Eu-Sou-Android-Download-ADB-Shell-Android-Tools-_-Tutorial.mht_.zip">Tutorial de como entrar no shell do Android</a>. O tutorial está no formato MHT, que é lido pelo Infernet Exploder &#8212; ou Firefox com o plugin Mozilla Archive File Format.</p>
<p>No shell do Android, use os comandos:</p>
<pre>su
cp /sdcard/MP0B_001_NEW /data/nvram/md/NVRAM/NVD_IMEI/MP0B_001
chmod 650 /data/nvram/md/NVRAM/NVD_IMEI/MP0B_001</pre>
<p>O aparelho deve estar <em>rooted</em> e ter o busybox instalado. O programa Superuser e o busybox estão no Google Play. Lá também há outros programas que fazem isto. Qualquer um serve. Se tiver dúvida, procure na internet como fazer root no Android.</p>
<p>Ao digitar o comando SU (superuser, igual a administrador no Windows), o celular pode solicitar permissão, dependendo do programa superuser que você instalou. Conceda permissão, ou o comando SU vai falhar e aparecerá &#8220;Permission denied&#8221; no terminal.</p>
<p>Este gerador de IMEI é uma versão hackeada por mim baseada num gerador postado pelos usuários  f_mulder e pvsurkov do site russo <a href="http://forum.china-iphone.ru">forum.china-iphone.ru</a>.</p>
<p>Como eu não podia compilar o programa em linguagem C, fiz a troca  do byte 0&#215;57 por 0&#215;55 e do byte 0xDB por 0x8B diretamente nos executáveis. Estes bytes estão próximos, antes de bytes 0x8B. Esta troca é necessária para compatibilidade com o IMEI original do Y803 (Wei Dream). No código fonte, comentei a maneira que o IMEI é calculado.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">Como calibrar a tela do Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/21/faq-do-celular-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">FAQ do celular Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-usar-o-celular-wei-dream-como-modem/" rel="bookmark" class="crp_title">Como usar o celular Wei Dream como modem</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/08/11/controle-remoto-infra-vermelho-para-windows/" rel="bookmark" class="crp_title">Controle remoto infra vermelho para Windows</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/01/05/como-instalar-interface-grafica-ttk-no-python-do-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Como instalar interface gráfica ttk no Python do Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/17/como-ler-e-converter-livros-com-drm-no-calibre/" rel="bookmark" class="crp_title">Como ler e converter livros com DRM no Calibre</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/09/05/como-inserir-botoes-proxima-pagina-e-pagina-anterior-em-revistas-pdf/" rel="bookmark" class="crp_title">Como inserir botões &#8220;Próxima Página&#8221; e &#8220;Página anterior&#8221; em revistas PDF</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como usar o celular Wei Dream como modem</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 17:15:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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		<description><![CDATA[Ligue um laptop ao celular Android e tenha acesso internet através da rede telefônica móvel ou de pontos de acesso Wi-fi]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+usar+o+celular+Wei+Dream+como+modem&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Android&amp;rft.subject=Linux&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-12-18&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-usar-o-celular-wei-dream-como-modem/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2457"><!-- &nbsp; --></abbr>
<div id="attachment_2466" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Wei-Dream-tethering-2011-12-18-143000.png"><img class="size-full wp-image-2466" title="Wei Dream tethering: celular como modem" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Wei-Dream-tethering-2011-12-18-143000.png" alt="Wei Dream tethering: celular como modem" width="240" height="161" /></a><p class="wp-caption-text">Wei Dream tethering: celular como modem</p></div>
<p>É possível ligar-se um laptop ao celular Android e ter-se acesso internet através da rede telefônica móvel ou de pontos de acesso Wi-Fi como se o celular fosse um modem. Isto chama-se <em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tethering">tethering</a></em>, um recurso que faz parte do <a href="http://www.linux-usb.org/usbnet/">sistema GNU/Linux usbnet</a>.</p>
<p>[Antes de fazer alguma pergunta, leia a <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/21/faq-do-celular-wei-dream-android-y803-mt6516/">FAQ sobre o Wei Dream</a>]</p>
<p>No Android 2.2 &#8220;Froyo&#8221;, a configuração é bem simples. No celular Wei Dream fiz assim:</p>
<ol>
<li>Liguei o cabo USB.</li>
<li>Não liguei o armazenamento USB, quando solicitado.</li>
<li>Acessei &#8220;Configurações &gt; Redes sem fio e outras &gt; Vínculo&#8221; e liguei &#8220;Vínculo USB&#8221;.</li>
</ol>
<p>É só! O meu Ubuntu Linux reconheceu o acesso imediatamente como uma conexão USB e apareceu o ícone USB azul na barra de avisos do celular. <strong>GNU/Linux <em>rox!</em></strong></p>
<p>Para a conexão, o Android usa o Wi-Fi se ele estiver ligado. Caso contrário, usa o EDGE da rede telefônica móvel (cuidado se estiver em <em>roaming</em> e seu plano for por minuto).</p>
<h3>Windows</h3>
<p>Já com o Windows XP a situação é diferente. No mesmo menu &#8220;Configurações &gt; Redes sem fio e outras&#8221;, opção &#8220;Ajuda&#8221;, o <a href="http://www.android.com/tether#usb">site Android explica</a> que a conexão funciona direto no Windows Vista, 7 e Linux, mas com o Windows XP é necessário um ajuste. O sistema XP tem todos os <em>drivers</em> necessários para fazer a conexão mas não tem um arquivo de configuração &#8220;.inf&#8221; para instalar o dispositivo. O site oferece um <em>link</em> para download deste arquivo: <a href="http://www.android.com/drivers/tetherxp.inf">tetherxp.inf</a>.</p>
<p>Baixei, liguei o celular por USB, executei os passos de instalação do <em>driver</em> mas o Windows XP não reconheceu as configurações do arquivo &#8220;.inf&#8221;.</p>
<p>Abri o arquivo <strong>tetherxp.inf</strong> para analisar o problema. Descobri o seguinte trecho:</p>
<pre>[AndroidDevices]
; Google Nexus One without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_18D1&amp;PID_4E13
; Google Nexus One with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_18D1&amp;PID_4E14
; Google Nexus S without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_18D1&amp;PID_4E23
; Google Nexus S with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_18D1&amp;PID_4E24
; HTC Sapphire without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_0BB4&amp;PID_0FFE
; HTC Sapphire with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_0BB4&amp;PID_0FFC
; Motorola Sholes without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_22B8&amp;PID_41E4
; Motorola Sholes with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_22B8&amp;PID_41E5

[AndroidDevices.NT.5.1]
; Google Nexus One without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_18D1&amp;PID_4E13
; Google Nexus One with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_18D1&amp;PID_4E14
; Google Nexus S without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_18D1&amp;PID_4E23
; Google Nexus S with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_18D1&amp;PID_4E24
; HTC Sapphire without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_0BB4&amp;PID_0FFE
; HTC Sapphire with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_0BB4&amp;PID_0FFC
; Motorola Sholes without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_22B8&amp;PID_41E4
; Motorola Sholes with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_22B8&amp;PID_41E5</pre>
<p>Parece que o suporte a <strong>USB <em>tethering</em></strong> desta configuração contempla apenas os celulares Google Nexus One, Google Nexus S, HTC Sapphire e Motorola Sholes.</p>
<p>Tentei o seguinte truque: adicionei às configurações o VID (vendor ID) e PID (product ID) do WeiDream (<em>chip</em> MediaTek, interface USB identificada como da High Tech Computer Corp., pelo Linux).</p>
<p>Para descobrir o VID e o PID, liguei o <em>tethering</em> e usei o comando &#8220;lsusb&#8221; do Linux. O resultado foi:</p>
<pre>Bus 001 Device 006: ID <strong>0bb4:0003</strong> High Tech Computer Corp.</pre>
<p>Com apenas a conexão USB ligada, o resultado foi:</p>
<pre>Bus 001 Device 005: ID <strong>0bb4:0001</strong> High Tech Computer Corp.</pre>
<p>Com a depuração USB ligada (adb), o resultado foi:</p>
<pre>Bus 001 Device 008: ID <strong>0bb4:0c03</strong> High Tech Computer Corp.</pre>
<p>Reparei que cada modo tem um PID diferente. Por isto o armazenamento USB não fica disponível com <em>tethering</em> ou depuração ligados.</p>
<p>Então, na seção [AndroidDevices] do tetherxp.inf, adicionei:</p>
<pre>; Wei Dream without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_<strong>0bb4</strong>&amp;PID_<strong>0003</strong>
; Wei Dream with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS, USB\VID_<strong>0bb4</strong>&amp;PID_<strong>0c03</strong></pre>
<p>E na seção [AndroidDevices.NT.5.1]:</p>
<pre>; Wei Dream without adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_<strong>0bb4</strong>&amp;PID_<strong>0003</strong>
; Wei Dream with adb
%AndroidDevice%    = RNDIS.NT.5.1, USB\VID_<strong>0bb4</strong>&amp;PID_<strong>0c03</strong></pre>
<p>Religuei o celular ao Windows XP, fiz os passos de instalação de <em>drivers</em> e <em><strong>bingo!</strong></em> O dispositivo foi reconhecido e funciona corretamente. O Windows instala uma conexão local e a usa para conectar-se à internet. Talvez este meu &#8220;.inf&#8221; modificado seja o mítico <em>driver</em> <strong>MediaTek MT65xx MS</strong> que muita gente pede pela internet.</p>
<p>Baixe aqui o <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/tetherxp_wei_dream.inf_.7z">Driver MediaTek MT65xx MS for Windows </a><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/tetherxp_wei_dream.inf_.7z">(for Wei Dream USB tethering) </a>, zipado com <a href="http://www.7-zip.org/">7zip</a>.</p>
<p>Mas notei o seguinte: se desligo o <em>tethering</em> no celular, o Windows desativa a conexão e não religa mais. É necessário o usuário se deslogar e se logar novamente (não é necessário de dar novo boot). No entanto, se eu desativo a conexão pelo Windows <strong>antes</strong>, ela pode ser religada novamente.</p>
<div id="attachment_2480" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/smsung5-tethering.png"><img class="size-medium wp-image-2480" title="Roteamento Wi-Fi do Samsung 5. Este recurso não existe no Wei Dream." src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/smsung5-tethering-240x300.png" alt="Roteamento Wi-Fi do Samsung 5. Este recurso não existe no Wei Dream." width="240" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Roteamento Wi-Fi do Samsung 5. Este recurso não existe no Wei Dream.</p></div>
<p>Com o <em>tethering</em>, descobri que a minha conexão Oi Conta Total Light+internet (5 reais por mês para franquia de 100 MB, com diminuição de velocidade se ultrapassar o limite), com <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/EDGE">tecnologia EDGE</a>, consegui velocidades de download de 125 Kbps e de upload de 25 Kbps. Com a conexão Wi-Fi e internet ADSL de 2 Mbps da Oi, a velocidade de download foi de 1600 Kbps, contra 1800 Kbps da conexão por cabo Ethernet.</p>
<h3>Roteador Wi-Fi</h3>
<p>Infelizmente, o Wei Dream não permite se usar o celular como ponto de acesso sem fio para até oito computadores, recurso presente em celulares mais caros como o Samsung 5, por exemplo. Talvez o recurso tenha sido desabilitado por falta de potência do modem EDGE ou do <em>chip</em> MT6516 da MediaTek.</p>
<h3>Configuração do chip</h3>
<p>Para configurar a internet por EDGE (Enhanced GPRS), visite a página:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.euandroid.com.br/tutoriais/2011/01/configurando-apn-no-android/">Configurando APN no Android</a></li>
</ul>
<p>Ou tente o aplicativo APN Brasil, no Market, que configura automaticamente, mas não sei se trabalha com dois chips.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/21/faq-do-celular-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">FAQ do celular Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">Como calibrar a tela do Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/" rel="bookmark" class="crp_title">Como ressetar o Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/01/23/abrindo-portas-ip-para-emule-e-skype-automaticamente/" rel="bookmark" class="crp_title">Abrindo portas IP para eMule e Skype automaticamente com UPnP</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/19/google-earth-em-linux-como-eliminar-sombras-nos-baloes/" rel="bookmark" class="crp_title">Google Earth em Linux: como eliminar sombras nos balões</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/10/20/como-configurar-rede-ieee1394-firewire-no-ubuntu-10-10/" rel="bookmark" class="crp_title">Como configurar rede IEEE1394 (FireWire) no Ubuntu 10.10</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/05/06/como-configurar-servidor-xrdp-no-ubuntu/" rel="bookmark" class="crp_title">Como configurar servidor xrdp no Ubuntu</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-usar-o-celular-wei-dream-como-modem/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Como ler e converter livros com DRM no Calibre</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/17/como-ler-e-converter-livros-com-drm-no-calibre/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 22:43:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+ler+e+converter+livros+com+DRM+no+Calibre&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Geral&amp;rft.subject=Livros&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-12-17&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/17/como-ler-e-converter-livros-com-drm-no-calibre/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
Por evil_queen Há alguns meses eu reclamei aqui http://www.portaldetonando.com.br/forum/frete-de-e-books-so-no-brasil-t17349.html da dificuldade de lidar com ebooks comprados em livrarias brasileiras, por conta do DRM que esses arquivos possuem. Ontem, passeando pela...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+ler+e+converter+livros+com+DRM+no+Calibre&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Geral&amp;rft.subject=Livros&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-12-17&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/17/como-ler-e-converter-livros-com-drm-no-calibre/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2450"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><span style="font-size: xx-small;"><em><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Calibre-E-book-management.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2453" title="Calibre - E-book management" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Calibre-E-book-management-300x176.jpg" alt="" width="300" height="176" /></a>Por <strong><a href="http://www.portaldetonando.com.br/forum/member40453.html">evil_queen</a></strong></em></span></p>
<p>Há alguns meses eu reclamei aqui <a href="http://www.portaldetonando.com.br/forum/frete-de-e-books-so-no-brasil-t17349.html">http://www.portaldetonando.com.br/forum/frete-de-e-books-so-no-brasil-t17349.html</a> da dificuldade de lidar com ebooks comprados em livrarias brasileiras, por conta do <strong>DRM</strong> que esses arquivos possuem. Ontem, passeando pela internet, tive a felicidade de esbarrar nesse blog: <a href="http://apprenticealf.wordpress.com/" rel="nofollow">http://apprenticealf.wordpress.com/</a>, que ensina um truque super simples para que o <strong>Calibre</strong> aceite esses livros.</p>
<p>Não sei se os membros do fórum tem o hábito de comprar <em>ebooks</em>, mas pelos comentários aqui postados, percebo que tem aumentado a quantidade de pessoas que está comprando eReaders de várias marcas, e podem acabar esbarrando nas mesmas dificuldades de compatibilidade que eu tive.</p>
<p>Como o <strong>Calibre</strong> é compatível com praticamente qualquer <em>reader</em> disponível no mercado atualmente, mas não aceita livros com <strong>DRM</strong>, resolvi postar aqui uma traduçãozinha rápida do tutorial que ensina a tornar o <strong>Calibre</strong> compatível com <strong>DRM</strong> (e inclusive permite removê-lo).</p>
<p>Assim, quem tem um <em>reader</em> pode dispensar outros programas para converter e passar seus livros para o leitor sem dor de cabeça, e quem não tem <em>reader</em> pode ter cópias sem proteção dos livros que comprou, para transportá-los e lê-los no programa/dispositivo que achar mais apropriado, inclusive celulares e <em>palms</em>, que não comportam o Adobe Digital Editions.</p>
<ol>
<li>Se você ainda não usa o <strong>Calibre</strong> é necessário instalar o programa. Ele pode ser encontrado aqui: <a href="http://www.baixaki.com.br/download/calibre.htm" rel="nofollow">http://www.baixaki.com.br/download/<strong>calibre</strong>.htm</a></li>
<li>Baixe esse pacote de ferramentas aqui: <a href="http://www.datafilehost.com/download-4a2f247e.html">http://www.datafilehost.com/download-4a2f247e.html</a> e descompacte (Atualização: link quebrado. Procure por &#8220;<a href="https://www.google.com/search?client=ubuntu&amp;channel=fs&amp;q=Calibre_Plugins">Calibre plugins</a>&#8221; no Google).</li>
<li>Abra o <strong>Calibre</strong>. Clique em &#8220;Preferências -&gt; Clique em Plug-ins&#8221;.</li>
<li>Clique em “Add a new plugin” lá embaixo (um botão comprido).</li>
<li>Na caixa que abrir, navegue até o local onde está a pastinha que foi baixada no passo 2.</li>
<li>Procure a pasta Calibre_Plugins e abra. (existem outros arquivos nessa pasta zip que foi baixada, que não serão usados aqui).</li>
<li>Selecione um dos arquivos zip que estão naquela pasta (eles terão que ser adicionados um a um).</li>
<li>Clique em Adicionar (Add).</li>
<li>Clique no botão “Sim” na caixa de aviso que vai aparecer. Ela avisa toda vez que um plugin for instalado. Se tudo der certo, ele avisa que a instalação foi<br />
bem sucedida.</li>
<li>Repita os passos 4 a 9 para cada arquivo zip que está na pasta Calibre_Plugins (são 5 arquivos).</li>
<li>Cada plugin necessita de configuração, e esta depende do tipo de ebook que você tem. Se você tem ebooks em epub com o <strong>DRM</strong> que pode ser lido no Adobe Digital Editions (ebooks vendidos na Saraiva e Livraria Cultura), você não precisa fazer mais nada. (Não tenho nenhum PDF com essa proteção, mas acredito que também não necessita de configurações especiais) Se você tem ebooks Amazon Kindle que foram baixados de uma cópia do Kindle para Mac ou Kindle para PC que está instalado no seu computador, você também não precisa fazer mais nada. Outros formatos precisam de configuração.</li>
<li>Como configurar os plugins:<br />
Os plugins estão localizados em Preferências -&gt; Plugins -&gt; tipo de arquivos extensões (File type plugins). Clique em um plugin da lista e clique em Configurar Plugin (lá embaixo).</p>
<ol type="a">
<li>Se voce tem ebooks Mobipocket onde voce precisou digitar um PID no site do vendedor (livraria), ou se voce precisa lê-lo no Mobipocket Reader, então voce precisa colocar o PID que você usou no site para comprá-lo, ou o PID de instalação do Mobipocket Reader num campo específico do plugin K4MobiDeDRM. Esse PID tem 10 números e letras, com * ou $ como o oitavo caractere. Se voce tem mais de um PID, coloque-os separados por vírgulas.</li>
<li>Se você tem ebook para Amazon Kindle que foram baixados diretamente para o Kindle, você precisa colocar o serial number do Kindle num campo específico do plugin K4MobiDeDRM. Se você já tem um PID lá, adicione o serial do Kindle também, separado por vírgula.</li>
<li>Se você tem ebook em ePub da Barnes and Noble (por ex. do Nook), você precisa entrar com o nome e o número do seu cartão de crédito num campo específico do plugin Ignoble Epub DeDRM. O nome e número de cartão de crédito devem ser aqueles usados para conseguir o (código de desbloqueio) Credit Card unlock code na sua página do Nook Library. Separe o nome do número com uma virgula e não coloque nenhum espaço entre os números do cartão ou antes/depois da vírgula.</li>
<li>Se você tem ebook em formato eReader da Barnes and Noble, ou de, por exemplo, Fictionwise, você tem que entrar com o seu nome e os últimos 8 digitos do seu cartão de crédito num campo específico do plugin eReader PDB 2. Novamente, o nome e o número do cartão devem se aqueles usados no site da livraria para conseguir o <strong>DRM</strong> key/Unlock code.</li>
<li>Se você tem ebooks comprados na Apple iBooks store ou ebooks Microsoft LIT, ainda não é possível remover o <strong>DRM</strong>.</li>
</ol>
</li>
<li>Depois dessas modificações, é só clicar em aplicar” (Apply), e fechar as preferências.</li>
<li>Agora é só importar os livros protegidos por <strong>DRM</strong> para o <strong>Calibre</strong> e ele será capaz de convertê-los para outros formatos (salvos na biblioteca do <strong>calibre</strong>) e passá-lo para o seu <em>reader</em> sem problemas. Se o livro já está na sua biblioteca, será necessário re-adicionar, pois as modificações ocorrem no momento em que o <strong>calibre</strong> importa o livro para a biblioteca.</li>
</ol>
<p>É isso.</p>
<p>Adobe Digital Editions, Kindle para PC e Sony Reader Library, nunca mais! \o/</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Coleção de Fontes Google para publicações impressas</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/13/colecao-de-fontes-google-para-publicacoes-impressas/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 21:47:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[Fontes]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Editor escolhe fontes específicas para jornais e revistas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Cole%C3%A7%C3%A3o+de+Fontes+Google+para+publica%C3%A7%C3%B5es+impressas&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Design+Gr%C3%A1fico&amp;rft.subject=Diagrama%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Editora%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Fontes&amp;rft.subject=Jornalismo&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-12-13&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/13/colecao-de-fontes-google-para-publicacoes-impressas/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2440"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><a href="http://www.google.com/webfonts#ChoosePlace:select/Collection:Cabin+Condensed:400,500,600,700%7CSignika:400,300,600,700%7CSignika+Negative:400,300,600,700%7CRosario:400,400italic,700,700italic%7CLora:400,400italic,700,700italic%7CAmaranth:400,700,400italic,700italic%7CChivo:400,900,400italic,900italic%7CTerminal+Dosis:400,200,300,500,600,700,800%7CIstok+Web:400,400italic,700,700italic%7COpen+Sans:400,300,300italic,400italic,600,600italic,700,700italic,800,800italic%7CLato:400,100,100italic,300,300italic,400italic,700,700italic,900,900italic%7CMerriweather:400,300,700,900%7CCabin:400,400italic,500,500italic,600,600italic,700,700italic%7CDroid+Serif:400,400italic,700,700italic%7CArimo:400,400italic,700,700italic%7CUbuntu:300,300italic,400,400italic,500,500italic,700,700italic%7CVolkhov:400,400italic,700,700italic%7CArvo:400,700,400italic,700italic"><img class="alignright size-medium wp-image-2441" title="Captura_de_tela-Google Web Fonts - Mozilla Firefox" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/12/Captura_de_tela-Google-Web-Fonts-Mozilla-Firefox-300x230.png" alt="" width="300" height="230" /></a>O site de <a href="http://www.google.com/webfonts" target="_blank">web fontes do Google</a> oferece centenas de fontes tipográficas, cada uma mais bonita que a outra. A interface do site é excelente e oferece muitas possibilidades de visualização. A gente pode embutir as fontes em páginas web ou baixá-las para fazer publicações em papel.</p>
<p>Como esta modinha de internet vai passar logo, eu reuni uma coleção de fontes <strong>para se usar em jornais e revistas</strong>, seguindo os critérios:</p>
<ul>
<li><strong>Legibilidade</strong>. Principalmente a letra &#8220;a&#8221; deve ser de &#8220;barriguinha e topete&#8221;, não redonda &#8212; para não ser confundida com &#8220;o&#8221; &#8212; , e a altura &#8220;x&#8221; deve ser grande. Altura &#8220;x&#8221; é a altura das minúsculas em relação às  maiúsculas. Quanto mais altas as minúsculas, maior legibilidade.</li>
<li><strong>Seriedade</strong>. As fontes não podem ser &#8220;fantasia&#8221; ou ter detalhes que distraiam a atenção da mensagem textual. Algumas fontes do Google são bonitas mas ficam bem apenas em cartazes, convites, anúncios, não em jornais.</li>
<li><strong>Deve ter a família completa.</strong> As fontes devem ter, pelo menos, os estilos normal, <em>itálico</em>, <strong>negrito</strong> e <em><strong>negrito itálico</strong></em>, para dar flexibilidade de formatação e ênfase em certos trechos de títulos e textos.</li>
</ul>
<p>Baixe aqui a &#8220;<a href="http://www.google.com/webfonts#ChoosePlace:select/Collection:Cabin+Condensed:400,500,600,700|Signika:400,300,600,700|Signika+Negative:400,300,600,700|Rosario:400,400italic,700,700italic|Lora:400,400italic,700,700italic|Amaranth:400,700,400italic,700italic|Chivo:400,900,400italic,900italic|Terminal+Dosis:400,200,300,500,600,700,800|Istok+Web:400,400italic,700,700italic|Open+Sans:400,300,300italic,400italic,600,600italic,700,700italic,800,800italic|Lato:400,100,100italic,300,300italic,400italic,700,700italic,900,900italic|Merriweather:400,300,700,900|Cabin:400,400italic,500,500italic,600,600italic,700,700italic|Droid+Serif:400,400italic,700,700italic|Arimo:400,400italic,700,700italic|Ubuntu:300,300italic,400,400italic,500,500italic,700,700italic|Volkhov:400,400italic,700,700italic|Arvo:400,700,400italic,700italic|Crimson+Text:400,700italic,600italic,400italic,700,600|Droid+Sans:400,700|Gentium+Basic:400,700italic,400italic,700|Gentium+Book+Basic:400,700,400italic,700italic|PT+Sans:400,700italic,400italic,700|PT+Sans+Caption:400,700|PT+Sans+Narrow:400,700|PT+Serif:400,700italic,400italic,700|PT+Serif+Caption:400,400italic|Puritan:400,700italic,400italic,700|Tinos:400,700italic,400italic,700|Vollkorn:400,700italic,400italic,700|Yanone+Kaffeesatz:400,700,300,200|Economica|Share|Bitter|Alfa+Slab+One|Bowlby+One+SC|Holtwood+One+SC|Oswald|Anton|Passion+One|Josefin+Slab" target="_blank">Coleção Meira de Fontes Google para Jornais e Revistas</a>&#8220;. Clique à direita, em &#8220;Download your collection&#8221; para baixar um zip com a coleção toda. Além de fontes com família grande, adicionei algumas fontes sem família, mas boas para <em>headlines</em> ou cartolas (chapéus).</p>
<h3>Saiba mais</h3>
<ul>
<li>Outra tecnologia de embutir fontes na Web: <a href="https://typekit.com">Typekit</a></li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Análise: celular Wei Dream Android</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/15/analise-celular-wei-dream-android/</link>
		<comments>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/15/analise-celular-wei-dream-android/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2011 00:15:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2281</guid>
		<description><![CDATA[Análise do celular dual chip Android Wei Dream, com TV analógica, FM, duas câmeras e GPS.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=An%C3%A1lise%3A+celular+Wei+Dream+Android&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Android&amp;rft.subject=TV&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-11-15&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/15/analise-celular-wei-dream-android/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2281"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Wei-dream-Android-e1321400936371.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2319" title="Wei-dream-Android" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Wei-dream-Android-e1321400936371-300x279.jpg" alt="" width="300" height="279" /></a>Resolvi arriscar e comprar um celular Android chinês <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shanzhai">shanzhai</a>. Escolhi um dos mais baratos mas com bons recursos: o <strong>Wei Dream</strong>. Tem TV analógica, GPS, dois chips simultâneos, câmera na frente e atrás, entre outros recursos.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">[Antes de fazer alguma pergunta, leia a <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/21/faq-do-celular-wei-dream-android-y803-mt6516/">FAQ sobre o Wei Dream</a>]</span></p>
<p>Comprei pela <a href="http://www.mpway.com/Produtos.asp?ProdutoID=1651">MPWay</a> e o aparelho levou pouco mais de 40 dias para chegar pelos Correios, direto de Hong Kong para o interior do Rio Grande do Sul, Brasil. Custou R$ 199,90 (setembro de 2011), incluídos o frete e um cartão microSD de 2 GB.</p>
<p>Neste artigo, faço uma análise do aparelho, eventualmente comparando-o com o Samsung Galaxy 5 que comprei recentemente para minha mulher.</p>
<p>O <strong>Wei Dream</strong> tem um design bonito e despojado. Sua face é lisa, sem botões. Acima da tela ficam o logotipo do fabricante, o alto falante de chamadas e uma câmera de baixa resolução para vídeo-chamadas. As bordas têm uma proteção cromada e o corpo do aparelho é em material fosco com textura emborrachada. Os únicos botões estão na lateral superior, para ligar e desligar, e dois na lateral direita, controlados por uma única tecla, para aumentar e diminuir o volume. Na parte de baixo da tela, os tradicionais botões <em>Home</em>, <em>Menu</em>, <em>Back</em> e <em>Find</em>, do Android, são áreas sensíveis ao toque muito estreitas, que obrigam o usuário a tocá-los com a unha, em vez do dedo. No verso, na parte superior há a lente da câmera de alta resolução, dois leds para o flash e o alto falante, pequeno e com som ruim.</p>
<div id="attachment_2311" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Wei-Dream-screen.png"><img class="size-full wp-image-2311" title="Minha tela inicial do Wei Dream" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Wei-Dream-screen.png" alt="Minha tela inicial do Wei Dream" width="240" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Minha tela inicial do Wei Dream, com o simpático robozinho de papelão</p></div>
<p>O aparelho veio sem caixa, protegido por espuma de plástico, acompanhado por um carregador com entrada USB, um cabo USB micro-B que pode ser colocado num computador ou no carregador (boa ideia!), um fone de ouvido com microfone e botão para atendimento de chamadas, e um folheto, menor que bula de remédio, que é chamado de &#8220;manual&#8221;, com instruções básicas para uso do aparelho.</p>
<p>A falta de manual decente é um ponto negativo para quem nunca usou Android. Para quem quiser aprender, recomendo baixar o <a href="http://www.samsung.com/br/support/detail/supportPrdDetail.do?menu=SP09&amp;prd_ia_cd=1903&amp;prd_mdl_cd=GT-I5500YKBZTO&amp;prd_mdl_name=GT-I5500B&amp;srchword=Galaxy+5">manual do Samsung Galaxy 5</a>.</p>
<p>A tela do Wei Dream tem 240 x 400 pixels e é resistiva, em vez de capacitiva, tecnologia mais cara. Trocando em miúdos, significa que tenho de fazer <strong>pressão</strong> na tela para controlar o aparelho, em vez de apenas passar o dedo como nos modelos de marcas mais caras. Isto pode ser um pouco desconfortável, mas tem a vantagem de permitir o uso de um estilete ou lápis com borracha macia na ponta, o que não é possível com a tela capacitiva, que só funciona com a eletricidade da ponta dos dedos.</p>
<p>É uma tela maior que a do Samsung Galaxy 5, que mede 240 x 320 px. No entanto, seu brilho é menor do que o da tela coreana. Também é de plástico um pouco ondulado e flexível, enquanto que a do Galaxy parece de vidro e é perfeitamente plana.</p>
<p>Os fones de ouvido com botão de atendimento e microfone são vagabundinhos e não tem nem indicação de qual é o esquerdo ou o direito. São meio grandes para ouvidos ocidentais. Como  ponto positivo, há o fato de que o <em>plug</em> é de 3,5 mm (P2). Ou seja: dá para usar qualquer fone de ouvido de boa qualidade.</p>
<p>A mesma entrada do fone de ouvido é usada para se &#8220;flashar&#8221; o Wei Dream &#8212; <a href="http://www.eten-users.eu/index.php?/topic/21207-hd9-mt6516-support-thread/page__p__144041&amp;#entry144041">gravar uma ROM do aparelho em sua memória <em>flash</em></a> &#8212; com um cabo USB-serial. Mas isto é coisa para hackers ou assistência técnica. Não tente fazer em casa.</p>
<h3>Wei</h3>
<p>Wei é &#8220;alô&#8221; em chinês. O <a href="http://www.weitechnology.com/">fabricante Wei é de Taiwan</a> (o site estava registrado por Ching Wei Technology Ltd., antes de se mudar para os EUA e deixar o site vazio), e vem penetrando agressivamente no mercado brasileiro a partir do segundo semestre de 2011, através das lojas online MPWay e MPXShop, que inundaram sites acessados por brasileiros com maciças campanhas publicitárias.</p>
<p>A Wei tinha um site bonitinho mas sem muitas informações ou serviços. Dali não extraí muita coisa interessante.</p>
<p>No interior do aparelho há indicações como sendo modelo Y803 e o FCC ID A3LGTY803. Este FCC ID é falso. A3L identifica produtos da Samsung. Não há produto registrado por A3LGTY803 no <a href="http://transition.fcc.gov/oet/ea/fccid/">banco de dados da FCC</a>. Possivelmente, o aparelho não foi homologado pela Comissão.</p>
<p>Na verdade, <a href="http://mingdutech.en.made-in-china.com/product/weAnUFjKSvrC/China-Android-System-Mobile-Phone-Y803.html">o celular Y803</a> é fabricado pela Shenzhen Mingdu Technology Co., Ltd., da China continental, que o fornece em regime de OEM. Por estas especificações, parece que o modelo foi atualizado para o processador MT6573, erroneamente descrito como MTK6513.</p>
<h3>Hardware</h3>
<p>O celular <strong>Wei Dream</strong> é baseado no <a href="http://www.mediatek.com/en/Products/product_content.php?sn=53">MT6516</a>, system-on-chip (SoC) &#8220;2.75G&#8221; da empresa chinesa <strong>MediaTek</strong>, uma das maiores empresas sem-fábrica (<em>fabless</em>) do mundo. <em>Fabless</em> são empresas que apenas projetam e comercializam dispositivos mas mandam fabricar em outros lugares.</p>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/MT6516_Design_Notice_V1.0_01.jpg"><img class="size-medium wp-image-2294 alignright" title="MT6516_Design_Notice_V1.0_01" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/MT6516_Design_Notice_V1.0_01-300x210.jpg" alt="" width="300" height="210" /></a><em>System-on-chip</em> é o seguinte: os fabricantes colocam, num único chip, todos os  dispositivos necessários para um computador. No site da empresa não há detalhes, mas um chip posterior, <a href="http://www.mediatek.com/en/Products/product_content.php?sn=64">MT6573</a>, replica algumas das características do MT6516. Os esquemáticos confidenciais deste chip vazaram para a internet (<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/MT6516_Design_Notice_V1.0.pdf">MT6516_Design_Notice_V1.0</a>), de onde tirei este esquema ao lado.</p>
<p>Basicamente, a <strong>MediaTek</strong> juntou numa só placa:</p>
<ul>
<li>Um processador <strong>ARM926EJ-S rev 5 (v5l)</strong> de <strong>416 MHz</strong> (ARM9 Jazelle). Esta versão da família de processadores RISC ARM roda código Java de 8 bits diretamente pelo hardware, o que ajuda a aumentar a velocidade de execução desta linguagem infernalmente lenta.</li>
<li>Um processador <strong>ARM7</strong> de 104 MHz para o modem telefônico.</li>
<li>Um receptor/transmissor para rede celular EDGE &#8220;2.75G&#8221; (2,75ª geração? Esses marqueteiros!).</li>
<li>Receptor/transmissor Bluetooth e Wi-Fi.</li>
<li>Um receptor de TV digital e analógica.</li>
<li>Um receptor FM.</li>
<li>Um receptor GPS.</li>
<li>Um chip ASIC específico para manipular MP3, MP4, jpeg e imagens 2D e 3D, além de gerenciar a memória.</li>
<li>Controladores de periféricos para fone de ouvido, cartão microSD, 2 chips telefônicos, alto-falante, tela QVGA (320&#215;240), bateria inteligente, câmera fotográfica e de vídeo.</li>
</ul>
<p>A <strong>MediaTek</strong> fornece este chip e um hardware de referência para diversos fabricantes de celulares, que inundam o mercado com modelos levemente diferentes. Lançado em 2009, a <em>fabless</em> esperava vender mais de 10 milhões de chips em um ano.</p>
<p>Muitas marcas <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shanzhai">Shanzhai</a> (apelidados de xing-ling no Brasil) usam este hardware, entre eles uma <a href="http://www.eten-users.eu/index.php?/topic/21207-hd9-mt6516-support-thread/page__s__a8510ea5225062026109e9138e075309">cópia do HTC chamada HD9</a>. Existem outros modelos chamados de Star A1000, A3000, <a href="http://www.clonedinchina.com/2011/02/cheap-dual-sim-android-phone-a5000-based-on-mtk6516.html">A5000</a>.</p>
<p>Este é o capitalismo chinês: a Wei não tem fábrica e encomenda celulares da Mingdu, que encomenda componentes de outras empresas como a MediaTek, que não tem fábrica e encomenda componentes de outras empresas. Toda esta  linha de fornecedores pode ser consultada em sites business-to-business (B2B) como <a href="http://www.made-in-china.com/">Made In China</a>, <a href="http://www.etradeasia.com/companies/3062/Electronic_Supplies.html">Asia Trade</a> e <a href="http://www.diytrade.com">DIYtrade</a>.</p>
<h3>Hacking Wei Dream</h3>
<p>Através do <a href="http://developer.android.com/sdk/index.html">Android Development Kit</a> (para Windowos e para Linux), com o cabo USB e a opção &#8220;Configuração &gt; Aplicativos &gt; Desenvolvimento &gt; Depuração USB&#8221; ligada, eu  entrei no <em>shell</em> deste celular com o comando:</p>
<pre>adb shell</pre>
<p>No shell, com o comando Linux &#8220;cat /proc/cpuinfo&#8221; obtive o seguinte resultado:</p>
<pre>cat /proc/cpuinfo
Processor       : ARM926EJ-S rev 5 (v5l)
BogoMIPS        : 207.66
Features        : swp half thumb fastmult edsp java
CPU implementer : 0x41
CPU architecture: 5TEJ
CPU variant     : 0x0
CPU part        : 0x926
CPU revision    : 5

Hardware        : MT6516 E1K
Revision        : 659e8b01
Serial          : 0000000000000000
$</pre>
<p>O dado mais significativo é o BogoMIPS, uma medida genérica Linux da velocidade do processador. No Galaxy 5 de 600 MHz, o BogoMIPS reportado é de 599. Estranho que a MediaTek informe que a velocidade do ARM926EJ-S é de 416 MHz, quando seu BogoMIPS é de 207.66, a metade do especificado.</p>
<p>Abaixo, o resultado do AnTuTu Benchmark. Último lugar. Só para referência, o <strong>HTC Wildfire S</strong> tem processador de 600 MHz e chegou a 1000 pontos. O <strong>Wei Dream</strong> obteve 634. Talvez o BogoMIPS de 207.66 MHz não corresponda à frequência real do processador.</p>
<div id="attachment_2304" class="wp-caption alignnone" style="width: 250px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Benchmark-2011-11-12-112150.png"><img class="size-full wp-image-2304" title="Benchmark do Android Wei Dream" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Benchmark-2011-11-12-112150.png" alt="Benchmark do Android Wei Dream" width="240" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Benchmark do Android Wei Dream</p></div>
<p>Outros resultados AnTuTu Benchmark:</p>
<div id="attachment_2306" class="wp-caption alignnone" style="width: 250px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Benchmark-2011-11-12-112255.png"><img class="size-full wp-image-2306" title="Benchmark do Wei Dream" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Benchmark-2011-11-12-112255.png" alt="Benchmark do Wei Dream" width="240" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Benchmark do Wei Dream</p></div>
<p>Interessante que o aplicativo AnTuTu não teve acesso à frequência do processador, nesta tela.</p>
<p>A memória reportada pelo Linux, que acessei pelo comando &#8220;dmesg&#8221; no <em>shell</em> Android foi esta:</p>
<pre>Memory: 124MB 63MB = 187MB total
Memory: 184312KB available (3688K code, 955K data, 144K init, 0K highmem)</pre>
<h3>Software</h3>
<p>O <strong>Wei Dream</strong> vem com alguns softwares do Google instalados, como Gmail, Navegador, Locals, Maps e Android Market, e muitos outros podem ser baixados pelo Market.</p>
<p>Além do Navegador do Google, ele veio com um programa de GPS chinês medonho, que não consegui usar porque não houve jeito de captar os satélites GPS, só localização por rede de telefonia e Wi-Fi, que dá precisão grosseira de uns 300 metros. Não sei se é defeito do meu aparelho ou do modelo.</p>
<p>Pelo comando &#8220;dmesg&#8221; do Android Linux <em>shell</em>, obtive os logs:</p>
<pre>[    1.124420] GPS: mt3326_gps_power: Switching GPS device on
[    1.125177] GPS: mt3326_gps_power: ignore power control: 1
[    1.125896] GPS: mt3326_gps_probe: Registering chardev
[    1.126579] GPS: mt3326_gps_probe: major: 229, minor: 0
[    1.127787] GPS: mt3326_gps_probe: Done</pre>
<p>Isto indica que o driver GPS foi carregado e deveria estar trabalhando. O Dalvik Debugger não mostra nenhuma mensagem de erro do GPS. Será alguma configuração errada?</p>
<h3>Sem Skype e sem Flash</h3>
<p>Talvez pela baixa velocidade do processador, o Skype avisou, na instalação, que é incompatível com o dispositivo. É chato ter câmera de vídeo-chamada e não poder usar.</p>
<p>O Adobe Flash for Mobile também não vai rodar (exige ARM11), mas isto não é problema porque <a href="http://imasters.com.br/noticia/22718/flash/flash-para-android-sera-descontinuado">nenhum celular mais vai rodar Flash</a>: ele foi descontinuado e será substituído por HTML5.</p>
<h3>Imagem e som</h3>
<p>Os vídeos do YouTube rodaram bem. Já as câmeras têm imagens terríveis, sem foco e sem luz nos cantos, parecendo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lomography">lomografias</a>. No entanto, a câmera de trás faz fotos de 1024 x 768 pixels e filma em mpeg4 a 720 x 480 pixels, 18 quadros por segundo,  o que é uma boa surpresa.</p>
<p>O comando <em>shell</em> Android  &#8220;getprop&#8221;, que lista o banco de dados do dispositivo &#8212; análogo ao registro do Windows &#8211;, reportou compatibilidade com os seguintes formatos:</p>
<pre>[ro.media.enc.hprof.file.format]: [3gp]
[ro.media.enc.hprof.codec.vid]: [m4v]
[ro.media.enc.hprof.vid.width]: [720]
[ro.media.enc.hprof.vid.height]: [480]
[ro.media.enc.hprof.vid.fps]: [30]
[ro.media.enc.hprof.vid.bps]: [3400000]
[ro.media.enc.hprof.codec.aud]: [amrnb]
[ro.media.enc.hprof.aud.bps]: [12200]
[ro.media.enc.hprof.aud.ch]: [1]
[ro.media.enc.hprof.aud.hz]: [8000]
[ro.media.enc.mprof.file.format]: [3gp]
[ro.media.enc.mprof.codec.vid]: [m4v]
[ro.media.enc.mprof.vid.width]: [352]
[ro.media.enc.mprof.vid.height]: [288]
[ro.media.enc.mprof.vid.fps]: [30]
[ro.media.enc.mprof.vid.bps]: [990000]
[ro.media.enc.mprof.codec.aud]: [amrnb]
[ro.media.enc.mprof.aud.bps]: [12200]
[ro.media.enc.mprof.aud.ch]: [1]
[ro.media.enc.mprof.aud.hz]: [8000]
[ro.media.enc.lprof.file.format]: [3gp]
[ro.media.enc.lprof.codec.vid]: [h263]
[ro.media.enc.lprof.vid.width]: [176]
[ro.media.enc.lprof.vid.height]: [144]
[ro.media.enc.lprof.vid.fps]: [30]
[ro.media.enc.lprof.vid.bps]: [384000]
[ro.media.enc.lprof.codec.aud]: [amrnb]
[ro.media.enc.lprof.aud.bps]: [12200]
[ro.media.enc.lprof.aud.ch]: [1]
[ro.media.enc.lprof.aud.hz]: [8000]
[ro.kernel.touchpanel.type]: [capacitive]</pre>
<p>Hprof, mprof e lprof imagino que sejam os perfis multimídia de qualidade alta, média e baixa, respectivamente. Então, os formatos de encodificação suportados pelo hardware seriam:</p>
<ul>
<li><strong>Alta qualidade</strong>: vídeo <em>container</em> <strong>3gp</strong>, codec <strong>mpeg4</strong>, imagem com dimensões de <strong>720&#215;480</strong> pixels, <strong>30</strong> quadros por segundo, banda máxima de <strong>3400 bps</strong>, áudio formato <strong></strong><strong>AMR-NB</strong>, <strong>8 KHz</strong>, <strong>12,2 bps</strong>, <strong>um</strong> canal.</li>
<li><strong>Média qualidade</strong>: vídeo <em>container</em> <strong>3gp</strong>, codec <strong>mpeg4</strong>, imagem com dimensões de <strong>352&#215;288</strong> pixels (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Common_Intermediate_Format">CIF</a>), 30 quadros por segundo, banda máxima de <strong>990 bps</strong>, áudio formato <strong></strong><strong>AMR-NB</strong>, <strong>8 KHz</strong>, <strong>12,2 bps</strong>, <strong>um</strong> canal.</li>
<li><strong>Baixa qualidade</strong>: vídeo <em>container</em> <strong>3gp</strong>, codec <strong>h263</strong>, imagem com dimensões de <strong>176&#215;144</strong> pixels (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Common_Intermediate_Format">QCIF</a>), 30 quadros por segundo, banda máxima de <strong>384 bps</strong>, áudio formato <strong>AMR-NB</strong>, <strong>8 KHz</strong>, <strong>12,2 bps</strong>, <strong>um</strong> canal.</li>
</ul>
<p>Não sei o quanto se pode confiar nestas informações, porque a chave &#8220;ro.kernel.touchpanel.type&#8221; diz que a tela é capacitiva quando ela é resistiva. Que outras chaves estarão incorretas?</p>
<p>Como se pode ver pelas especificações, o áudio é da pior qualidade possível &#8212; AMNR-NB é codec para voz, tem um som de lata. E a baixa sensibilidade do microfone não ajuda em nada.</p>
<p>O alto-falante externo é pequeno e tem som muito baixo e de péssima qualidade.</p>
<p>O gravador de áudio <em>default</em> grava com um volume terrivelmente baixo, e em formato AAC. Além disto, guarda as gravações na raiz do microSD, em vez de colocar numa pasta própria. Programador relapso!</p>
<p>O único programa que gravou razoavelmente bem foi o <a href="https://market.android.com/details?id=ix.com.android.VirtualRecorder">VirtualRecorder</a> com a pré-amplificação no máximo ou &#8220;<em>Enable booster</em>&#8221; ligado. Depois, é preciso converter para os arquivos gerados em formato PCM para MP3 através do programa <a href="https://market.android.com/details?id=org.freemp3droid&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwyLDEsIm9yZy5mcmVlbXAzZHJvaWQiXQ..">FreeMP3Droid</a>.</p>
<p>Mas o vídeo em média resolução &#8212; 720 x 480 pixels &#8212; é até razoável para um dispositivo desta classe, embora eu só obtivesse 18 quadros por segundo e 2200 bps, em média, e não os 30 fps e 3400 bps registrados.</p>
<h3>Media player</h3>
<p>Como <em>media player</em> o Wei Dream funciona legal: roda mp3 e mpeg4! Ideal para uma viagem longa ouvindo música ou assistindo a vídeos.</p>
<p>Ao converter vídeos para carregar no <strong>Wei Dream</strong>, obtive sucesso com o programa livre <strong>WinFF</strong> (para Linux e Windows, um <em>front end</em> para o <strong>ffmpeg</strong>) e com os  seguintes parâmetros colocados num perfil que criei, &#8220;Mobile Phone &gt; Wei Dream wide&#8221;:</p>
<pre>-r 15 -vcodec mpeg4 -vtag mp4v -s 400x240 -aspect 5:3 -acodec libfaac -ar 22050 -sample_fmt s16 -ab 128k -ac 2</pre>
<p>Para manter a proporção da TV <em>standard</em>, fiz um outro perfil com &#8220;-s 320&#215;240 -aspect 4:3&#8243;.</p>
<p>O formato do arquivo <em>conteiner</em> deve ser &#8220;3gp&#8221;. Posso baixar dezenas de vídeos do YouTube pelo <a href="http://www.getmiro.com/">Miro</a> e depois converter tudo em batelada.</p>
<p>Um minuto de vídeo gravado da TV a 720&#215;480 pixels, 30 fps, 2000 bps, que ocupa 13 MB, fica com 2,5 MB depois de convertido.</p>
<h3>Leitura de códigos QR</h3>
<p>Vale reportar que o único <strong>leitor de QR Code</strong> que funcionou com a câmera foi o <a href="https://market.android.com/details?id=com.scanbuy.leitorvivo&amp;feature=search_result#?t=W251bGwsMSwyLDEsImNvbS5zY2FuYnV5LmxlaXRvcnZpdm8iXQ..">Leitor Vivo</a>, da operadora de telefonia Vivo, aplicativo OEM da ScanLife. O original também funciona. Isto é bom, pois um leitor de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo_QR">QR Code</a> é importante para usuários de <em>mobile</em> evitarem a chatíssima digitação de URLs.</p>
<p>No entanto, este aplicativo tem uma estranha incompatibilidade com o excelente pega-ladrão <a href="http://preyproject.com/">Prey</a>. O leitor praticamente trava o Wei Dream de tal forma que é necessário ressetar o aparelho. &#8220;Reset&#8221; é como a MediaTek chama tirar a pilha.</p>
<h3>TV e rádio</h3>
<p>A televisão teve uma boa recepção, graças à antena telescópica embutida, mesmo na área de sinal fraco em que moro. Durante a recepção de TV, pode-se tirar <em>screenshots</em> da tela em formato jpeg 320 x 240 pixels ou gravar o vídeo em formato de média qualidade, razoável para mandar ao YouTube. Um ponto a favor do chip MT6516.</p>
<p>O rádio também tem uma boa recepção em função da antena telescópica e não precisa de fone de ouvido para sintonizar, diferentemente de alguns celulares que usam os fios do fone como antena. Outro ponto positivo. Mas, a lista de estações preferidas é pequena: cabem apenas 5 rádios.</p>
<p>No entanto, qualquer atividade multimídia fica com áudio &#8220;picotado&#8221; se o Wei Dream tiver que fazer outra tarefa, como atualizar algo pela rede.</p>
<h3>Jogos</h3>
<div id="attachment_2385" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/device-2011-11-17-115302.png"><img class="size-medium wp-image-2385" title="device-2011-11-17-115302" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/device-2011-11-17-115302-300x180.png" alt="" width="300" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Artifacs: erro do chip jpeg?</p></div>
<p>Bom&#8230; <em>dá</em> pra jogar Angry Birds, não se preocupe. Meio travadinho, sem som, sem a engraçadíssima gritaria dos passarinhos, mas roda. Estranho são os <em>artifacs</em> que aparecem nas telas (imagem ao lado) nas bordas das lajotas bitmap que formam as telas do jogo. Suponho que sejam erros do chip processador de jpeg, mas estou &#8220;chutando&#8221;.</p>
<p>Compare com uma imagem do Samsung Galaxy 5.</p>
<div id="attachment_2411" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/device-2011-11-18-115527.png"><img class="size-medium wp-image-2411" title="Angry Birds no Galaxy 5" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/device-2011-11-18-115527-300x240.png" alt="Angry Birds no Galaxy 5" width="300" height="240" /></a><p class="wp-caption-text">Angry Birds no Galaxy 5</p></div>
<p><strong>Já joguinhos 3D, sem chance</strong>. O MT6516 não tem fôlego para isto.</p>
<h3>Baterias</h3>
<p>Como em qualquer Android &#8212; aliás, qualquer <em>smartphone</em> com sistema tipo Unix &#8211;, as baterias de 1200 mAh duram pouco, talvez 3 h de uso intensivo como assistindo vídeos e navegando na internet.</p>
<p>Para abrir a tampa do Wei Dream, deve-se colocar a unha na ranhura, encostar o pulso no aparelho e fazer um movimento como quem acelera uma moto, com cuidado.</p>
<p>As baterias ficam por cima dos cartões SIM, e estes ficam por cima do cartão microSD, o que impede o <em>hot swap</em> (como se alguém fosse doido de fazer <em>hot swap</em> numa partição Linux montada). É preciso cuidado para abrir a cobertura do SIM1. É necessário se deslizar a cobertura metálica uns milímetros para trás, para liberar a trava e acessar o microSD. Atenção: <strong>o cartão SIM1 fica <em>encaixado</em> nesta tampinha</strong> e move-se com ela. O cartão SD fica embaixo do SIM1 e também é travado com uma pequena aba que deve ser afastada para librá-lo. O desenho que explica isto está de cabeça para baixo.</p>
<h3>Custo</h3>
<p>Fico impressionado com o marketing industrial da cultura <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Shanzhai">Shanzhai</a> chinesa. Este aparelho custou R$ 199,99. São 113 dólares, pelo câmbio de setembro de 2011. Desconte uns 4 dólares pela memória de 2GB, menos uns 13 dólares pelo frete, e temos um aparelho que pode ter custado 96 dólares. A margem de lucros deve ser mínima, pois na época do lançamento da plataforma MT6516, em 2009-2010, o custo estimado desta classe de dispositivos era de 100 a 105 dólares. A faixa de 95 a 100 dólares era da uma classe imediatamente inferior, de aparelhos sem Android.</p>
<p>Imagino que esta classe tenha baixado de preço em função do novo chip MT6573, que roda a 650 MHz e tem 3G.</p>
<p>O lado negativo do preço baixo é que os fabricantes economizam em tudo: falta suporte, manual, assistência técnica. Se o aparelho estragar, é o fim!</p>
<p>Se eu fosse consultor dos chineses, recomendaria abrirem as especificações e criarem comunidades de fãs para melhorarem os aparelhos de graça.</p>
<h3>Conclusões</h3>
<p>O celular Wei Dream é bom? (frase para ficar bem colocado no Google). Depende do que se quer fazer com ele e de quanto dinheiro pretende-se gastar.</p>
<p>Apesar do baixo desempenho, o <strong>Wei Dream</strong> tem um ótimo custo/benefício. É o Android mais barato do mundo. Vale a pena para quem quer entrar no mundo Android e não é exigente em relação a recursos multimídia ou de jogos. Para comunicação e internet, o dispositivo cumpre bem a função, assim como para quem quer aproveitar as melhores ofertas de duas operadoras diferentes ao mesmo tempo.</p>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Android-wallpaper+1.png"><img class="alignright size-medium wp-image-2419" title="Android-wallpaper+(1)" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Android-wallpaper+1-e1321811478196-245x300.png" alt="" width="245" height="300" /></a>E &#8212; ora bolas! &#8212; é um Android! Super hackeável! Quero ver alguém fazer com o iPhone o que se pode fazer com um Android.</p>
<p>Quem pretende começar a desenvolver aplicativos para esta plataforma, é bom começar com um mínimo denominador comum, um dispositivo de baixo desempenho. E barato, para o caso de transformar o celular num tijolo, numa aventura de <em>flashing</em> mal sucedida.</p>
<h3>Pontos positivos</h3>
<ul>
<li>É Android.</li>
<li>É Android atualizado, versão 2.2.1 &#8220;Froyo&#8221;.</li>
<li>Tem preço baixo: 113 dólares por um Android com cartão de 2MB é uma barganha.</li>
<li>Suporta dois chips simultâneos.</li>
<li>Tem duas câmeras.</li>
<li>Grava vídeos em resolução 720&#215;480 pixels.</li>
<li>O software de fotos tem recursos para fotos panorâmicas, reconhecimento de rostos e sorrisos.</li>
<li>Capta boa imagem da TV analógica, padrão que vai funcionar no Brasil até 2016. Até lá, este celular estará obsoleto.</li>
<li>Possui carregador com entrada USB. O mesmo cabo MicroUSB carrega pela tomada ou pelo computador.</li>
<li>Tem <em>timer</em> para desligar e ligar o aparelho automaticamente. À noite, por exemplo.</li>
<li>O fone tem <em>plug</em> P2 de 3,5 mm.</li>
</ul>
<h3>Pontos negativos</h3>
<ul>
<li>O GPS não captou nenhum satélite, apenas pontos Wi-Fi e de telefonia.</li>
<li>Não tem assistência técnica no Brasil. Se estragar, resulta em perda total.</li>
<li>Fabricante não dá suporte para ROMs e atualizações. Não achei nada no site da Wei.</li>
<li>Tem velocidade de clock baixa (207,66 MHz? 416 MHz?).</li>
<li>Não rodou Skype, que diz que o dispositivo é incompatível ou dá erro na partida.</li>
<li>Não roda Flash.</li>
<li>As fotos e vídeos são de baixa qualidade.</li>
<li>Tem baixíssimo desempenho 3D.</li>
<li>Tem baixa qualidade de áudio gravado.</li>
</ul>
<h3>Referências</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.cn-c114.net/578/a566552.html">MediaTek to ship 10 million MT6516 smartphone solutions in December and January, says paper</a></li>
<li><a href="http://www.linuxforu.com/how-to/android-on-a-dual-sim-smartphone/">Android on a Dual-SIM Smartphone</a></li>
<li><a href="http://www.globalsources.com/gsol/I/Smartphone/a/9000000118860.htm">Android phone R&amp;D underscores features-rich units</a></li>
<li><a href="http://pdadb.net/index.php?m=cpu&amp;id=a6516&amp;c=mediatek_mt6516">MediaTek MT6516 RISC Microprocessor</a></li>
<li><a href="http://www.thegeekstuff.com/2010/11/linux-proc-file-system/">Explore Linux /proc File System</a></li>
<li><a href="http://forum.xda-developers.com/wiki/index.php?title=Chinese_Clones_MTK6516">Chines clones MTK6516</a></li>
</ul>
<h3>Saiba mais</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.celularesandroid.com.br/">Celulares Android</a></li>
</ul>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">Como calibrar a tela do Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/21/faq-do-celular-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">FAQ do celular Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-ressetar-o-wei-dream-android/" rel="bookmark" class="crp_title">Como ressetar o Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/12/18/como-usar-o-celular-wei-dream-como-modem/" rel="bookmark" class="crp_title">Como usar o celular Wei Dream como modem</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/05/31/avaliacao-do-nokia-5200-boas-e-mas-noticias/" rel="bookmark" class="crp_title">Avaliação do Nokia 5200: boas e más notícias</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/07/16/como-assistir-tv-a-cabo-de-graca/" rel="bookmark" class="crp_title">Como assistir a TV a cabo de graça</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/06/gravacao-digital-de-tv-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Gravação digital de TV</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/15/analise-celular-wei-dream-android/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>842</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Montador de matéria jornalística para PageMaker</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/02/montador-de-materia-jornalistica-para-pagemaker/</link>
		<comments>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/02/montador-de-materia-jornalistica-para-pagemaker/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2011 18:51:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2249</guid>
		<description><![CDATA[Script para montar matérias jormalísticas automaticamente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Montador+de+mat%C3%A9ria+jornal%C3%ADstica+para+PageMaker&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Design+Gr%C3%A1fico&amp;rft.subject=Diagrama%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=PageMaker&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-11-02&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/11/02/montador-de-materia-jornalistica-para-pagemaker/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2249"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p>Embora o PageMaker esteja superado, muita gente ainda usa-o e continuará usando-o por alguns anos. Por exemplo, o curso de Jornalismo da UFSM em Frederico Westphalen trabalha com PageMaker ao lado do <strong>Scribus</strong>, programa mais atualizado e em software livre .</p>
<p>Para facilitar o trabalho dos alunos, criei <em>scripts</em> para automatizar a montagem de matéria jornalística (<em>story</em>) em jornais e revistas.</p>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/paleta-scripts.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2253" title="Paleta de scripts do PageMaker" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/paleta-scripts-173x300.jpg" alt="" width="173" height="300" /></a>O arquivo executável abaixo instala os <em>scripts</em> e um novo <em>engine</em> de <em>scripts</em> do PageMaker nunca distribuído oficialmente, criado pelo funcionário da Adobe desenvolvedor desta parte do sistema. Além disto, também instala a documentação da linguagem <em>script</em>. Aviso legal: Não ofereço nenhuma garantia. Use-o por sua conta e risco.</p>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/Scripts-PageMaker.7z">Scripts PageMaker (2.1 MB, arquivo 7Z).</a></p>
<p>Os <em>scripts</em> são instalados por <em>default</em> na pasta c:\Arquivos de programas\Adobe\PageMaker 7.0\RSRC\BRASIL\PLUGINS\Roteiros\Diagramação\. Assim, aparecem na paleta de Roteiros do PageMaker (Menu &#8220;Janela &gt; Recursos adicionais &gt; Exibir roteiros&#8221;, ou <kbd>ALT</kbd>+<kbd>J</kbd>, <kbd>R</kbd>, <kbd>R</kbd>). Os meus <em>scripts</em> ficam na pasta &#8220;Diagramação&#8221;, que não existe na instalação original do PM.</p>
<p>Os <em>scripts</em> &#8220;<strong>Cria folha de estilos</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Cria folha de estilos CN</strong>&#8221; criam estilos básicos para diagramação de jornais e revistas. O segundo é especial para o jornal-laboratório Curso da Notícia, da UFSM.</p>
<p>Os <em>scripts</em> &#8220;<strong>Monta foto solta</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Monta foto em quadro</strong>&#8221; adicionam legenda e crédito a fotos colocadas soltas ou em quadros, respectivamente. Selecione a foto ou o quadro e rode o script. Preencha os textos e clique OK. A foto, a legenda e os créditos ficam agrupados e com o &#8220;afastador de texto&#8221; ligado nos lados e embaixo do grupo. O crédito fica à direita, em 90 graus.</p>
<p>Mas o melhor vem agora: o <em>script</em> &#8220;<strong>Monta matéria NG&#8221;</strong> (New Generation) monta uma matéria jornalística completa, com texto formatado. Funciona assim:</p>
<ol>
<li>Copio um texto de um editor de texto ou copio um bloco de texto do PageMaker.</li>
<li>Desenho um quadro de texto. (Não confunda <strong>quadro</strong> de texto com <strong>bloco</strong> de texto. Não uso blocos de texto solto para diagramar jornais no PageMaker, pois é uma abordagem superada e perigosa). Veja abaixo o quadro selecionado e, na página ao lado, o bloco de texto copiado e esperando na memória <em>clipboard</em> do Windows. Repare também que a folha de estilos para jornal está bem completa.<br />
<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/monta-materia-pagemaker-01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2255" title="monta-materia-pagemaker-01" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/monta-materia-pagemaker-01-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></li>
<li>Rodo o <em>script</em> clicando duas vezes em cima do nome dele. Surgirá a seguinte janela de diálogo:<br />
<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/dialogo-monta-materia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2252" title="dialogo-monta-materia" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/dialogo-monta-materia-300x263.jpg" alt="" width="300" height="263" /></a><br />
Nela, eu escolho os estilos a serem aplicados em até sete primeiros parágrafos do texto na memória (O <em>script</em> automaticamente limpa o texto, tirando parágrafos vazios e tabulações. Portanto, não me preocupo se há parágrafos extra no texto). Se eu não quero que um estilo seja aplicado (por exemplo, se a matéria não tem antetítulo), eu desmarco a <em>checkbox</em> ao lado do estilo. No segundo e terceiro parágrafos (título e subtítulo), eu devo escolher quantas linhas de texto os elementos vão ocupar. Depois dos estilos, determino em quantas colunas o texto da matéria será dividido, e se quero linhas guia em volta desta matéria, para ajudar a posicionar outras matérias.</li>
<li>Depois de alguns segundos limpando o texto, o <em>script</em> monta um quadro de texto para os títulos da matéria e um quadro de texto para cada coluna da matéria:<br />
<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/monta-materia-pagemaker-02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2257" title="monta-materia-pagemaker-02" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/monta-materia-pagemaker-02-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a></li>
<li>Os quadros das colunas são agrupados para que eu possa ajustar em bloco sua altura (o bloco do título não é agrupado para que sua altura não seja distorcida). Como todos os quadros de texto estão ligados, o texto passa de uma coluna para outra. Veja como fica a matéria quando eu levanto a alça inferior do grupo:<br />
<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/monta-materia-pagemaker-03.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2258" title="monta-materia-pagemaker-03" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/monta-materia-pagemaker-03-300x206.jpg" alt="" width="300" height="206" /></a><br />
Este efeito só funciona quando se usam quadros de texto, não blocos de texto.</li>
<li>Para editar o texto, seleciono o quadro do título e uso <kbd>CTRL</kbd>+<kbd>E</kbd>.</li>
</ol>
<p>Para <strong>Scribus</strong>, desenvolvi um <em>script</em> bem mais poderoso, cuja tela de diálogo se vê abaixo:<br />
<a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/scribus-newspaper-story-builder1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-2268" title="scribus-newspaper-story-builder" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/11/scribus-newspaper-story-builder1-300x222.png" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<h3>Bibliografia</h3>
<ol>
<li> SAMARSKIY, Vladimir. Site pessoal do criador do <em>script engine</em> do PageMaker. Site web disponível em: &lt;<a href="http://www.oz.net/%7Evsamarsk/WinEntry.htm">http://www.oz.net/~vsamarsk/WinEntry.htm</a>&gt;. Acesso em: 2 nov. 2011.</li>
<li>Adobe PageMaker 7.0 Script Guide. Documento em PDF disponível no CD-ROM da aplicação. San Jose, California: Adobe Systems Incorporated, 2001.</li>
</ol>
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		<title>Bibliografia sobre planejamento gráfico de jornais</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Sep 2011 02:15:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha coleção incompleta de referências bibliográficas sobre desenho de jornal. Alguns eu comprei pela Amazon Books, usados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Bibliografia+sobre+planejamento+gr%C3%A1fico+de+jornais&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Design+Gr%C3%A1fico&amp;rft.subject=Diagrama%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Editora%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Jornalismo&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-09-21&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/09/21/bibliografia-sobre-planejamento-grafico-de-jornais/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2212"><!-- &nbsp; --></abbr>
<div id="attachment_2214" class="wp-caption alignright" style="width: 265px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/09/newspaperdisigenrshandbook.jpg"><img class="size-medium wp-image-2214" title="Newspaper Designer's Handbook" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/09/newspaperdisigenrshandbook-255x300.jpg" alt="" width="255" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Newspaper Designer&#39;s Handbook, o melhor livro sobre diagramação de jornais jamais escrito</p></div>
<p>Minha coleção incompleta de referências bibliográficas sobre desenho de jornal. Alguns eu comprei pela Amazon Books, usados.</p>
<ol>
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Faça um cartão de crédito internacional e compre da Amazon Books, ou peça a um amigo para trazer, qualquer coisa. Se necessário, roube e mate para conseguir um.</div>
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		<title>Google Earth em Linux: como eliminar sombras nos balões</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2011 16:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google Earth]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>

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	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Google+Earth+em+Linux%3A+como+eliminar+sombras+nos+bal%C3%B5es&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Google+Earth&amp;rft.subject=Linux&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-08-19&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/19/google-earth-em-linux-como-eliminar-sombras-nos-baloes/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
No GNU/Linux Ubuntu o Google Earth apresenta balões com sombras, se o efeito de sombra do gerenciador de janelas Compiz estiver habilitado. Veja o screenshot: Isto é visualmente desagradável. Para...]]></description>
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	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Google+Earth+em+Linux%3A+como+eliminar+sombras+nos+bal%C3%B5es&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Google+Earth&amp;rft.subject=Linux&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-08-19&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/19/google-earth-em-linux-como-eliminar-sombras-nos-baloes/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2160"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p>No GNU/Linux Ubuntu o Google Earth apresenta balões com sombras, se o efeito de sombra do gerenciador de janelas Compiz estiver habilitado. Veja o <em>screenshot</em>:</p>
<div id="attachment_2162" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Google-Earth-1.png"><img class="size-medium wp-image-2162" title="Google Earth com sombra nos balões" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Google-Earth-1-300x208.png" alt="Google Earth com sombra nos balões" width="300" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Google Earth com sombra nos balões</p></div>
<p>Isto é visualmente desagradável.</p>
<p>Para eliminar o efeito de sombra apenas no Google Earth, abra o configurador do Compiz, e na aba &#8220;Efeitos &gt; Decoração de janelas&#8221;:</p>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Gerenciador-de-configura%C3%A7%C3%B5es-do-CompizConfig.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-2163" title="Captura_de_tela-Gerenciador de configurações do CompizConfig" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Gerenciador-de-configura%C3%A7%C3%B5es-do-CompizConfig-300x201.png" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>Em &#8220;Janelas com sombras&#8221;, troque &#8220;any&#8221; por &#8220;!(name=googleearth-bin)&#8221;. Isto quer dizer &#8220;não coloque sombra na janela de nome &#8220;googleearth-bin&#8221;:</p>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Gerenciador-de-configura%C3%A7%C3%B5es-do-CompizConfig-1.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-2164" title="Captura_de_tela-Gerenciador de configurações do CompizConfig-1" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Gerenciador-de-configura%C3%A7%C3%B5es-do-CompizConfig-1-300x201.png" alt="" width="300" height="201" /></a></p>
<p>Para instalar o configurador do Compiz, execute o comando no terminal:</p>
<pre>sudo apt-get install compizconfig-settings-manager</pre>
<p>Depois de aplicada a configuração, o resultado: balões sem sombras.</p>
<div id="attachment_2161" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Google-Earth.png"><img class="size-medium wp-image-2161" title="Google Earth sem sombra nos balões" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/Captura_de_tela-Google-Earth-300x208.png" alt="Google Earth sem sombra nos balões" width="300" height="208" /></a><p class="wp-caption-text">Google Earth sem sombra nos balões</p></div>
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		<item>
		<title>GEanimator, script Python para gerar animações no Google Earth</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 03:35:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Google Earth]]></category>

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		<description><![CDATA[Crie animações sofisticadas no Google Earth usando modelos 3D, caminhos e placemarks especiais.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=GEanimator%2C+script+Python+para+gerar+anima%C3%A7%C3%B5es+no+Google+Earth&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Google+Earth&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-08-17&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/17/geanimator-script-python-para-gerar-animacoes-no-google-earth/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2123"><!-- &nbsp; --></abbr>
<div id="attachment_2141" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/GEanimator-exemple.jpg"><img class="size-medium wp-image-2141   " title="GEanimator exemple: Riachuelo Battle mockup" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/GEanimator-exemple-300x250.jpg" alt="GEanimator exemple: Riachuelo Battle mockup" width="300" height="250" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo do GEanimator: editando maquete animada da Batalha do Riachuelo (Corrientes, AR, Guerra do Paraguai, 1865).</p></div>
<p>O <strong>Google Earth</strong> tem o recurso de &#8220;<em>tours</em>&#8220;, viagens pelo globo controladas pela <a href="https://code.google.com/intl/de-DE/apis/kml/documentation/kmlreference.html">linguagem KML</a>. No entanto, as ferramentas embutidas para a construção de <em>tours</em> são limitadíssimas dentro do próprio GE, e, em 2011, ainda não existe um editor externo para editar viagens. Atualmente, o gravador de <em>tour</em> do GE apenas gera uma sequência de pontos de vista, sem controle de tempo entre os pontos, sem recursos de animações, sem possibilidades de abrir e fechar balões de <em>placemarks</em>&#8230;</p>
<p>Para melhorar esta deficiência, criei um <em>script</em> para gerar animações e <em>tours</em> sofisticados com simples operações de cortar-colar. Publico aqui uma versão básica do scrip, usável mas com muito espaço para melhoramentos. Afinal, diz o ditado do software aberto: &#8220;release early, release often&#8221;.</p>
<p>O funcionamento é simples:<br />
<div id="attachment_2186" class="wp-caption alignright" style="width: 186px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/GEanimator-language.png"><img class="size-medium wp-image-2186" title="Exemplo de placemarks para animação pelo GEanimator" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/GEanimator-language-176x300.png" alt="Exemplo de placemarks para animação pelo GEanimator" width="176" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo de placemarks para animação pelo GEanimator</p></div></p>
<ol>
<li>Crie uma pasta com modelos DAE (feitos no <strong>SketchUp</strong>) e com <em>placemarks</em> com os caminhos que os modelos devem percorrer. Os modelos e os respectivos caminhos devem ter o mesmo nome. A pasta deve conter alguns <em>placemarks</em> com nomes especiais que controlam o passeio, além de <em>placemarks</em> opcionais. Estes nomes especiais formam uma espécie de <strong>linguagem de programação de passeios</strong>.</li>
<li>Copie a pasta.</li>
<li>Rode o script <strong>GEanimator</strong>.</li>
<li>Em menos de um segundo, o <em>script</em> pega os dados KML da memória <em>clipboard</em> do Windows, gera uma maquete animada completa, com o passeio, e coloca-a de volta no <em>clipboard</em>. Agora, basta colar no painel &#8220;Meus Lugares&#8221; do Google Earth e rodar o passeio.</li>
</ol>
<h3>Requistos</h3>
<p>Os requisitos para rodar o <em>script</em> é ter a <a href="http://www.python.org/getit/windows/">linguagem <strong>Python</strong></a>  e a <a href="http://sourceforge.net/projects/pywin32/files/pywin32/">extensão Python for Windows</a> corretamente instaladas. Usei a versão Python 2.7. A linha de comando, que pode ser colocada num atalho na barra de ferramentas de início rápido do Windows, é:</p>
<pre>c:\python27\python geanimator-2011-07-29a.py</pre>
<h3>Conceito</h3>
<p>O <em>script</em> trabalha com o conceito de <em>frames</em> ou passos de um passeio, mais ou menos como quadros de filmes. A diferença é que a duração dos <em>frames</em> pode ser variável. Quando são usados caminhos como rota de modelos 3D, cada ponto dos <em>placemarks</em> de caminho define um passo.</p>
<p>O processamento do código KML copiado se dá em dois momentos: primeiro, o código é analisado e são construídas estruturas de dados em <strong>Python</strong> com informações sobre modelos, frames etc. Depois, estas estruturas são usadas para se gerar um novo código KML com os modelos, balões e passeio.</p>
<p>Depois de colado de volta no Google Earth, a pasta resultante deve ser salva para distribuição. Isto também salva os modelos no arquivo KMZ.</p>
<p>A maneira que eu escolhi de passar parâmetros e controlar o <em>script</em> foi através do nomes especiais de <em>placemarks</em>. Neste caso, estes <em>placemarks</em> não são incorporados ao código KML resultante. Atualmente, são estes os <em>placemarks</em> especiais:</p>
<h3>MaxTourLen</h3>
<p>Define o número máximo de <em>frames</em> de um passeio. Formato do nome do <em>placemark</em>: MaxTourLen=número-de-quadros. Exemplo: MaxTourLen=200. Isto define um passeio com 200 frames. É um <em>placemark</em> obrigatório que deve ser colocado logo no início da pasta.</p>
<h3>Timeframe</h3>
<p>Define o tempo global dos <em>frames</em>, em segundos. Formato: Timeframe=seconds. Exemplo: Timeframe=3. Isto define em 3 segundos o tempo de cada <em>frame</em>. É um <em>placemark</em> opcional que deve ser colocado logo no início da pasta. Se não houver este <em>placemark</em>, será adotado um tempo <em>default</em> definido no <em>script</em>, na variável <strong>frameLen</strong>. O conteúdo textual dos balões de <em>placemark</em> também modifica a duração dos <em>frames</em>, para dar tempo de leitura. Quanto mais texto, maior a duração do <em>frame</em>, ou seja, mais tempo vai demorar na tela o balão de <em>placemark</em>.</p>
<h3>Step</h3>
<p>Modifica a duração de um <em>frame</em>. Formato: Step=frame-to-modify=seconds. Exemplo: Step=3=5. Isto faz o <em>frame</em> 3 durar 5 segundos.</p>
<h3>TurnOn</h3>
<p>Torna um modelo visível. Por <em>default</em>, os modelos estão invisíveis. Então, cada modelo deve ser explicitamente ligado no momento oportuno. Formato do nome do <em>placemark</em>: TurnOn=nome-do-modelo=quadro-inicial. Exemplo: TurnOn=Carro1=1. Este exemplo torna visível o modelo chamado Carro1 no quadro 1.</p>
<h3>TurnOff</h3>
<p>Torna um modelo invisível. Por <em>default</em>, os modelos estão invisíveis. Formato do nome do <em>placemark</em>: TurnOff=nome-do-modelo=quadro-inicial. Exemplo: TurnOff=Carro1=12. Este exemplo torna invisível o modelo chamado Carro1 no quadro 12.</p>
<h3>Pause</h3>
<p>Pausa um modelo durante os <em>frames</em> especificados. Formato: Pause=model=initial-frame=final-frame. Exemplo: Pause=Car1=5=10. Isto irá pausar o modelo chamado Car1 do <em>frame</em> 5 ao <em>frame</em> 10.</p>
<h3>FlyTo</h3>
<p>Define um ponto de vista para a câmera. O passeio irá &#8220;voar&#8221; para este ponto, de acordo com a visualização instantânea do <em>placemark</em>. Formato: FlyTo=frame=seconds. Exemplo: FlyTo=24=8. Isto irá criar um novo ponto de vista no quadro 24. A câmera irá se mover do quadro 23 ao 24 durante oito segundos. Evite colocar FlyTos e balões no mesmo <em>frame</em>, pois o balão ficará mudando de lugar durante o voo.</p>
<h3>Baloon</h3>
<p>Cria um <em>placemark</em> balão que é apresentado durante o tempo necessário para lê-lo. Formato: Baloon=frame=Title. Exemplo: Baloon=23=O trânsito será desviado neste ponto. Isto abrirá um balão no <em>frame</em> 23 com o título fornecido. Evite colocar  balões e FlyTos no mesmo <em>frame</em>, pois o balão ficará mudando de lugar durante o voo. O conteúdo textual dos balões de <em>placemark</em> modifica a duração dos <em>frames</em>, para dar tempo de leitura. Quanto mais texto, maior a duração do <em>frame</em>, ou seja, mais tempo vai demorar na tela o balão de <em>placemark</em>. Este tempo é controlado pela variável <em>readingSpeed</em> no <em>script</em>, que tem o valor de 18 caracteres por segundo.</p>
<h3>Fade</h3>
<p>Cria um <em>fade in</em> (a tela preta clareia) ou <em>fade out</em> (a tela escurece até fica preta) no quadro desejado durante o tempo determinado. Formato: Fade=[in|out]=frame=duration. Exemplo: Fade=in=1=5. Isto cria um <em>fade in</em> no frame 1 &#8212; início do passeio &#8212; durando 5 segundos. O <em>fade</em> é criado por um ScreenOverlay preto, sem imagem, ocupando toda a tela. A transição é feita diminuindo a zero ou aumentando a 255 o valor do canal alfa da cor. Very tricky!</p>
<h3>Timecode</h3>
<p>Uma <strong>pasta</strong> com este nome gera uma numeração no canto superior esquerdo da tela com o número dos <em>frames</em>, como timecode de vídeo, para auxiliar a edição. Não deve ser usado no produto final. Usa símbolos de <em>placemarks</em> padrão do Google Earth. Um bug do GE impede que os ícones sejam apresentados se não forem carregados antes. Eu tenho outra pasta só com os dez ícones, que ligo antes de ligar o código KML produzido pelo <em>script</em>. Se eles não aparecem, desligo a pasta do passeio, ligo a pasta dos ícones, fecho e abro de novo o GE.</p>
<h3>Modelos</h3>
<p>Os modelos são no formato DAE, feitos no Google SketchUp. Devem sempre ser construídos com a frente para o norte (eixo verde do SketchUp). <strong>Deficiência do Google Earth</strong>: os modelos podem ser girados de -360° a +360°. Quando a animação ultrapassa este valor, os modelos fazem um <em>wrap</em>, uma pirueta para o lado oposto complementar ao ângulo desejado.</p>
<p>Os <em>path placemarks</em> que definem a trajetória dos modelos devem ter o mesmo nome do modelo correspondente. Pode haver vários <em>paths</em> com o mesmo nome, desde que se nomeie-os como &#8220;modelo=1&#8243;, &#8220;modelo=2&#8243; etc. Eles resultarão em uma única trajetória.</p>
<h3>Download</h3>
<p>Baixe o script <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/GEanimator-2011-07-29a.7z">GEanimator, versão 2011-07-29a. </a></p>
<h3>Exemplo</h3>
<p>Este exemplo, sem sincronização de câmeras, é uma prova do conceito. (Infelizmente, ainda não há plugin para Linux, só para Windows e Mac) (<a href="http://meiradarocha.jor.br/google-earth-lab/GE-tour.html">Veja em tela inteira</a>).</p>

	<div id="map3d" style="height: 420px;; width: 600px;"></div>  
      <div id ="tour-controls" style="margin:0;padding:0">
         <input type="button" onclick="enterTour()" value="Enter Tour"/>
         <input type="button" onclick="playTour()" value="Play Tour"/>
         <input type="button" onclick="pauseTour()" value="Pause Tour"/>
         <input type="button" onclick="resetTour()" value="Stop/Reset Tour"/>
         <input type="button" onclick="exitTour()" value="Exit Tour"/>
      </div>
<h3>Licença</h3>
<p>Este script é livre para uso não-comercial. Para uso comercial em sites jornalísticos ou empresas, consulte-me sobre licenciamento e treinamento online.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/10/02/veja-o-atentado-ao-pentagono-no-google-earth/" rel="bookmark" class="crp_title">Veja o atentado ao Pentágono no Google Earth</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/19/google-earth-em-linux-como-eliminar-sombras-nos-baloes/" rel="bookmark" class="crp_title">Google Earth em Linux: como eliminar sombras nos balões</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/09/30/coloque-avioes-no-google-earth/" rel="bookmark" class="crp_title">Coloque aviões no Google Earth</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/07/10/indesign-legendas-e-creditos-de-fotos-automaticamente/" rel="bookmark" class="crp_title">InDesign: legendas e créditos de fotos automaticamente</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/08/06/scribus-script-para-cortar-imagens-pelo-tamanho-do-quadro/" rel="bookmark" class="crp_title">Scribus: script para cortar imagens pelo tamanho do quadro</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/06/10/editoracao-com-software-livre-fotos-legendas-e-credito-automatizados-no-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Editoração com software livre: fotos, legendas e crédito automatizados no Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/06/30/editoracao-com-software-livre-caixa-de-destaque-no-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Editoração com software livre: caixa de destaque no Scribus</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AI-5 digital, ameaça real à internet brasileira</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/12/ai-5-digital-ameaca-real-a-internet-brasileira/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Aug 2011 01:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[A lei pode criminalizar ações cotidianas como possuir um blog, fazer a digitalização de filmes e músicas e o desbloqueio de aparelhos celulares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=AI-5+digital%2C+amea%C3%A7a+real+%C3%A0+internet+brasileira&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Direito&amp;rft.subject=Internet&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-08-12&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/12/ai-5-digital-ameaca-real-a-internet-brasileira/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2117"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/crimes_digitais-325x215.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2118" title="crimes_digitais-325x215" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/08/crimes_digitais-325x215-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a>Por <strong><a href="http://www.institutotelecom.com.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=2338%3Anossa-opiniao-da-semana-lei-azeredo-na-contramao-da-sociedade&amp;catid=1%3Alatest-news&amp;Itemid=2&amp;lang=pt">Instituto Telecom</a></strong></p>
<p>A polêmica do Projeto de Lei 84/99, que tipifica crimes na internet, teve início desde sua apresentação na Câmara. Apesar disso, quatro anos depois, em 2003, o PL foi aprovado e seguiu para o Senado, quando recebeu um texto substitutivo do então senador e atual deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB/MG). Mais uma vez, o projeto não só foi aprovado no Senado como, reencaminhado para a Câmara, tramita agora em regime de urgência em cinco comissões: Ciência e Tecnologia; Comunicação e Informática; Constituição, Justiça e Cidadania; Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, de onde seguirá para votação no plenário.</p>
<p>Para os parlamentares contrários ao substitutivo,  neste momento resta apenas a possibilidade de apresentarem emendas supressivas às propostas aprovadas no Senado uma vez que, caso o texto seja rejeitado na íntegra, será validada a versão original aprovada em 2003. Já a sociedade civil e o setor acadêmico – partes diretamente afetadas pela lei – nem sequer foram convidadas a participar da decisão nestes 12 anos de debate.</p>
<p>Chamada de AI-5 Digital, pelas entidades civis contrárias à sua aprovação, a “Lei Azeredo” foi inspirada na Convenção de Budapeste, que tratou sobre o tema do cibercrime e foi assinada poucos meses após os atentados ao World Trade Center, em 2001. Por trás das justificativas para a aprovação da Convenção estava o interesse de grandes empresas e governos em acabar com a neutralidade da rede e, dessa forma, controlarem o acesso à internet.</p>
<p>Há alguns dias, numa tentativa de conter os prováveis estragos no direito à liberdade de expressão dos brasileiros, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP) entrou em acordo com o deputado Eduardo Azeredo para que seja realizado um seminário sobre o assunto antes da votação do texto nas comissões. O requerimento para a audiência foi apresentado em 28 de julho, e ainda aguarda uma resposta.</p>
<p>Uma das principais críticas à lei é a sua abordagem generalizada. Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), se aprovada, a lei pode criminalizar ações cotidianas como possuir um blog, fazer a digitalização de filmes e músicas e o desbloqueio de aparelhos celulares. Atividades extremamente importantes para o desenvolvimento do país como as redes abertas (P2P), pesquisas e o uso de obras protegidas por copyright como fonte de informação e educação serão diretamente afetadas.</p>
<p>Um país que ainda não foi capaz de aprovar o Marco Civil para Internet, dificilmente tem a maturidade necessária para construir leis e regras capazes de determinarem o que pode ser considerado crime ou não na rede. O Marco Civil reivindicado pela sociedade trata de pontos que precedem em relevância o debate da Lei Azeredo, dentre eles o livre acesso à internet como direito básico, a neutralidade da rede, a criação de regras de responsabilidade civil para provedores e usuários e medidas capazes de preservarem a liberdade de expressão e a privacidade. Além de princípios e diretrizes para garantirem o bom funcionamento da rede.</p>
<p>Nós, do Instituto Telecom, defendemos que o Marco Civil da Internet deve ser aprovado antes de qualquer discussão que vise regular os conteúdos e dados da rede. É preciso ouvir todas as partes envolvidas para ser capaz de tomar decisões que podem mudar completamente o rumo e a liberdade do país. A decisão da sociedade civil é pela não aprovação desta lei. Isto está mais do que claro. Só na última semana, o deputado Emiliano José (PT-BA) apresentou ao presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), uma petição contrária à proposta sobre crimes na internet com 163 assinaturas de representantes dos setores empresarial, civil e acadêmico.</p>
<p>O Brasil não pode, de forma alguma, retroceder nas conquistas duramente alcançadas pela sociedade após décadas de ditadura. Aprovar a Lei Azeredo sem levar em conta os argumentos contrários e os desejos da sociedade, é levar o país a um novo AI-5.</p>
<p><em>Publicado em <a href="http://ponto.outraspalavras.net/2011/08/12/nossa-opiniao-da-semana-%E2%80%9Clei-azeredo%E2%80%9D-na-contramao-da-sociedade/">Outras Palavras</a>.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como converter imagens RGB para CMYK em GNU/Linux</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2011 01:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>
		<category><![CDATA[Scribus]]></category>

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	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+converter+imagens+RGB+para+CMYK+em+GNU%2FLinux&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Design+Gr%C3%A1fico&amp;rft.subject=Diagrama%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Editora%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=PageMaker&amp;rft.subject=Scribus&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-06-28&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/06/28/como-converter-imagens-rgb-para-cmyk-em-gnulinux/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
Para trabalhos impressos, pode ser necessário trabalhar com imagens no espaço de cor CMYK, em vez de RGB, especialmente se não se usa o Scribus. A conversão do formato RGB...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[	
	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+converter+imagens+RGB+para+CMYK+em+GNU%2FLinux&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Design+Gr%C3%A1fico&amp;rft.subject=Diagrama%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=Editora%C3%A7%C3%A3o&amp;rft.subject=PageMaker&amp;rft.subject=Scribus&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-06-28&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/06/28/como-converter-imagens-rgb-para-cmyk-em-gnulinux/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2087"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p>Para trabalhos impressos, pode ser necessário trabalhar com imagens no espaço de cor CMYK, em vez de RGB, especialmente se não se usa o Scribus. A conversão do formato RGB para CMYK pode ser feita com o pacote ImageMagick, através do utilitário &#8216;<strong>convert</strong>&#8216;:</p>
<pre>convert catwoman.tif -profile ~/.color/icc/CMYK/UncoatedFOGRA29.icc catwoman-cmyk.tif</pre>
<p>Os perfis de cor pessoais ficam na pasta ~/.color/icc/. Baixe <a href="ftp://ftp.adobe.com/pub/adobe/iccprofiles/win/AdobeICCProfilesCS4Win_end-user.zip">perfis de cor da Adobe</a> e descompacte-os nesta pasta. Use um perfil para cada tipo de papel (offset comum, couché, couché fosco, papel jornal, etc).</p>
<p>O resultado é uma imagem CMYK com perfil de cor embutido. Muito próximo ao obtido pelo Scribus. As imagens abaixo mostram as diferenças de imagem nos espaços de cor CMYK e RGB no <em>preview</em> de impressão do Scribus.</p>
<p>Só funciona bem a conversão para imagens TIFF, pois JPG não usa espaço de cor CMYK, mas YCrCb (ver comentário depois deste artigo).</p>
<div id="attachment_2090" class="wp-caption alignnone" style="width: 296px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/black-plate.jpg"><img class="size-medium wp-image-2090" title="Saída da tinta preta, sem perfil de cor" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/black-plate-286x300.jpg" alt="Saída da tinta preta, sem perfil de cor" width="286" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Saída da tinta preta, sem perfil de cor.</p></div>
<div id="attachment_2091" class="wp-caption alignnone" style="width: 288px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/black-plate2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2091" title="Saída da tinta preta, perfil de cor processado." src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/black-plate2-278x300.jpg" alt="Saída da tinta preta, perfil de cor processado." width="278" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Saída da tinta preta, perfil de cor processado.</p></div>
<div id="attachment_2092" class="wp-caption alignnone" style="width: 296px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/cmy-plate.jpg"><img class="size-medium wp-image-2092" title="Saída de ciano, amarelo e magenta, sem perfil de cor" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/cmy-plate-286x300.jpg" alt="Saída de ciano, amarelo e magenta, sem perfil de cor" width="286" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Saída de ciano, amarelo e magenta, sem perfil de cor</p></div>
<div id="attachment_2093" class="wp-caption alignnone" style="width: 290px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/cmy-plate2.jpg"><img class="size-medium wp-image-2093" title="Saída de ciano, amarelo e magenta, perfil de cor processado." src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/06/cmy-plate2-280x300.jpg" alt="Saída de ciano, amarelo e magenta, perfil de cor processado." width="280" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Saída de ciano, amarelo e magenta, perfil de cor processado.</p></div>
<p>Como se pode ver, a saída da foto TIFF CMYK (foto superior) é praticamente igual à saída JPG RGB (foto inferior), no preview do Scribus, denotando que o ImageMagick faz uma boa conversão.</p>
<h3>Conversão CMYK em Python</h3>
<p>Programaticamente, posso fazer a conversão com a <a href="http://www.pythonware.com/products/pil/">Python Image Library (PIL) 1.1.7</a>, que já incorpora interface com o littlecms, sistema gerenciador de cores (CMS) de código aberto. Essa biblioteca não é instalada por default em Python. É necessário baixá-la e instalá-la.</p>
<pre># Importo os módulos PIL
import Image
import ImageCms
# carrego a imagem
encoding = sys.getfilesystemencoding()
file = 'fotão.jpg'
image = Image.open(file.encode(encoding)) # encode to let PIL handle accented filenames
# Crio a transformação com perfis de cor
# Estes caminhos são para Windows.
# No Linux, os perfis ficam em /usr/share/color/icc ou ~/color/icc
# é preciso saber exatamente o perfil de cor original da imagem
transform = ImageCms.buildTransform(
'c:\WINDOWS\system32\spool\drivers\color\AdobeRGB1998.icc',
'c:\WINDOWS\system32\spool\drivers\color\ISOuncoated.icc',
"RGB", "CMYK", ImageCms.INTENT_PERCEPTUAL
)
# Aplico a transformação à imagem.
# O comando PIL "image = image.convert('CMYK')" não pode ser usado porque
# não trabalha com perfis de cores e não gera a chapa de preto,
# cria preto com 100% Ciano, 100% Magenta e 100% Yellow.
image = applyTransform(image, transform, inPlace=1)
# Salvo a imagem a 300 dpi
file2 = 'fotão.tiff' # Não use JPEG para imagens CMYK
image.save(file2.encode(encoding),dpi=(300,300))</pre>
<h3>Esqueça conversão: use o Scribus</h3>
<p>O Scribus não precisa disto, porque converte RGB para CMYK automaticamente (embute perfis de cor na saída PDF/X-3). Mas outros programas, como PageMaker, precisam de imagens já no espaço de cor CMYK, para impressão.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<ul>
<li><strong>RGB para CMYK</strong>. &lt;<a href="http://community.linuxmint.com/tutorial/view/195">http://community.linuxmint.com/tutorial/view/195</a>&gt;</li>
<li><strong>Converter RGB para CMYK</strong>. Gráfica Livre. http://www.graficalivre.com.br/blog/18-converter-rgb-para-cmyk.html?showall=1</li>
<li><a href="http://saratrice.com/2010/11/03/imagemagick-convert-color-profile-operates-on-another-colorspace-icc/" rel="bookmark">ImageMagick: “convert: color profile operates on another colorspace `icc’”</a> &lt;http://saratrice.com/2010/11/03/imagemagick-convert-color-profile-operates-on-another-colorspace-icc/&gt;.</li>
<li><strong>Código fonte do módulo PIL ImageCms</strong>: c:\Python27\Lib\site-packages\PIL\ImageCms.py</li>
<li><strong>Instalar perfis de cores no Linux, Mac e Windows</strong>. Gráfica Livre. http://www.graficalivre.com.br/blog/19-instalar-perfis-icc-no-linux-mac-e-windows.html</li>
</ul>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/08/06/scribus-script-para-cortar-imagens-pelo-tamanho-do-quadro/" rel="bookmark" class="crp_title">Scribus: script para cortar imagens pelo tamanho do quadro</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/01/05/como-instalar-interface-grafica-ttk-no-python-do-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Como instalar interface gráfica ttk no Python do Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/05/17/criar-publicacao-e-paginas-com-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Como criar publicação e páginas com Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/08/19/google-earth-em-linux-como-eliminar-sombras-nos-baloes/" rel="bookmark" class="crp_title">Google Earth em Linux: como eliminar sombras nos balões</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2012/02/02/como-calibrar-a-tela-do-wei-dream-android-y803-mt6516/" rel="bookmark" class="crp_title">Como calibrar a tela do Wei Dream Android (Y803 MT6516)</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/06/10/editoracao-com-software-livre-fotos-legendas-e-credito-automatizados-no-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Editoração com software livre: fotos, legendas e crédito automatizados no Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/09/03/estilo-abnt-para-o-zotero/" rel="bookmark" class="crp_title">Estilo ABNT para o Zotero</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como instalar o leitor de smart card do Banrisul no Ubuntu 11.04</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2011/05/15/como-instalar-o-leitor-de-smart-card-do-banrisul-no-ubuntu-11-04/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 21:54:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>

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	<span class="Z3988" title="ctx_ver=Z39.88-2004&amp;rft_val_fmt=info%3Aofi%2Ffmt%3Akev%3Amtx%3Adc&amp;rfr_id=info%3Asid%2Focoins.info%3Agenerator&amp;rft.title=Como+instalar+o+leitor+de+smart+card+do+Banrisul+no+Ubuntu+11.04&amp;rft.aulast=Rocha&amp;rft.aufirst=Jos%C3%A9+Antonio&amp;rft.subject=Linux&amp;rft.source=Meira+da+Rocha&amp;rft.date=2011-05-15&amp;rft.type=blogPost&amp;rft.format=text&amp;rft.identifier=http://meiradarocha.jor.br/news/2011/05/15/como-instalar-o-leitor-de-smart-card-do-banrisul-no-ubuntu-11-04/&amp;rft.language=Portuguese"></span>
<abbr class="unapi-id" title="http://meiradarocha.jor.br/news/?p=2061"><!-- &nbsp; --></abbr>
<p><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/05/teo_by_xiring.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2065" title="teo_by_xiring" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2011/05/teo_by_xiring-209x300.jpg" alt="" width="209" height="300" /></a>Em alguns países, como Grã-Bretanha e Holanda, fraudes bancárias são responsabilidade dos correntistas, que normalmente arcam com os prejuízos. No Brasil, são responsabilidade dos bancos. Qualquer fraude em conta bancária deve ser coberta pelos bancos. No máximo, o correntista se incomoda um pouco. Isto gera uma grande segurança em se fazer transações bancárias pela internet e leva o Brasil a ter uma tecnologia de segurança bancária de ponta.</p>
<p>O lado ruim disso é que os bancos inventam dispositivos bancários cada vez mais complicados. O Banco do Estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, abandonou o terrível sistema Sniper, que vivia dando problema em Windows, em favor de um <em>smart card</em>. Os correntistas recebem um leitor de cartão inteligente USB Teo, da chinesa Xiring, cujo driver é instalado automaticamente no Windows.</p>
<p>No Linux Ubuntu, a gente deve instalar à mão este driver, embora o leitor USB seja reconhecido pelo kernel do Linux. Verifique com o comando &#8220;lsusb&#8221;. O resultado deve aparecer como uma linha assim, entre outras:</p>
<pre>Bus 004 Device 003: ID 04e6:5410 SCM Microsystems, Inc. SCR35xx Smart Card Reader</pre>
<p>Se o hardware foi reconhecido, agora devemos instalar o software. O comando é este:</p>
<pre>sudo apt-get install libpcsclite1 pcscd pcsc-tools libccid</pre>
<p>Esta linha de comando deve instalar todos os programas e dependências necessários<strong> </strong>.</p>
<p>O <strong>pcscd</strong> é um <em>daemon</em>, isto é, um programa que roda no fundo, não aparece. Ele é carregado e roda automaticamente pelo sistema de <em>autostart</em> do Unix System V (scripts em /etc/init.d/).</p>
<p>Para acessar o certificado presente em um cartão inserido na leitora, pelo <em>browser</em> Mozilla ou Firefox, instale o pacote:</p>
<pre>sudo apt-get install opensc mozilla-opensc</pre>
<p>Não pesquisei a função destes programas e consegui acessar ao Banrisul sem eles. Mas é necessário ter o <em>plugin</em> Java instalado no navegador para certificar-se no Banrisul.</p>
<p><span style="color: #ff0000;">[Atualização: o Ubuntu 12.04 Precise Pangolin quebrou isto. O driver continua funcionando, mas não tem mais o pacote mozilla-opensc e não autentica mais <em>smart card</em> pelo Firefox. Estou em busca de solução.]</span></p>
<h3>Bibliografia</h3>
<ul>
<li><a href="http://www.banrisul.com.br/bob/link/bobw00hw_produto_detalhe.asp?secao_id=1499"><strong>Banrisul. Leitora Smart Card Teo by Xiring.</strong></a></li>
<li><strong><a href="http://www.infoestrutura.com.br/basedeconhecimento/index.htm">Suporte técnico Xiring</a></strong></li>
<li><strong><a href="http://www.infoestrutura.com.br/">Informações sobre Teo Xiring.</a></strong></li>
</ul>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/09/03/estilo-abnt-para-o-zotero/" rel="bookmark" class="crp_title">Estilo ABNT para o Zotero</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/01/05/como-instalar-interface-grafica-ttk-no-python-do-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Como instalar interface gráfica ttk no Python do Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/05/25/melhorando-o-ubuntu-804-no-acer-4520/" rel="bookmark" class="crp_title">Melhorando o Ubuntu 8.04 no Acer 4520</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/07/04/como-configurar-o-tablet-genius-wizardpen-4x3-no-ubuntu-10-04-lucid/" rel="bookmark" class="crp_title">Como configurar o tablet Genius WizardPen 4&#215;3 no Ubuntu</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2011/05/06/como-configurar-servidor-xrdp-no-ubuntu/" rel="bookmark" class="crp_title">Como configurar servidor xrdp no Ubuntu</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/04/25/postando-de-uma-maquina-virtual-sugar-no-ubuntu-804/" rel="bookmark" class="crp_title">Postando de uma maquina virtual Sugar no Ubuntu 8.04</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/01/25/configurar-modem-agere-hda-do-laptop-acer-4520-no-ubuntu-810/" rel="bookmark" class="crp_title">Configurar modem Agere HDA do laptop Acer 4520 no Ubuntu 8.10</a></li><li>Servido por <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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