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	<title>Meira da Rocha &#187; Política</title>
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	<description>Jornalismo Online, Planejamento Gráfico, Mídias Digitais</description>
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		<title>Corrupção: e na Suíça, não vai nada?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Sep 2008 07:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O fajutíssimo &#8220;Índice da Percepção da Corrupção&#8221; da Transparência Internacional mostra que a Suíça subiu da 8ª posição para a 5ª posição de país mais íntegro do mundo, na opinião de seus habitantes. Quer dizer: corrupto é o país do Maluf, que bota o dinheiro em bancos suíços, mas não o país dos banqueiros que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O fajutíssimo &#8220;<a href="http://www.transparency.org/news_room/in_focus/2008/cpi2008/cpi_2008_table">Índice da <strong>Percepção</strong> da Corrupção</a>&#8221; da Transparência Internacional mostra que a Suíça subiu da 8ª posição para a 5ª posição de <strong>país mais íntegro do mundo</strong>, na <strong>opinião</strong> de seus habitantes.</p>
<p>Quer dizer: corrupto é o país do Maluf, que bota o dinheiro em bancos suíços, mas não o país dos banqueiros que praticam receptação de dinheiro roubado?<span id="more-591"></span></p>
<p>Muito íntegra mesma a Suíça, país que:</p>
<ol>
<li>fabricou armamento para os nazistas, em lugar que não podia ser bombardeado porque era &#8220;país neutro&#8221;;</li>
<li>recebeu dinheiro de judeus no pré-guerra e não devolveu aos sobreviventes ou aos mortos;</li>
<li>recebeu ouro de dentes de prisioneiros mortos em campos de concentração;</li>
<li>ajudou na fuga de criminosos nazistas;</li>
<li>e até hoje recebe dinheiro da corrupção de malufs do mundo todo, através de contas numeradas.</li>
</ol>
<p>Os suíços e a Transparência Internacional acham que corrupto é só quem rouba, não quem recepta dinheiro da corrupção.</p>
<p>Lembro, então, que esse índice fajuto da PERCEPÇÃO da corrupção já provocou a cisão da <a href="http://www.transparencia.org.br">Transperência Brasil</a> e de sua congênere internacional. A organização brasileira achou muito falha a <a href="http://www.transparencia.org.br/miscelanea/cpi-2006.pdf">metodologia usada pela Transparência Internacional</a>.</p>
<p>Na prática, é um instrumento de humilhação do Terceiro Mundo ante os civilizadíssimos países do Norte. Não casualmente, são os do Norte que mantêm paraísos fiscais para onde vai todo o butim mundial.</p>
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		<title>&#8216;Uma forma de democracia direta é algo que hoje pode ser tecnologicamente possível&#8217;</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 17:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista especial com Massimo di Felice no site do Instituto Humanitas da Unisinos. O IHU se tornou uma espécie de think tank das novas possibilidades de organização humana. &#8220;Através da rede, das tecnologias digitais, as comunidades indígenas estão, por exemplo, mostrando o seu próprio ser índio no mundo contemporâneo e reforçando a sua própria identidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista especial com Massimo di Felice no <a href="http://www.unisinos.br/ihuonline/index.php?option=com_edicoes&amp;Itemid=18">site do Instituto Humanitas da Unisinos</a>. O IHU se tornou uma espécie de <em>think tank</em> das novas possibilidades de organização humana.</p>
<p>&#8220;Através da rede, das tecnologias digitais, as comunidades indígenas estão, por exemplo, mostrando o seu próprio ser índio no mundo contemporâneo e reforçando a sua própria identidade e cultura”, diz o professor Massimo di Felice sobre as transformações que as novas redes sociais, possibilitadas pelos avanços das novas tecnologias, estão gerando no mundo. A reflexão que o professor faz é extremamente positiva, tanto do ponto de vista social quanto econômico, para as possibilidades criadas pela internet, que, para ele, é totalmente a favor do local, o que nos aproxima cada vez mais da cultura gerada pelo nosso grupo, pela nossa comunidade, pela nossa família. Com o aumento do acesso a essas redes, vamos nos afastando, aos poucos, das grandes mídias de massa que nos tiram do nosso próprio mundo para nos colocar numa sociedade que não pensa o indivíduo, mas pensa nas pessoas enquanto pertencentes a uma massa. A entrevista concedida à IHU On-Line foi realizada por telefone.<span id="more-575"></span></p>
<p>Massimo di Felice é graduado em Sociologia, pela Universita degli Studi La Sapienza, na Itália. É especialista em Teoria e Analisi Qualitativa e doutor em Ciências da Comunicação pela universidade de São Paulo, onde atualmente é professor. É autor de Pensamento indígena contemporâneo e novas formas de conflitualidade social (São Paulo: Editora Xamã, 2002) e Do público para as redes (São Caetano do Sul: Difusão, 2008), entre outras obras.</p>
<p>Confira a entrevista.</p>
<p><strong>IHU On-Line</strong> – A internet hoje parece caminhar para uma democracia de acessos, ou seja, serviços que antes eram difíceis de trabalhar e caros, hoje são oferecidos na rede de uma forma fácil e gratuita. Quais os impactos trazidos pela tecnologia digital na democracia de nosso mundo contemporâneo?</p>
<p><strong>Massimo di Felice</strong> – A comunicação digital tem um impacto muito forte na relação entre o indivíduo e o território, porque ela altera a forma de construção e de repasse das informações. Desde a antiga Grécia até o surgimento da TV, a forma de comunicação tradicional de repasse de informações é feita unidirecionalmente e analogicamente, baseada na emissão de uma mensagem por um emissor, recebida por um público que não é passivo completamente, mas que, tecnologicamente, não pode emitir mensagem. Com a comunicação digital nós temos, pela primeira vez na história da humanidade, a alteração desse fluxo comunicativo, a criação de uma forma de comunicação em rede onde todos os indivíduos são, ao mesmo tempo, emissores e receptores, ou seja, todos nós podemos criar mensagens e distribuí-las em rede. Esta é uma grande revolução dentro do conceito da democracia, pois altera profundamente as relações entre público e instituições e a forma de gerar e redistribuir informações.</p>
<p>Do ponto de vista da esfera pública, que está ligada, como diz Habermas, ao indivíduo racional, os sujeitos são informados pela imprensa e passam a opinar sobre os assuntos que estão na pauta da sociedade. Esta opinião é racional e ligada ao mundo das formas escritas. Ela acontece onde todos os indivíduos podem tranqüilamente expressar conteúdo, desenvolver narrativa e opinar sobre qualquer assunto e postar para todos. Então, inclusive o conceito de esfera pública se altera profundamente e, sobretudo, se cria uma relação onde qualquer indivíduo pode dialogar com os demais, criar conteúdo e experimentar novas formas de participação on-line.</p>
<p>Isso está acontecendo no mundo todo, mas é ainda mais forte no Brasil. Nós temos uma divisão social muito grande, onde a esfera pública estava limitada aos grandes meios de comunicação. O impacto dessa grande transformação comunicativa é visível no Brasil e está alterando profundamente a esfera pública e incluindo sujeitos que historicamente estavam às margens, como os indígenas, os jovens da periferia e todos os novos tipos de atores sociais.</p>
<p><strong>IHU On-Line</strong> – Até pouco tempo a Espanha, um país de primeiro mundo, tinha o maior número de horas de acesso à internet por usuário. Hoje, o Brasil, um país ainda em desenvolvimento, é o país que mais tempo navega na rede. O que significa essa mudança?</p>
<p><strong>Massimo di Felice</strong> – Esta mudança, no caso do Brasil, pode significar muita coisa. Eu uso a expressão “pode” porque obviamente as mudanças não estão somente ligadas a uma transformação tecnológica, mas também a um conjunto de outros elementos que não necessariamente estão ligados à tecnologia, como, por exemplo, o nível de instrução e o nível de acesso ao processo educativo formal. No caso do Brasil, isso é ainda muito difícil, pois boa parte dos jovens brasileiros não tem acesso à universidade. Isso significa que, portanto, possuir acesso a uma comunicação digital, interativa, que permite ter um poder enorme de se expressar e redistribuir isso ao mundo inteiro na rede nasce do outro lado, só com indivíduos com nível de educação formal ou médio alto, e cria um grande processo de transformação. A internet pode ajudar fortemente o processo de ingresso de parte da população jovem do Brasil na universidade, de uma forma muito maior e radical do que as propostas que foram feitas com as cotas, por exemplo.</p>
<p>Além disso, a internet pode desenvolver um projeto interessante de participação e de colaboração. Esse é um elemento fundamental. É necessário que sejam feitas reflexões sobre esta passagem de um tipo de tecnologia comunicativa da democracia para um tipo de psicologia comunicativa da colaboração. É uma diferença bastante grande. Todo o conceito de democracia que nós temos construído na história é passado. A tecnologia digital cria uma nova forma de construção do processo democrático, que atravessa as tecnologias informativas, e os indivíduos podem, colaborativamente, criar redes participativas, decidir em que projetos atuar e interagir a partir de uma ação direta sobre o território sem mediação e ações intermediárias. Muda praticamente tudo.</p>
<p>Isso não é uma novidade, pois se observarmos o impacto que teve a tipografia, quando Gutenberg criou a impressão dos livros, veremos que ela iniciou um processo de incremento de acesso às informações com choque enorme não somente na organização e estrutura social, mas também promoveu uma transformação radical no conceito de democracia. Existe, portanto, uma clara relação na história entre a forma de acesso às informações e a tecnologia de distribuição das informações e o modelo democrático. Estamos vivendo um período em que essa relação está se modificando de novo.</p>
<p><strong>IHU On-Line </strong>– Como se constitui essa ciberdemocracia? A partir dela é possível pensar numa realidade com cada vez menos excluídos digitais?</p>
<p><strong>Massimo di Felice</strong> – Do ponto de vista histórico imediato, é extremamente rápido. Os últimos dados mostram que o Brasil tem um incremento de acesso à internet enorme. Podemos comparar o que isso significa do ponto de vista histórico com a invenção do livro, por exemplo. Quanto tempo passou da sua invenção até o acesso de massa? Foram séculos, pois o acesso de massa ao livro surge somente com o comércio da metade do século XIX na Europa. Nós temos séculos e séculos entre a invenção da tecnologia ao livro e o acesso público de fato a isso. Agora, se pensarmos quanto tempo passou da invenção do telefone ao acesso público do telefone, veremos que temos aí um século e meio, mas um tempo ainda menor do que o acesso ao livro. Se nós fizermos uma relação à invenção da internet e a sua difusão de massa, veremos que o dado está cada vez mais reduzido. Nós já temos amplo acesso a ela, mas em poucos anos esse dado estará ainda mais quantitativamente e qualitativamente alterado. Em várias cidades do interior de São Paulo, já é possível acessar a internet em qualquer lugar, ou seja, a tecnologia está resolvendo o problema do acesso.</p>
<p>O problema não é tanto o acesso, mas o que fazer com a rede. Esso é a grande possibilidade para a revolução da democracia. A nova democracia que está sendo criada muda completamente a forma de participação do indivíduo na sua cidade. A mídia de massa, analógica, informava o indivíduo, fazia com que ele somente recebesse a informação e, portanto, e só se tornava ativo como cidadão na medida em que fosse informado pelas mídias, que era o instrumento que determinava a inclusão na esfera pública. A rede digital, a ciberdemocracia, cria uma outra forma de participação, completamente diferente. Pois o indivíduo não somente usa a rede para acessar as informações, mas pode ser editor, criador de informações, além de fazer a sua distribuição na rede. Então, cria uma forma ativa de cidadania, uma forma de democracia direta. Norberto Bobbio, um dos principais estudiosos das ciências políticas, no texto O futuro da democracia (Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992), disse claramente que a democracia direta era algo impossível, utópico e seria possível somente no dia em que existir uma máquina que permitiria que o indivíduo possa, com um simples apertar de um botão, distribuir o próprio parecer, a própria idéia, o próprio voto, em tempo real para a população inteira. Obviamente, quando Bobbio disse isso não existia a comunicação digital. Hoje, isso é possível. Portanto, pensar uma forma de democracia direta é algo que hoje pode ser tecnologicamente possível.</p>
<p><strong>IHU On-Line </strong>– O que nos ensina a economia da abundância? Como a economia da gratuidade está inserida neste contexto?</p>
<p><strong>Massimo di Felice </strong>– A economia da abundância também está ligada à economia da escassez, porque a abundância remete a um processo de acesso a um conjunto de possibilidades de expansões e também de incremento de produções. Nós sabemos que a distribuição desse incremento de produções não é generalizada. Do ponto de vista da comunicação, nós passamos da sociedade dos grandes números, que é a sociedade da mídia de massa, onde temos uma grande produção de informações por grandes centrais emissoras, para um tipo de comunicação de economia pan-comunicativa. Neste, essas emissões geram um ciclo de produção de informações enorme e passa a distribuí-las na rede, criando uma grande quantidade de informações. Eu diria que, do ponto de vista econômico, a comunicação digital pode alterar o próprio conceito de valor.</p>
<p>Do ponto de vista de criação de possibilidades de acesso a informações por parte da população e, portanto, de processo de criação de lucro para todos os indivíduos, é importante pensar que hoje qualquer processo produtivo, de sucesso econômico, está ligado ao acesso às informações. É importante pensar que até mesmo do ponto de vista econômico o digital oferece uma grande transformação.</p>
<p><strong>IHU On-Line</strong> – As grandes mídias estão cada vez mais perdendo espaço no cotidiano das pessoas. Há 20 anos, tínhamos muito menos opções e uma concentração grande de audiência. Hoje, cada um faz suas mídias. O que se aprendeu com esse processo?</p>
<p><strong>Massimo di Felice</strong> – Isso está alterando o processo de sociedade, a forma de não somente assistir às informações e de recebê-las até mesmo no imaginário coletivo – que antes era criado pela mídia de massa. O cinema antes era o responsável pela criação do imaginário coletivo. Hoje nós temos a passagem para um outro tipo de imaginário, chamado imaginário objetivo, no qual os indivíduos interagem com mídias pessoais e possuem um tipo de imaginário pessoal. É a passagem da mídia de massa para a personal mídia. Isso cria um pertencimento à sociedade extremamente diferente da sociedade que cria um imaginário coletivo. Com isso, os laços sociais passaram a se enfraquecer, o que não é necessariamente um mal. Na medida em que novas formas de coesão passam a existir, novos tipos de laços são gerados, que são laços temporários ou ocasionais. Por exemplo, as relações sociais dos jovens que nasceram já num contexto digital não são mais somente locais. Através dos sites e das arquiteturas digitais sociais, os jovens criam laços que são somente territoriais e, portanto, criam um novo tipo de afetividade que não é necessariamente territorial. Obviamente isso tem implicações muito grandes e transformações qualitativas. Existem teóricos que dizem que a sociedade contemporânea é uma sociedade de enfraquecimento, outros dizem que é uma sociedade que está reorganizando as suas formas de relações e laços sociais e, assim, estão criando novos tipos de interação social que é tecnológica. Esta é uma situação social na qual o indivíduo passa a interagir com os demais através das mediações compostas pelas tecnologias sociais.</p>
<p>IHU On-Line – Ontem (referindo-se ao dia 28-08-2008) entrevistamos a primeira índia formada em Direito no Brasil. Ela fala que os índios estão se apropriando das mídias, principalmente digitais, mas sem perder a sua identidade. Como o senhor analisa a questão das identidades a partir dessa realidade da comunicação digital e essa “tomada da palavra” pelas minorias, agora não só pensando nos indígenas, que permite uma circulação de forma mais autônoma pelos conteúdos disponibilizados na rede?</p>
<p><strong>Massimo di Felice</strong> – Esse é um dos elementos mais visíveis de uma sociedade que passa a criar uma forma comunicativa digital e é diferente das formas de comunicação não digitais anteriores. Existe uma presença hoje muito grande das comunidades indígenas on-line, que estão fazendo uma ruptura com a história da comunicação no Brasil, na medida em que os povos indígenas nunca tiveram antes acesso às mídias, mas sempre foram objetos de interpretações da mídia de massa, e hoje podem produzir diretamente o seu conteúdo. Existem redes de indígenas de várias comunidades indígenas. Numa dessas atividades, há vários escritores indígenas na rede que se comunicam entre si e, através de uma proposta que fizemos, esses escritores enviaram seus textos e uma editora na Europa publicou o livro deles. Isso criou uma ruptura do cerco cultural que os índios no Brasil tiveram no decorrer do processo de comunicação analógica.Esse é um exemplo claro das transformações. É importante sublinhar, do ponto de vista identitário, que a internet é a favor do local. A diferença dela para as mídias de massa é que estas afastam o indivíduo do seu território. A rede é absolutamente uma forma de imersão e uma grupalidade, porque permite acessá-la de qualquer canto do mundo, sem negar a sua localidade. Através da rede, das tecnologias digitais, as comunidades indígenas estão, por exemplo, mostrando a sua própria maneira de agir no mundo contemporâneo, reforçando a sua própria identidade e cultura.</p>
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		<title>Delatando os blogueiros mancomunados com a delatora de blogueiros</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Aug 2008 09:01:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A Yahoo, aquela empresa que cagüetou dois jornalistas blogueiros chineses, inventou um projeto-cabeça para blogueiros brasileiros, uma coisa bacana e super-ciber. Os tupinamblogs imediatamente abraçaram saltitantes a idéia do Yahoo! Posts, que envolve a participação acrítica de cento-e-poucos dos mais conceituados blogs, alguma coisa assim. Aqui está a lista dos blogs que compactuam com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Yahoo</strong>, aquela empresa que <em>cagüetou </em>dois jornalistas blogueiros chineses, inventou um projeto-cabeça para blogueiros brasileiros, uma coisa bacana e super-ciber. Os <em>tupinamblogs </em>imediatamente abraçaram saltitantes a idéia do <strong>Yahoo! Posts</strong>, que envolve a participação acrítica de cento-e-poucos dos mais conceituados blogs, alguma coisa assim.</p>
<p>Aqui está a lista dos blogs que compactuam com a (ou que puxaram o saco da) empresa <strong>Yahoo</strong>, que <a href="http://delmanto.blogspot.com/2007/12/o-yahoo-no-fez-um-negcio-da-china.html" target="_blank">delatou dois jornalistas chineses, condenando-os a DEZ ANOS de CANA</a>! Alguns dos blogs eu até &#8220;considero&#8221; e assino o RSS. Tem até juiz, PM e jornalista na jogada. Um monte de gente voou para São Paulo com as despesas pagas pela <strong>Yahoo X-9</strong>.</p>
<p>Sobre o projeto-cabeça da Yahoo brasileira, leia em CYBERVIDA, <a href="http://cybervida.com.br/yahoo-posts-o-que-e-de-fato-o-projeto-visto-por-dentro" target="_blank">Yahoo! Posts, o que é de fato o projeto, visto por dentro.</a></p>
<p>Tem mais aqui, gente que divulgou a marquetada, quase sempre achando o máximo:<span id="more-494"></span></p>
<ul>
<li>DE REPENTE, <a href="http://derepente.com.br/2008/08/03/de-repente-e-yahoo-posts/" target="_blank">De Repente e Yahoo! Posts.</a></li>
<li>1001 GATOS DE SCHRÖDINGER, <a href="http://1001gatos.org/y-posts/" target="_blank">Y! Posts.</a></li>
<li>INFOPOD, <a href="http://www.infopod.com.br/podcast/infopod-07-maiores-detalhes-sobre-o-yahoo-posts/" target="_blank">Infopod 06 &#8211; Maiores detalhes sobre o Yahoo! Posts.</a></li>
<li>CHUTEIRA DE SALTO ALTO E MINISSAIA, <a href="http://chuteiraeminissaia.blogspot.com/2008/08/venho-por-meio-destas-mal-traadas.html" target="_blank">Venho por meio destas mal-traçadas linhas.</a></li>
<li>A NOVA CORJA, <a href="http://www.novacorja.org/?p=4080" target="_blank">Não sabemos mais onde gastar $$$.</a></li>
<li>E-CODE, <a href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2008/07/yahoo-posts-entra-no-ar-nos-prximos.html" target="_blank">Yahoo! Posts entra no ar nos próximos dias.</a></li>
<li>DIREITO E TRABALHO, <a href="http://direitoetrabalho.com/2008/08/yahooposts-a-cara-do-projeto/" target="_blank">Yahoo! Posts: A cara do projeto.</a></li>
<li>INCAUTOS DO ONTEM, <a href="http://incautosdoontem.blogspot.com/2008/08/yahoo-posts-entra-em-campo.html" target="_blank">Yahoo! Posts Entra em campo.</a></li>
<li>COOLCULTFREAK, <a href="http://www.verbeat.org/blogs/cultcoolfreak/2008/08/fotos-do-lancamento-do-yahoo-p.html" target="_blank">Fotos do lançamento do Yahoo! Posts.</a></li>
<li>VISÃO PANORÂMICA, <a href="http://www.visaopanoramica.com/2008/08/04/yahoo-posts-o-visao-panoramica-estara-la/" target="_blank">Yahoo! Posts, o visão Panorâmica estará lá.</a></li>
<li>FROM LADY RASTA, <a href="http://ladyrasta.wordpress.com/2008/08/03/yahooposts-pisar-na-grama-do-pacaembu-de-salto-alto-nao-tem-preco/" target="_blank">Yahoo!Posts &#8211; Pisar na grama do Pacaembu de salto alto não tem preço.</a></li>
<li>LEORAMA, <a href="http://leorama.blogspot.com/2008/08/yahoo-posts.html" target="_blank">Yahoo! Posts.</a></li>
</ul>
<h3><strong>Twitter</strong></h3>
<ul>
<li>Tag <a href="http://search.twitter.com/search?q=yahooposts" target="_blank">#yahooposts.</a></li>
</ul>
<h3><strong>Flickr</strong></h3>
<ul>
<li><strong></strong><a href="http://www.flickr.com/photos/f_mafra/sets/72157606526603716/" target="_blank">Fernando Mafra,</a></li>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/cenasdacidade/sets/72157606526618755/" target="_blank">Cenas da Cidade</a></li>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/jigu/" target="_blank">Pedro Giglio</a></li>
<li><a href="http://www.flickr.com/photos/tatihc/sets/72157606528449553/" target="_blank">Tati</a></li>
</ul>
<h3><strong>Blogs mancomunados com a cagüeta<br />
</strong></h3>
<ol>
<li><a href="http://www.100grana.com/" target="_blank">100 Grana</a></li>
<li><a href="http://1001gatos.org/" target="_blank">1001 Gatos de Schrödinger</a></li>
<li><a href="http://www.grandeabobora.com/" target="_blank">A Grande Abóbora</a></li>
<li><a href="http://www.novacorja.org/" target="_blank">A Nova Corja</a></li>
<li><a href="http://avidamataapau.wordpress.com/" target="_blank">A Vida Mata A Pau</a></li>
<li><a href="http://acentonegativo.blogspot.com/" target="_blank">Acento Negativo</a></li>
<li><a href="http://www.amalgama.blog.br/" target="_blank">Amálgama</a></li>
<li><a href="http://www.antenando.com.br/" target="_blank">Antenando</a></li>
<li><a href="http://autozine.com.br/" target="_blank">Autozine</a></li>
<li><a href="http://www.bemlegaus.com/" target="_blank">Bem Legaus</a></li>
<li><a href="http://www.vestibularp.com/" target="_blank">Blog do Vestibular</a></li>
<li><a href="http://bloda.wordpress.com/" target="_blank">Bloda</a></li>
<li><a href="http://blogdebrinquedo.com.br/" target="_blank">Blog de Brinquedo</a></li>
<li><a href="http://www.blogdocapelli.blogspot.com/" target="_blank">Blog do Capelli</a></li>
<li><a href="http://www.blogdohiroshi.com/" target="_blank">Blog do Hiroshi</a></li>
<li><a href="http://blognatv.com/blog/" target="_blank">Blog na TV</a></li>
<li><a href="http://www.brainstorm9.com.br/" target="_blank">Brainstorm #9</a></li>
<li><a href="http://www.renmero.com/blog/" target="_blank">Bunker</a></li>
<li><a href="http://capacitandoofluxo.wordpress.com/" target="_blank">Capacitando O Fluxo</a></li>
<li><a href="http://carreirasolo.org/" target="_blank">Carreira Solo</a></li>
<li><a href="http://www.casadanarcisa.wordpress.com/" target="_blank">Casa da Narcisa</a></li>
<li><a href="http://www.cegossurdoseloucos.com/" target="_blank">Cegos Surdos e Loucos</a></li>
<li><a href="http://chiqueirochique.com/" target="_blank">Chiqueiro Chique</a></li>
<li><a href="http://chuteiraeminissaia.blogspot.com/" target="_blank">Chuteira de salto alto e Minissaia</a></li>
<li><a href="http://cinemacomrapadura.com.br/" target="_blank">Cinema com Rapadura</a></li>
<li><a href="http://contraditorium.com/" target="_blank">Contraditorium</a></li>
<li><a href="http://www.controleremoto.tv/" target="_blank">Controle Remoto </a></li>
<li><a href="http://criativosdomarketing.kit.blog.br/" target="_blank">Criativos do Marketing</a></li>
<li><a href="http://blog.cronicanet.com.br/" target="_blank">Cronicanet</a></li>
<li><a href="http://www.verbeat.org/blogs/cultcoolfreak/" target="_blank">Cultcoolfreak</a></li>
<li><a href="http://www.dadivosa.org/" target="_blank">Dadivosa</a></li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/deprimeira/" target="_blank">De Primeira </a></li>
<li><a href="http://derepente.com.br/" target="_blank">De Repente</a></li>
<li><a href="http://deusario.com/" target="_blank">Deusário</a></li>
<li><a href="http://diariodeumpm.net/" target="_blank">Diário de um PM</a></li>
<li><a href="http://diariodorio.com/" target="_blank">Diário do Rio </a></li>
<li><a href="http://www.digitaldrops.com.br/" target="_blank">Digital Drops</a></li>
<li><a href="http://www.dinheirama.com/" target="_blank">Dinheirama</a></li>
<li><a href="http://direitoetrabalho.com/" target="_blank">Direito e Trabalho</a></li>
<li><a href="http://divadiz.com/" target="_blank">Diva Diz</a></li>
<li><a href="http://www.ecoblogs.com.br/" target="_blank">Ecoblogs</a></li>
<li><a href="http://www.efetividade.net/" target="_blank">Efetividade.Net</a></li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/filmesdochico/" target="_blank">Filmes Do Chico</a></li>
<li><a href="http://ladyrasta.wordpress.com/" target="_blank">From Lady Rasta</a></li>
<li><a href="http://www.gamereporter.org/" target="_blank">Game Reporter</a></li>
<li><a href="http://www.garotasemfio.com.br/" target="_blank">Garota Sem Fio</a></li>
<li><a href="http://www.garotasestupidas.com/" target="_blank">Garotas Estúpidas</a></li>
<li><a href="http://gattune.blog.br/" target="_blank">Gattune</a></li>
<li><a href="http://www.geracaointernet.com/" target="_blank">Geração Internet</a></li>
<li><a href="http://livbrandao.wordpress.com/" target="_blank">Go To Heaven </a></li>
<li><a href="http://gomademascar.net/" target="_blank">Goma de Mascar</a></li>
<li><a href="http://www.guravehaato.info/" target="_blank">Guravehaato Desu Ka?</a></li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/hedonismos/" target="_blank">Hedonismos</a></li>
<li><a href="http://hitnarede.com/" target="_blank">Hit Na Rede</a></li>
<li><a href="http://www.irmaosbrain.com/" target="_blank">Imrãos Brain</a></li>
<li><a href="http://incautosdoontem.blogspot.com/" target="_blank">Incautos do Ontem</a></li>
<li><a href="http://www.infopod.com.br/" target="_blank">Infopod</a></li>
<li><a href="http://www.judao.com.br/" target="_blank">Judão</a></li>
<li><a href="http://verbeatblogs.org/gabrielazago/" target="_blank">Jus Comunicatio </a></li>
<li><a href="http://lalai.net/" target="_blank">Lalai Loaded</a></li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/lll/" target="_blank">Liberal, Liberário, Libertino</a></li>
<li><a href="http://www.gardenal.org/lounge" target="_blank">Lounge </a></li>
<li><a href="http://marioav.blogspot.com/" target="_blank">Mario AV</a></li>
<li><a href="http://www.insanus.org/martelada/" target="_blank">Martelada</a></li>
<li><a href="http://www.meiodesligado.com/" target="_blank">Meio Desligado</a></li>
<li><a href="http://www.melhoramiga.com/" target="_blank">Melhor amiga</a></li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/" target="_blank">Melhores Do Mundo</a></li>
<li><a href="http://www.modasemfrescura.com/" target="_blank">Moda sem frescura</a></li>
<li><a href="http://www.morandosozinho.net/" target="_blank">Morando Sozinho</a></li>
<li><a href="http://auto.hitechlive.com.br/" target="_blank">Motor S/A</a></li>
<li><a href="http://www.mundogump.com.br/" target="_blank">Mundo Gump</a></li>
<li><a href="http://www.naozero.com.br/" target="_blank">Não Zero</a></li>
<li><a href="http://nao2nao1.com.br/" target="_blank">Não2, Não 1</a></li>
<li><a href="http://www.nerdssomosnozes.blogspot.com/" target="_blank">Nerds Somos Nozes</a></li>
<li><a href="http://www.noteu.com.br/" target="_blank">No Teu</a></li>
<li><a href="http://nodoadouniverso.wordpress.com/" target="_blank">Nódoa doUniver </a></li>
<li><a href="http://einclusao.blogspot.com/" target="_blank">Notícias Paraolímpicas</a></li>
<li><a href="http://www.gebh.net/oprimo/" target="_blank">O Primo</a></li>
<li><a href="http://www.objetosdedesejo.com/" target="_blank">Objetos de desejo</a></li>
<li><a href="http://blog.uncovering.org/" target="_blank">Obvious</a></li>
<li><a href="http://www.olhometro.com/" target="_blank">Olhômetro</a></li>
<li><a href="http://orientalize.fmafra.com/" target="_blank">Orientalize</a></li>
<li><a href="http://www.outrosolhos.com.br/" target="_blank">OutrOs OlhOs</a></li>
<li><a href="http://www.papelpop.com/" target="_blank">Papel Pop</a></li>
<li><a href="http://www.papodebebado.com/" target="_blank">Papo de Bêbado</a></li>
<li><a href="http://www.papodehomem.com.br/" target="_blank">Papo de Homem</a></li>
<li><a href="http://pedrodoria.com.br/" target="_blank">Pedro Doria</a></li>
<li><a href="http://placanacueca.blogspot.com/" target="_blank">Placa na Cueca</a></li>
<li><a href="http://poltrona.tv/" target="_blank">Poltrona TV</a></li>
<li><a href="http://www.popup.mus.br/" target="_blank">Pop Up</a></li>
<li><a href="http://www.portalcab.com/" target="_blank">Portal Cab</a></li>
<li><a href="http://remixtures.com/" target="_blank">Remixtures</a></li>
<li><a href="http://www.ressacamoral.com/" target="_blank">Ressaca Moral</a></li>
<li><a href="http://www.interney.net/blogs/rodapresa/" target="_blank">Roda Presa</a></li>
<li><a href="http://www.savegame.com.br/" target="_blank">Save Game</a></li>
<li><a href="http://www.serendipidade.com/" target="_blank">Serendipidade</a></li>
<li><a href="http://shoe-me.blogspot.com/" target="_blank">Shoe Me</a></li>
<li><a href="http://www.simviral.com/" target="_blank">Sim Viral</a></li>
<li><a href="http://www.smellycat.com.br/" target="_blank">Smelly Cat</a></li>
<li><a href="http://www.tecnoblog.net/" target="_blank">Tecnoblog</a></li>
<li></li>
<li><a href="http://www.teleseries.com.br/" target="_blank">Teleséries</a></li>
<li><a href="http://topismos.blogspot.com/" target="_blank">Topismo</a></li>
<li><a href="http://www.urbanistas.com.br/" target="_blank">Urbanistas</a></li>
<li><a href="http://www.velocidade.org/" target="_blank">Velocidade </a></li>
<li><a href="http://www.visaopanoramica.com/" target="_blank">Visão Panorâmica</a></li>
<li><a href="http://www.withlasers.com.br/" target="_blank">With Lasers</a></li>
<li><a href="http://blog.maraschino.org/" target="_blank">Working Class Anti-Hero</a></li>
</ol>
<p>A lista é divulgada pelo <strong><a href="http://www.interney.net/blogs/enloucrescendo/2008/08/04/yahoo_posts_explicando_o_projeto/" target="_blank">Enloucrescendo</a></strong>, que achou &#8220;muito bacana&#8221; a iniciativa do <strong>Yahoo X-9</strong> e escolhe os posts dos blogs juntamente com os consultores  <strong><a href="http://pensarenlouquece.com/" target="_blank">Alexandre Inagaki</a></strong>, <strong><a href="http://interney.net/" target="_blank">Edney Souza</a></strong> e <strong><a href="http://digitaldrops.com.br/" target="_blank">Nick Ellis</a></strong>. Diz o Enloucrescendo:</p>
<blockquote><p>&#8220;A cereja do bolo é a possibilidade eventual de aparecer na home do portal Yahoo! Brasil!&#8221;.</p></blockquote>
<p>Então, tá&#8230; vale tudo para aparecer, até blogar para a <strong>Yahoo</strong>, <strong>empresa que mete blogueiros na cadeia</strong>.</p>
<p>P.S.: Pelo dicionário, Compactuar = fazer pacto, fazer acordo. Mancomunar = ajustar, combinar, contratar, por-se de acordo.</p>
<p>P.S. 2: <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/08/14/yahoo-posts-bogs-foi-mal-ai/">minha retratação por ter feito uma bobagem</a>.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/06/13/papel-jornal-nao-paga-imposto-e-sites-web-por-que-pagam/" rel="bookmark" class="crp_title">Papel jornal não paga imposto. E sites web, por que pagam?</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/22/audentes-fortuna-iuvat-%c2%bb-blog-archive-%c2%bb-mapeando-con-google/" rel="bookmark" class="crp_title">Surgem mais serviços de mapas</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/03/01/google-bomb-linca-luiz-nassif-ao-esgoto-veja/" rel="bookmark" class="crp_title">Google Bomb linca Veja à denúncia de Luis Nassif</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/04/06/2%c2%ba-encontro-sobre-laptops-na-educacao2%c2%ba-encontro-sobre-laptops-na-educacao/" rel="bookmark" class="crp_title">2º Encontro sobre laptops na Educação</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/05/29/ultraportateis-o-preco-pode-cair-mais/" rel="bookmark" class="crp_title">Ultraportáteis: o preço pode cair mais</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/04/04/no-1%c2%ba-de-abril-a-microsoft-fez-todo-o-mundo-de-bobo/" rel="bookmark" class="crp_title">No 1º de abril, a Microsoft fez todo o mundo de bobo</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/09/22/a-magica-de-woz/" rel="bookmark" class="crp_title">A mágica de Woz</a></li><li>Powered by <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Papel jornal não paga imposto. E sites web, por que pagam?</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 19:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo Online]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[A Constituição Federal, em seu artigo 150, dá imunidade tributária ao comprador de papel de imprensa usado em jornais e livros com texto (o produtor continua pagando). A desculpa é que papel é um artigo fundamental à liberdade de expressão. E porque nós, que usamos a internet como meio de expressão, temos que pagar impostos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm#art150vid">Constituição Federal, em seu artigo 150</a>, dá imunidade tributária ao <strong>comprador </strong>de papel de imprensa usado em jornais e livros com texto (<a href="http://www.terra.com.br/istoedinheiro/180/negocios/180_klabin.htm" target="_blank">o produtor continua pagando</a>). A desculpa é que papel é um artigo fundamental à liberdade de expressão.</p>
<p>E porque nós, que usamos a internet como meio de expressão, temos que pagar impostos de telecomunicações?</p>
<p><a href="../2007/06/17/gutemberg-aquele-maldito-capitalista/" target="_blank">A imprensa, desde que foi criada por Gutemberg, é um negócio para <strong>ganhar dinheiro</strong></a>, não para defender liberdades individuais. Na prática, a imunidade tributária ao papel de imprensa é  um benefício que só favorece aos empresários da imprensa. Justamente os primeiros a reclamar do mito &#8220;altos gastos públicos&#8221;. Que tal começarem a ajudar as contas públicas pagando impostos, como todos nós?</p>
<p>Saiba mais:</p>
<ul>
<li><a href="http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=3522" target="_blank">Quando o papel não paga imposto</a></li>
<li><a href="http://www.igutenberg.org/emquest3.html" target="_blank">Por que a imprensa tem reserva de mercado e não paga imposto?</a></li>
</ul>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/06/17/jornalismo-e-uma-coisa-imprensa-e-outra/" rel="bookmark" class="crp_title">Jornalismo é uma coisa. Imprensa é outra coisa.</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/17/gutemberg-aquele-maldito-capitalista/" rel="bookmark" class="crp_title">Gutemberg, aquele maldito capitalista!</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/05/22/google-sites-e-ideal-para-congressos-academicos/" rel="bookmark" class="crp_title">Google Sites é ideal para congressos acadêmicos</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/03/31/dossie-nassif-e-o-vejagate/" rel="bookmark" class="crp_title">Dossiê Nassif e o Vejagate</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/05/29/ultraportateis-o-preco-pode-cair-mais/" rel="bookmark" class="crp_title">Ultraportáteis: o preço pode cair mais</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/04/06/2%c2%ba-encontro-sobre-laptops-na-educacao2%c2%ba-encontro-sobre-laptops-na-educacao/" rel="bookmark" class="crp_title">2º Encontro sobre laptops na Educação</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/09/27/ranking-da-corrupcao-mal-feito/" rel="bookmark" class="crp_title">Ranking da corrupção: furada da imprensa</a></li><li>Powered by <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dossiê Nassif e o Vejagate</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 05:33:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Veja]]></category>

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		<description><![CDATA[Meio off-topic, meio não, meio calabresa, meio quatro queijos. Está esquentando a briga pelo bom jornalismo deflagrada pelo Luis Nassif. O que interessa, no nosso caso, é que o ringue é a Web, onde o jornalista econômico-cultural se degladia com Reinaldo Azevedo, da tropa de choque da revista Veja. Alguns artigos bons pra entender o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Meio off-topic, meio não, meio calabresa, meio quatro queijos.</p>
<p>Está esquentando a briga pelo bom jornalismo deflagrada pelo Luis Nassif. O que interessa, no nosso caso, é que o ringue é a Web, onde o jornalista econômico-cultural se degladia com Reinaldo Azevedo, da tropa de choque da <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/" title="Dossiê Luis Nassif sobre revista Veja" target="_blank">revista Veja</a>. Alguns artigos bons pra entender o factóide &#8220;dossiê Dilma Rousseff&#8221; e o jornalismo de esgoto da <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/" title="Dossiê Luis Nassif sobre revista Veja" target="_blank">revista Veja</a>:</p>
<ol>
<li><a href="http://www.projetobr.com.br/web/blog?entryId=6946">Tapiocas e bruxarias</a>. Post do Nassif com pistas jornalísticas sobre a montagem do suposto &#8220;dossiê&#8221; supostamente preparado por Dilma Rousseff.</li>
<li><a href="http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=336JDB001">Teles-jornalismo</a>, de Claudio Tognolli no Observatório da Imprensa, sobre como as disputa das telefônicas está envenenando a imprensa.</li>
</ol>
<p>Para os estudantes de Jornalismo (ou ingênuos como eu), uma lição de que não se deve acreditar em tudo. Nem só o que sai na internet merece nossa total desconfiança.</p>
<p>Algumas dicas para montar um factóide que escandalize a classe média:<span id="more-296"></span></p>
<ol>
<li>Chame algum amontoado de dados de &#8220;dossiê&#8221;. Onde está a palavra &#8220;dossiê&#8221;, tem sacanagem.</li>
<li>Sequer cite de onde teria saído a fonte do &#8220;dossiê&#8221;. Ele existe, e isto basta.</li>
<li>Use fartamente o &#8220;<strong>se</strong>&#8220;. Os políticos precisarão bastantes destas frases. &#8220;<strong>Se </strong>isto for verdade, é muito grave para a República&#8221;. &#8220;<strong>Se </strong>o presidente vendeu o país para extraterrestres, deve ser exemplarmente punido&#8221;.</li>
<li>Crie uma expressão terminando com &#8220;<strong>-gate</strong>&#8220;, como <strong>Dilmagate</strong>, para ligar ao escândalo Watergate. Espalhe distraidamente em <a href="http://vejaonline.abril.com.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=1&amp;pageCode=1286">cada coluna de seu veículo, mesmo que o assunto (&#8220;Fumaça em boa hora&#8221;</a>) não tenha nada a ver com o &#8220;dossiê&#8221;.</li>
<li>Diga que é escândalo, mesmo que não seja. Se for repetido bastante, acabará parecendo que é.</li>
<li>Depois disso, toda a mídia preguiçosa irá atrás globalmente, &#8220;repercutindo&#8221; o &#8220;escândalo do dossiê Dilmagate&#8221;.</li>
</ol>
<p>Desenvolvendo a maestria nestas técnicas, você estará apto a trabalhar na <a href="http://luis.nassif.googlepages.com/" title="Dossiê Luis Nassif sobre revista Veja" target="_blank">revista Veja</a>, o esgoto do jornalismo brasileiro.</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/03/01/google-bomb-linca-luiz-nassif-ao-esgoto-veja/" rel="bookmark" class="crp_title">Google Bomb linca Veja à denúncia de Luis Nassif</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/08/06/revista_computador_na_escola/" rel="bookmark" class="crp_title">Veja adverte: professores têm que ser qualificados</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/siga-o-dinheiro-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Siga o dinheiro</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/06/17/jornalismo-e-uma-coisa-imprensa-e-outra/" rel="bookmark" class="crp_title">Jornalismo é uma coisa. Imprensa é outra coisa.</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/11/06/gustavo-iochpe-o-economista-da-educacao-que-nao-sabe-fazer-contas/" rel="bookmark" class="crp_title">Gustavo Iochpe, o economista da educação que não sabe fazer contas</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/06/13/papel-jornal-nao-paga-imposto-e-sites-web-por-que-pagam/" rel="bookmark" class="crp_title">Papel jornal não paga imposto. E sites web, por que pagam?</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/pre-diagramacao-em-jornal-e-revista/" rel="bookmark" class="crp_title">Pré-diagramação em jornal e revista</a></li><li>Powered by <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Patentes e copyright, o grande engôdo</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2008/03/21/patentes-e-copyright-o-grande-engodo/</link>
		<comments>http://meiradarocha.jor.br/news/2008/03/21/patentes-e-copyright-o-grande-engodo/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2008 23:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O grande argumento para que o poder do estado crie monopólio de idéias (patentes e copyright) é este: In a world without any patent protection, no pharmaceutical company could afford to spend hundreds of millions of dollars to develop, test, and gain regulatory approval for new drugs, because as soon as it finished, another company [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grande argumento para que o poder do estado crie monopólio de idéias (patentes e copyright) é este:</p>
<blockquote><p><span style="font-style: italic">In a world without any patent protection, no pharmaceutical company could afford to spend hundreds of millions of dollars to develop, test, and gain regulatory approval for new drugs, because as soon as it finished, another company could simply copy the end results of its work. Without intellectual property laws, there would be no commercial basis for working to achieve anything. [<a href="http://www.roughlydrafted.com/RD/Q4.06/F68E528C-DC9A-4B12-A064-143924EBD3F1.html">fonte</a>]</span></p>
<p>Num mundo sem senhuma proteção de patente, nenhuma companhia farmacêutica pode bancar milhões de dólares para desenvolver, testar e obter regulamentação para novas drogas, porque, tão logo ela acabe, outra companhia pode simplesmente copiar o resultado final de seu trabalho. Sem leis de propriedade intelectual, não existiria base comercial para trabalhar para conseguir qualquer coisa.</p></blockquote>
<p>Então, quer dizer que o capitalismo é tão fraco que precisa de proteção do Estado?<span id="more-294"></span></p>
<p>Vamos pensar numa sociedade sem patentes ou copyright.</p>
<p>Se uma empresa não pode ganhar com o monopólio, ganhará como? Ora, existem muitas outras áreas que fazem um consumidor preferir determinado produto a outro. Por exemplo:</p>
<ul>
<li>A rede de distribuição</li>
<li>O atendimento ao cliente</li>
<li>A assistência técnica</li>
<li>O apelo da marca</li>
</ul>
<p>Se uma empresa lança um novo produto no mercado, outras levarão algum tempo para reproduzir o produto. Ele não será a mesma coisa, a empresa não deterá toda a tecnologia para fabricação, não terá campanha de marketing, não terá rede de distribuidores. A empresa original, pioneira, terá, digamos, um ano de dianteira para consolidar a marca, dominar pontos de venda e cativar os consumidores. A empresa inovadora sempre terá dianteira sobre copiadoras.</p>
<p>O que a patente e o copyright fazem é justamente <strong>o contrário de incentivar o mercado</strong>. Com a conveniência do monopólio, as empresas não melhoram setores que mais interessam ao consumidor. O sistema atravanca as relações comerciais, então. A ausência de patentes e copyright só fará melhorar o mercado, incentivando a concorrência em postos que mais interessam ao consumidor. Se uma empresa não fizer isto, outras farão.</p>
<p>Sem o monopólio do copyright, uma editora (em geral são as editoras as detentoras do copyright, não o autor) terá de imprimir bem um livro, organizar uma boa estrutura de distribuição, colocar um bom preço, divulgar bem. Se a editora não o fizer, outra o fará.</p>
<p>Quanto a autores, não há o menor problema. Os autores não detêm o copyright, mesmo. As pessoas não deixarão de escrever só por falta de copyright. Se alguém não escrever, outra o fará. Quem escrever melhor e for mais lido poderá dar mais palestras, que é o melhor negócio pois serviços não podem ser copiados ou imitados.</p>
<p>O que a garantia de monopólios de cópia (patentes e copyright) faz é impedir o desenvolvimento da humanidade.</p>
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		<title>Marinha do Brasil vai anistiar o Almirante Negro</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 04:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Comunicado foi feito ao meu senador, Paulo Paim, defensor do projeto de anistia, pelo comandante de Marinha, Almirante Júlio Soares de Moura Neto. Anúncio de anistia póstuma é de Rosane de Oliveira em Zero Hora (2008-03-16). O marinheiro negro João Cândido, filho de escravos de Encruzilhada do Sul, RS, liderou em 1910 a Revolta da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comunicado foi feito ao meu senador, <strong>Paulo Paim</strong>, defensor do projeto de anistia, pelo comandante de Marinha, Almirante <strong>Júlio Soares de Moura Neto</strong>. Anúncio de anistia póstuma é de Rosane de Oliveira em Zero Hora<br />
(2008-03-16).</p>
<p>O marinheiro negro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_C%C3%A2ndido">João Cândido</a>, filho de escravos de Encruzilhada do Sul, RS, liderou em 1910 a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolta_da_Chibata">Revolta da Chibata</a><br />
contra maus tratos à marujada, depois que um colega seu foi condenado a 250 chibatadas. Os revoltosos ameaçaram canhonear o Rio de Janeiro, pondo a República de joelhos.</p>
<p>Nos anos 70, João Cândido foi imortalizado na música de <strong>João Bosco</strong> e <strong>Aldir Blanc</strong>, mas a censura obrigou-os a trocar a estrofe &#8220;Salve o Almirante Negro&#8221; por &#8220;Salve o Navegante Negro&#8221;.</p>
<p>O assunto era tabú nas Forças Armadas, que agora recuperam a dignidade. As Forças Armadas brasileiras, cujos membros, mesmo mais graduados, em geral não vem da Zelite, estavam devendo essa. Parabéns ao Almirante Moura Neto.</p>
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		<title>Propriedade intelectual é anti-capitalista</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Oct 2007 03:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[copyright]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade intelectual]]></category>
		<category><![CDATA[software livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Capitalismo pressupõe livre concorrência. A chamada &#8220;propriedade intelectual&#8221; (patentes, direito de cópia, marcas) são monopólios garantidos pelo estado. Monopólios são atitudes danosas à livre concorrência. Desde que John Rockefeller destruiu seus concorrentes da área petrolífera em apenas dois meses, no final do século 19, a sociedade repudia vantagens obtidas a partir de monopólio. São pouquíssimos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Capitalismo pressupõe livre concorrência. A chamada &#8220;<span style="font-weight: bold">propriedade intelectual</span>&#8221; (<span style="font-weight: bold">patentes, direito de cópia, marcas</span>) são <span style="font-weight: bold">monopólios garantidos pelo estado</span>. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Monop%C3%B3lio">Monopólios</a> são atitudes danosas à livre concorrência. Desde que <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_Rockefeller">John Rockefeller</a> destruiu seus concorrentes da área petrolífera em apenas dois meses, no final do século 19, a sociedade repudia vantagens obtidas a partir de monopólio. São pouquíssimos países do mundo que permitem essa prática danosa.</p>
<p>Entretanto, os defensores não explicam que a tal &#8220;propriedade intelectual&#8221; é monopólio. Apesar de ser uma <span style="font-weight: bold">concessão do estad</span>o por tempo determinado (patentes e copyright) ou indeterminado (marcas), esta <span style="font-weight: bold">modalidade de monopólio</span> é apresentada como se fosse um direito natural, como se realmente fosse propriedade. Criada pela realeza (daí &#8220;royalties&#8221;) e por cortesãos, o tempo de monopólio foi gradativamente aumentado por políticos patrocinados por grandes editoras e grandes conglomerados de mídia e empresas que vivem de patentes.<span id="more-232"></span></p>
<p>Ora, propriedade pressupõe que, quando uma pessoa detenha um bem, as outras não tenham mais acesso a ele. Isto não se aplica a informação. Como a informação pode ser copiada sem que o autor perca o usufruto dela, a cópia de informação não prejudica seus &#8220;donos&#8221; originais. A única desculpa para o monopólio de informação é que os autores deveriam receber um incentivo por seu &#8220;trabalho intelectual&#8221;.</p>
<p>Este é um argumento falso, um sofisma. Em primeiro lugar, ninguém pararia de produzir informações se não houvesse esse incentivo. Se alguém não produzir, outro o fará. Depois, incentivo a autores pode facilmente ser obtido por outros modelos de negócios. Basta ter inventividade.</p>
<p>Finalmente, esse é um argumento egoísta, porque ignora que quem produz informação também recebe muito mais informação do que produz. Assim funciona o sistema de software de código livre. Cada programador faz um pedacinho de software, em cima de milhões de linhas de código que outros produziram. A conta é sempre muito mais positiva.</p>
<h3>Bibliografia crítica à propriedade intelectual</h3>
<ol>
<li>VIANNA, Túlio. <strong>A ideologia da propriedade intelectual</strong>.  Documento PDF disponível em: &lt;<a href="http://www.tuliovianna.org/index.php?option=com_docman&amp;task=doc_download&amp;gid=19&amp;Itemid=72">http://www.tuliovianna.org/index.php? option=com_docman&amp; task=doc_download&amp; gid=19&amp; Itemid=72</a>&gt;.</li>
<li>         ORTELLADO, Pablo. <strong>Por que somos contra a propriedade intelectual?</strong> Artigo         na Web disponível em:         &lt;<font color="#000000"><a href="http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2002/06/29908.shtml">http://www.midiaindependente.org/ pt/ blue/ 2002/ 06/ 29908.shtml</a></font>&gt;.         Acesso em: 28 ago. 2007.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Ranking da corrupção: furada da imprensa</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Sep 2007 03:01:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma vez o ranking da PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO é divulgado. E mais uma vez a imprensa confunde &#8220;corrupção&#8221; com &#8220;percepção da corrupção&#8221;, como a Folha online e o Jornal Nacional da TV Globo. No dia seguinte à divulgação, todas as notícias sobre o ranking, em todas as mídias, erraram. Para mostrar as armadilhas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma vez o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transpar%25C3%25AAncia_Internacional">ranking da <span style="font-weight: bold">PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO</span></a> é divulgado. E mais uma vez a imprensa confunde &#8220;corrupção&#8221; com &#8220;percepção da corrupção&#8221;, como a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u64999.shtml">Folha online</a> e o Jornal Nacional da TV Globo. No dia seguinte à divulgação, <strong>todas </strong>as notícias sobre o ranking, em <strong>todas </strong>as mídias, erraram.</p>
<p>Para mostrar as armadilhas de tal índice, basta ver que a Suíça, <span style="font-weight: bold">um dos países mais corruptos do mundo</span> (pois recebe o dinheiro da corrupção de todo o planeta), um país que ajudou os nazistas com armamentos e rotas de fuga, que enriqueceu com o ouro de judeus e de nazis, se acha um dos dez países mais íntegros do mundo.</p>
<p>Os do hemisfério norte certamente não consideram que suas multinacionais estão freqüentemente envolvidas com casos de corrupção no terceiro mundo.</p>
<p>Já o brasileiro adora achar que mora numa droga de país, num curioso complexo de auto-depreciação. É natural que se ache também um dos mais corruptos, embora eu não conheça pesquisas confiáveis sobre o tema.</p>
<p>Marcelo Soares, responsável pela organização brasileira <a href="http://www.transparencia.org">Transparência Brasil</a>, considera que o ranking tem problemas metodológicos sérios:</p>
<blockquote><p>No ano passado, quando a Transparência Brasil ainda fazia parte da Transparency International, enviamos à imprensa uma nota fazendo reparos a essa metodologia. Vale a pena ler. (<a href="http://www.transparencia.org.br/miscelanea/cpi-2006.pdf" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" target="_blank">http://www.transparencia.org<wbr></wbr>.br/miscelanea/cpi-2006.pd)</a></p></blockquote>
<p>Esse ranking da Transparência Internacional ficaria melhor com o nome de &#8220;Ranking da auto-estima&#8221;.</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transpar%C3%AAncia_Internacional">Saiba mais sobre a Transparência Internacional na Wikipédia.</a></p>
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		<title>Democracia direta digital</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Sep 2007 03:01:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cibernética]]></category>
		<category><![CDATA[Computadores]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias digitais]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil é pioneiro e líder em democracia digital. Tá certo que é uma democracia meia-boca, em que a gente tem que votar num cara pra nos representar. A cada 730 dias. Não é uma democracia 100 por cento, mas é&#8230; deixa ver&#8230; 730 dias está para 100% assim como 1 dia está para x%. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil é pioneiro e líder em <strong>democracia digital</strong>. Tá certo que é uma democracia meia-boca, em que a gente tem que votar num cara pra nos <em>representar</em>. <strong>A cada 730 dias</strong>. Não é uma democracia 100 por cento, mas é&#8230; deixa ver&#8230; 730 dias está para 100% assim como 1 dia está para <em>x%</em>. <em>X</em> é igual a 100 divididos por 730, que dá&#8230;  0,37%. Sim, é uma democracia 0,37%, mas é melhor que nada.</p>
<p>Só que precisamos mais. Precisamos de uma democracia 100%. Precisamos de uma democracia direta, em que a gente vote diariamente sobre tudo, como se votasse no paredão do bigbróder. Por telefone, por internet, por web, por email. A gente chega, escolhe os projetos em votação, vota e espera o resultado.<span id="more-225"></span></p>
<p>Isto é possível agora. Neste instante, o Brasil domina a tecnologia de votação e pode fazer muito melhor. Em cada aldeia pode haver uma urna ligada por satélite, movida a cata-vento ou energia solar, enviando a votação diária do pessoal. Os projetos <strong>Gesac </strong>e <strong>Um Computador por Aluno</strong> podem ser ampliados para que todo o Brasil seja coberto por redes sem fio, e para que todos os brasileiros possuam um laptop portátil, tão pessoal quanto carteira de identidade.</p>
<p>Não precisamos mais dos políticos profissionais. Já está mais do que provado que democracia representativa está obsoleta. Todos nós somos políticos, e temos que votar diretamente todos os dias sobre todos os assuntos.</p>
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		<title>Pela abolição do emprego</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Sep 2007 03:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[O sistema de emprego, ou patronato, é o sistema de exploração do trabalho que substituiu a escravatura. É apenas um dos sistemas de exploração do trabalho que já existiram na história da humanidade. Por exemplo, a servidão era outro sistema. Ou a escravatura. A servidão era baseada em mestres e servos. A escravatura era baseada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de emprego, ou <strong>patronato</strong>, é o sistema de exploração do trabalho que substituiu a escravatura. É apenas um dos sistemas de exploração do trabalho que já existiram na história da humanidade. Por exemplo, a servidão era outro sistema. Ou a escravatura.</p>
<ul>
<li>A servidão era baseada em <strong>mestres</strong> e <strong>servos</strong>.</li>
<li>A escravatura era baseada em <strong>senhores</strong> e <strong>escravos</strong>.</li>
<li>O patronato é baseado em <strong>patrões</strong> e <strong>empregados</strong>.</li>
</ul>
<p>A escravatura foi substituída porque um escravo era muito improdutivo, entre outros motivos. Era mais negócio explorar um imigrante italiano, que tinha maior produtividade e que poderia trabalhar por uns trocados.</p>
<p>Aí, o senhor virou patrão, o escravo virou operário.</p>
<p>Os trabalhadores, em vez de se organizarem em associação de trabalhadores, se reuniram em associações de empregados: os sindicatos. Mas a luta sindical, apesar de ter melhorado a situação dos trabalhadores, se esforça para melhorar uma das partes do sistema patronato e acaba sustentando o regime como um todo.<span id="more-224"></span></p>
<p>Assim como escravo e senhor são partes do mesmo sistema (a escravatura) patrão e empregado são partes do mesmo sistema &#8212; o patronato. Não existiria patronato sem empregados, nem patronato sem patrões. Ambos são contra-partes do mesmo sistema. Se uma das partes se dá bem (normalmente, o patrão), o sistema <em>todo</em> se dá bem. Se a outra parte se dá bem (o que é raro), o sistema <em>todo</em> se dá bem. Este é o ardil 22.</p>
<h3>E desemprego, o que é?</h3>
<p><strong>O &#8220;desempregado&#8221; representa trabalho estocado</strong>. Imagine uma empresa como a General Motors, que vende carros. Se não há muita procura por carros, a GM estoca os carros no pátio. Este estoque tem um custo. Os carros precisam ser guardados, conservados, vigiados, transportados. O terreno tem impostos, recebeu infraestrutura, tem energia. Então a GM terá prejuízo guardando carros? Dificilmente, porque os custos são diluídos no cálculo do preço dos carros. Tudo é contabilizado, e há uma boa faixa de segurança no sistema todo. As empresas funcionam assim.</p>
<p>Pois o  &#8220;desempregado&#8221; também é um estoque. <strong>Um estoque de serviço</strong>. Quando não há procura pelo serviço, ele tem que ficar estocado em casa, mas sem remuneração. Ele tem custo: precisa comer, se vestir, se educar, se divertir, criar filhos. Sem ter estes custos contabilizados, se desespera, bebe, bate na mulher, nos filhos. Você acha que uma empresa sobreviveria com esse prejuízo? Então por que o trabalhador tem que sobreviver assim? A resposta é evidente: <strong>é preciso contabilizar o custo do estoque de serviço</strong>.</p>
<p>Isto pode ser feito com uma simples lei, uma espécie de <strong>lei-áurea para os empregados</strong>:</p>
<ol>
<li>Pessoas físicas não podem ser contratados para nada nem por ninguém, seja por outras pessoas físicas ou por outras pessoas jurídicas.</li>
<li>Apenas pessoas jurídicas podem fornecer serviços.</li>
<li>Revogam-se as disposições em contrário.</li>
</ol>
<p>O que isto provocaria? Bem, se uma empresa não pode contratar pessoas como se fossem escravos pagos, ela só pode contar com o trabalho de seus sócios, que recebem pró-labore. Assim, se uma gráfica precisa de mão-de-obra, ela deve contratar serviços de uma outra empresa de fornecimento de serviços gráficos em que todos os trabalhadores sejam sócios. Você já sabe sobre que tipo de empresa eu estou falando, não?</p>
<p>Mas a simples abolição da &#8220;nova escravatura&#8221; não resolve o caso. Aí entram os atuais sindicatos, que devem se organizar em cooperativas de serviço e <strong>associar todos os trabalhadores de uma região</strong>, assegurando que todas as pessoas, antes desempregadas, terão seus custos contabilizados e cobertos, além de receberem uma parte dos lucros distribuídos no final do período fiscal.</p>
<h3>Organização empresarial</h3>
<p>A cooperativa calcula as necessidades de <strong>todas</strong> as pessoas, <strong>faz sua planilha de custos</strong> e vai negociar com quem precisa de serviços. Eventualmente, haverá mais pessoas que serviços, mas a cooperativa decide o que essas pessoas farão. Dez por cento das pessoas estarão de férias. Outros podem se dedicar a diferentes atividades: trabalho voluntário, pesquisa de novos serviços, estudos. Sempre há coisas para fazer.</p>
<p>O principal ponto é este: as cooperativas se organizam como empresas, pois empresas quase sempre se dão bem. Empregados quase sempre se dão mal. Empresas têm administradores, têm técnicas, tem planejamento. Empresas têm tudo para dar certo.</p>
<h3>Democracia empresarial</h3>
<p>O fim do patronato corrige outra situação desegradável do mundo atual: a falta de democracia. Não estou falando daquela democracia que a gente leva 730 dias para exercer: a democracia civil, que conquistamos com muito custo, que não é a ideal, mas que é melhor que nada. Estou falando da <strong>falta de democracia empresarial</strong>. No patronato, as pessoas passam mais de oito horas por dia em um ambiente altamente autoritário, que é o ambiente empresarial, como chamou atenção  Ricardo Semler. <strong>Um quarto da vida sendo mandados por chefetes de todo o tipo</strong>, vivendo autoritarismo, prepotência, incompetência, falta de transparência, ameaças de demissão. E os empregados têm que engolir tudo.</p>
<p>No entanto, numa cooperativa, o associado é quem decide, democraticamente. E o melhor: <strong>no final do ano divide os lucros</strong>! E as relações de uma cooperativa de serviços com uma empresa contratante de serviços são relações de parceiros no negócio, não de patrão, pois <strong>os dois lados sabem que ganharão</strong>.</p>
<h3>Faturamento proporcional</h3>
<p>Sim, eu sei que estou falando em monopólio. Sei que, sem ter de onde contratar trabalhadores, as empresas contratantes de mão-de-obra terão que negociar com quem fornece. Mas um monopólio justo e racional.</p>
<p>Para os que fornecem serviço, a melhor tática não é brigar, como fazem patrões e empregados hoje, mas é fazer uma associação com o contratante de serviço, com <strong>remuneração relativa ao desempenho da empresa</strong> contratante. Isto quer dizer que, quando uma empresa estiver em situação ruim, a cooperativa de serviços receberá menos. Em compensação, se a empresa contratante de serviço se der bem, <strong>todo o mundo vai se dar bem</strong>. Isto incentivará todo o mundo a trabalhar.</p>
<p><strong>Este sistema também vacina a economia contra crises</strong>. Numa crise clássica do capitalismo (na verdade, crise do patronato), a coisa é assim:</p>
<ol>
<li>Quando as empresas começam a ser dar mal, demitem.</li>
<li>Sem trabalho, as pessoas param de criar riquezas, pois é o trabalho que gera riquezas.</li>
<li>Sem dinheiro, param de consumir.</li>
<li>A economia entra num redemoinho que engole tudo.</li>
</ol>
<p>No sistema sem emprego, quando a economia não está bem, ninguém pára de trabalhar. <strong>Como não há emprego, não há desemprego. </strong>Como as pessoas continuam trabalhando, a riqueza não pára de ser gerada. As pessoas podem ganhar menos, mas não ficam &#8220;desempregadas&#8221;. Com a economia funcionando, fica mais fácil atravessar períodos não muito bons sem o desespero de ficar sem trabalho.</p>
<p>Toda esta jogada pode ser feita sem grandes traumas, apenas seguindo as técnicas de administração modernas. Sem derrubar o capitalismo, sem mortes, sem paredões. Apenas democratizando o capitalismo. Afinal, a <strong>culpa pela miséria não é do capitalismo</strong>, mas do patronato, o maldito sistema patrão-empregado, que substituiu a escravatura.</p>
<p>Já que escravatura não foi abolida, foi apenas substituída, está na hora de fazermos a abolição do emprego.</p>
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