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	<title>Meira da Rocha &#187; InDesign</title>
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	<description>Jornalismo Online, Planejamento Gráfico, Mídias Digitais</description>
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		<title>Programa e bibliografia em Editoração para concurso na USP</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2008/09/09/programa-e-bibliografia-em-editoracao-para-concurso-na-usp/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 03:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o programa exigido para quem quiser fazer concurso para lecionar na USP, área de Editoração: Preparação de Texto: técnicas, etapas e níveis de intervenção. Tipologia. Legibilidade e Leiturabilidade. Objetos impressos e Design: (livros, catálogos, folders, manuais, convites etc..). Editoração Eletrônica: (Softer Indesign, Page Maker e Photoshop). Diagramação e Paginação de texto e imagem. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o programa exigido para quem quiser fazer <a href="http://www.usp.br/drh/novo/recsel/ecaconc1422008.html">concurso para lecionar na USP</a>, área de Editoração:</p>
<ol>
<li> Preparação de Texto:    técnicas, etapas e níveis de intervenção.</li>
<li> Tipologia.    Legibilidade e Leiturabilidade.</li>
<li> Objetos impressos e    Design: (livros, catálogos, folders, manuais, convites etc..).</li>
<li> Editoração    Eletrônica: (Softer Indesign, Page Maker e Photoshop).</li>
<li> Diagramação e    Paginação de texto e imagem.</li>
<li> Matérias &#8211; primas    para impressão: características e adequações.</li>
<li> O papel e a imagem:    natureza, história e procedimentos.</li>
<li> Processos de    pré-impressão, impressão e acabamento.</li>
<li> O Livro &#8211; suporte de    muitas artes.</li>
<li> O desenvolvimento da    Linguagem gráfica na história da Arte.</li>
</ol>
<p class="MsoBodyText" style="text-align: justify;">E esta, a bibliografia em Editoração:<span id="more-577"></span></p>
<ol>
<li> ARAÚJO, Emanuel. A    Construção do Livro. Rio de Janeiro/Brasília, Nova Fronteira/INL. 1986</li>
<li>ARHEIM,    Rudolf. Arte e Percepção Visual: Psicologia da Visão Criadora. São Paulo,    Pioneira, 1994.</li>
<li> BAER, Lorenzo. Produção    gráfica. São Paulo, Senac, 1995.</li>
<li>BRINGHURST, Robert. Elementos do Estilo    Tipográfico. São Paulo, CosacNaif, 2004.</li>
<li> CRAIG, James. Produção    Gráfica. 2.ed., São Paulo, Mosaico/EDUSP, 1980.</li>
<li> HANDEL, Richard. O Design    de Livro. São Paulo Ateliê, 2007</li>
<li>MARTINS, Nelson. A Imagem Digital na    Editoriação: Manipulação, Conversão e    Fechamento de Arquivos. São Paulo, Senac, 2003</li>
<li>SALOMON, Martin.  The Art    Typography. New York, Watson-Guptill Publications. 1986. 240p.</li>
<li> SWANN, Alan.    How to Design Grids and Use them Effectively.  Oxsford, Phaidon. 1989.    144p.</li>
</ol>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/15/bibliografia-sobre-jornalismo-online/" rel="bookmark" class="crp_title">Bibliografia sobre Jornalismo Online</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/principios-e-elementos-do-design-2/" rel="bookmark" class="crp_title">Princípios e elementos do Design</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/10/08/analise-da-diagramacao-de-jornais-nipo-brasileiros/" rel="bookmark" class="crp_title">Análise da diagramação de jornais nipo-brasileiros</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/caminhos-da-visao/" rel="bookmark" class="crp_title">Caminhos da visão</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/08/10/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa/" rel="bookmark" class="crp_title">Zonas de visualização da página impressa</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/links-sobre-diagramacao-e-planejamento-grafico-em-jornalismo/" rel="bookmark" class="crp_title">Links sobre Diagramação e Planejamento Gráfico em Jornalismo</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/sobre_midias_digitais/" rel="bookmark" class="crp_title">Sobre o site</a></li><li>Powered by <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Editoração: quanto menos quadros, melhor</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 23:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>
		<category><![CDATA[Scribus]]></category>

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		<description><![CDATA[Muita gente tem o hábito de fazer a diagramação de jornais e revistas com montes de quadros de texto. Por exemplo, o pessoal abre um quadro para a cartola da notícia, abre um quadro para o título, outro quadro para o subtítulo, um quadro para cada coluna de texto. Essa abordagem é muito antiquada. Ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muita gente tem o hábito de fazer a <strong>diagramação de jornais e revistas</strong> com montes de quadros de texto. Por exemplo, o pessoal abre um quadro para a <a title="Cartola é como os gaúchos do Rio Grande do Sul chamam o textinho antes do título. É chamado de &quot;chapéu&quot; no Brasil e de &quot;cabeça&quot; em Portugal)" name="cartola" href="#cartola"><strong>cartola</strong></a><strong></strong> da notícia, abre um quadro para o título, outro quadro para o subtítulo, um quadro para cada coluna de texto.</p>
<p>Essa abordagem é muito antiquada. Ela imita a <strong>montagem manual</strong> de jornais nos anos 80: os pedacinhos de texto fotocomposto eram colados à mão numa folha de montagem em papel gessado. A metáfora deste tipo de montagem foi adotada pelo <strong>PageMaker </strong>em 1986, e levou anos para que os programas de editoração desistissem dessa mania. <span id="more-371"></span></p>
<div id="attachment_374" class="wp-caption alignleft" style="width: 193px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-old-way.jpg"><img class="size-medium wp-image-374" title="Texto em bloco, jeito ultrapassado" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-old-way-300x281.jpg" alt="" width="183" height="172" /></a><p class="wp-caption-text">Como NÃO fazer quadros de texto para notícias</p></div>
<p>Os problemas que essa abordagem causa são a <strong>falta de produtividade e a falta de precisão na montagem</strong>. Isto porque um diagramador, &#8220;a olho&#8221;, demora muito ou nem consegue ter precisão na colocação destes elementos. Os parágrafos, em programas de editoração, têm atributos de espaço em cima e embaixo que agilizam o posicionamentos dos textos. No entanto, isso só funciona se os elementos estiverem todos em um único quadro de texto.</p>
<p>Os melhores programas, como o <strong>Corel Ventura</strong>, exigem que se abra apenas um quadro de texto e se jogue todo o texto dentro. Os títulos, no Ventura já têm o atributo &#8220;ignorar as colunas do quadro&#8221;. Então, a cartola, o título e o subtítulo entram &#8220;de fora a fora&#8221;, ocupando toda a largura do quadro, enquanto que o texto da matéria corre pelas colunas, obedecendo às divisões. Pá, pum, foi!</p>
<p>Outros programas (<strong>PageMaker</strong>, <strong>InDesign</strong>, <strong>QuarkXpress</strong>, <strong>Scribus</strong>), inexplicável e burramente, ainda exigem que se abra um quadro para os títulos e outro quadro para as colunas de texto. Criei <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/07/26/automatizando-diagramacao-de-noticias-com-scribus-e-python/">script no<strong>Scribus </strong>que já faz a diagramação de matérias automaticamente</a> , depois que o diagramador especifica tamanhos de títulos e quantidades de colunas. Estou estudando <strong>InDesign </strong>para fazer o mesmo com ele.</p>
<div id="attachment_376" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-diagramacao-de-noticias.jpg"><img class="size-medium wp-image-376" title="Texto em blocos, abordagem produtiva" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-diagramacao-de-noticias-300x271.jpg" alt="" width="180" height="163" /></a><p class="wp-caption-text">Maneira produtiva de fazer notícias com texto em blocos</p></div>
<p>Pior ainda é quando os diagramadores se dão ao trabalho de abrir coluna por coluna de texto. Essa abordagem &#8220;<strong>PageMaker</strong>&#8221; não deve mais ser usada, pelo perda de produtividade e falta de precisão. Por exemplo, se a foto aumenta ou diminui, o diagramador tem de ajustar todas as colunas manualmente. Se todo o espaço da matéria é modificado, então, <em>todas </em>as colunas têm de ser modificadas.</p>
<p>Hoje, o bom diagramador abre um quadro para o título, um quadro para o texto e divide este quadro em quantas colunas quiser. Já as fotos devem ter o aributo de afastar o texto automaticamente (text wrap, no InDesign).</p>
<div id="crp_related"><h3>Leia mais</h3><ul><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/disposicao-de-anuncio-e-materia-em-jornal/" rel="bookmark" class="crp_title">Disposição de anúncio e matéria em jornal</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2010/05/17/criar-publicacao-e-paginas-com-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Como criar publicação e páginas com Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2008/07/10/indesign-legendas-e-creditos-de-fotos-automaticamente/" rel="bookmark" class="crp_title">InDesign: legendas e créditos de fotos automaticamente</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/07/19/medidas-tipograficas/" rel="bookmark" class="crp_title">Medidas tipográficas</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/06/10/editoracao-com-software-livre-fotos-legendas-e-credito-automatizados-no-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Editoração com software livre: fotos, legendas e crédito automatizados no Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2009/06/13/editoracao-com-software-livre-aplicando-estilos-automaticamente-no-scribus/" rel="bookmark" class="crp_title">Editoração com software livre: aplicando estilos automaticamente no Scribus</a></li><li><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/como-usar-folha-de-estilos/" rel="bookmark" class="crp_title">Como usar folha de estilos</a></li><li>Powered by <a href="http://ajaydsouza.com/wordpress/plugins/contextual-related-posts/">Contextual Related Posts</a></li></ul></div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>InDesign: legendas e créditos de fotos automaticamente</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 20:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas que mais se faz em jornalismo gráfico é colocar legenda e crédito em fotos. Essa é uma operação chata porque envolve manipulação de objetos gráficos pequenos e ajuste preciso. E o ajuste em jornal precisa ser sempre preciso. Lembre-se de que se um jornal aparece com erro de diagramação, vai parecer que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que mais se faz em jornalismo gráfico é colocar <strong>legenda e </strong><strong>crédito em fotos</strong>. Essa é uma operação chata porque envolve manipulação de objetos gráficos pequenos e ajuste preciso. E o ajuste em jornal precisa ser sempre preciso.</p>
<p>Lembre-se de que se um <strong>jornal </strong>aparece com erro de <strong>diagramação</strong>, vai parecer que ele erra também na <strong>apuração</strong>, na <strong>redação</strong>, na <strong>distribuição</strong>. Enfim, se há algo desalinhado nas páginas de seu jornal, há algo desalinhado em toda a empresa ou instituição.</p>
<p>Para ajudar os alunos e os funcionários do <a title="Site do curso de Jornalismo do IPA Metodista" href="http://www.metodistadosul.edu.br/cursos/capa/default.php?curso=Jornalismo&amp;curcodigo=1040">Jornalismo do IPA</a> envolvidos nas <a href="http://www.ipametodista.edu.br/sites/universoipa/">publicações Universo IPA</a> (jornal mural, jornal broadsheet (standard), jornal tablóide, revista, site), resolvi aprender JavaScript para programar o Adobe inDesign, como já faço com o <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/03/sistema-editorial-com-scribuspythonmysql/">Python e Scribus</a>. Assim surgiu este script para alinhar foto, legenda e crédito da foto.<span id="more-341"></span></p>
<p>InDesign pode ser controlado com as chamadas &#8220;linguagem script&#8221;. São linguagens para se escrever programas, supostamente com rapidez, destinadas a resolver necessidades de outros aplicativos. Por exemplo, todos os navegadores usam JavaScript para controlar as páginas Web. Além dos navegadores, outros programas usam JavaScrip, notadamente o Adobe Acrobat e o Adobe InDesign.</p>
<p>O Adobe InDesign executa programas em três linguagens: <strong>Applescript</strong>, <strong>VBScript </strong>e <strong>JavaScript</strong>. As duas primeiras são exclusivas dos computadores Macintosh e Windows, respectivamente. Então, programar e aprender uma destas linguagens significaria desenvolver programas e comandos para um número mais limitado de pessoas. Resolvi adotar JavaScript, que também é a base da Web atualmente. Assim, os programas que eu desenvolver serão compatíveis com Mac e com Windows.</p>
<p>Como ponto negativo, descobri que <strong>JavaScript</strong>, por questões de segurança, não tem drivers para bases de dados. Ou seja, não posso consultar textos em bancos de dados e diagramar uma página automaticamente como faço no <strong>Scribus</strong>. É uma grande falta, porque não posso editar diretamente registros de blogs e CMS para usar como sistema editorial.</p>
<p>Mas, de resto, JavaScript é uma linguagem razoável para uso geral. Scripts InDesign feitos em JavaScript podem rodar sem problema em Windows, Macintosh e talvez até mesmo em Wine no Linux (tenho que testar isso em breve).</p>
<p>O que esse meu script (para download mais abaixo) faz :</p>
<ol>
<li>Pega dois ou três quadros selecionados.</li>
<li>Considera o primeiro quadro como foto</li>
<li>Monta a legenda</li>
<li>Monta o crédito da foto</li>
</ol>
<p>Coloquei o script na pasta <strong>c:\Arquivos de programas\Adobe\Adobe InDesign CS2\Presets\Scripts\</strong> do Adobe InDesign para que ele apareça na paleta de Scripts (Windows &gt; Automation &gt; Scripts):</p>
<div id="attachment_342" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script.jpg"><img class="size-medium wp-image-342 " title="Captura de tela de Meira da Rocha" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203" /></a><p class="wp-caption-text">Menu para a paleta de scripts do InDesign</p></div>
<p>Seleciono a foto e um quadro qualquer para legenda, e mais um quadro opcional para crédito da foto (ou seja: seleciono dois ou três objetos).</p>
<div id="attachment_348" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script-atuando011.jpg"><img class="size-medium wp-image-348" title="Captura de tela de Meira da Rocha" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script-atuando011-300x147.jpg" alt="" width="300" height="147" /></a><p class="wp-caption-text">Dois ou três quadros são selecionados</p></div>
<p>No script, usei comandos &#8220;prompt&#8221; e &#8220;confirm&#8221; do JavaScript, que oferecem uma interface com usuário simples mas fácil de ser implementada. Abaixo, resultado obtido com &#8220;confirm&#8221; e &#8220;prompt&#8221;:</p>
<div id="attachment_349" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script-atuando021.jpg"><img class="size-medium wp-image-349" title="Captura de tela de Meira da Rocha" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script-atuando021-300x141.jpg" alt="" width="300" height="141" /></a><p class="wp-caption-text">Diálogo de &quot;Confirm&quot;</p></div>
<div id="attachment_351" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script-atuando05.jpg"><img class="size-medium wp-image-351 " title="Captura de tela de Meira da Rocha" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/indesign-window-automation-script-atuando05-300x159.jpg" alt="indesign-window-automation-script-atuando05" width="300" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">InDesign usando o comando &quot;dialog&quot;</p></div>
<p>O script deixará:</p>
<ol>
<li>Primeiro quadro intacto, mas transformado em quadro de imagem e com o estilo de objeto &#8220;<strong>Foto</strong>&#8220;;</li>
<li>O segundo quadro vira legenda, formatado com o estilo de objeto &#8220;<strong>Legenda</strong>&#8220;;</li>
<li>O terceiro quadro, se houver, vira crédito da foto, formatado com o estilo &#8220;<strong>Crédito da Foto</strong>&#8220;.</li>
</ol>
<div id="attachment_352" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/monta-fotolegenda-credito-dialogs.jpg"><img class="size-medium wp-image-352" title="Captura de tela de Meira da Rocha" src="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/monta-fotolegenda-credito-dialogs-300x160.jpg" alt="monta-fotolegenda-credito-dialogs" width="300" height="160" /></a><p class="wp-caption-text">Quadros de diálogo da montagem de fotolegenda e credito</p></div>
<p>Acima, o resultado final do script: o quadro da foto com um quadro de legenda embaixo e um quadro de crédito na direita, &#8220;em pé&#8221;. Se os quadros já contiverem texto, o script dará opção de não editá-los, só modificar o tamanho e posição dos quadros.</p>
<p>Se os estilos não existirem ainda, serão criados com as definições <em>default </em>do meu InDesign.</p>
<blockquote><p>Eu posso mudar as medidas conforme meu projeto gráfico. As variáveis que valem a pena serem modificadas estão no início do script. Mudo conforme a necessidade e dou um nome diferente para os arquivos.</p></blockquote>
<p>Se os quadros tiverem conteúdo, serão preservados. A foto não será agrupada com a legenda e com o crédito, para que eu possa redimensioná-la se necessário. Só agrupo depois de escolhidas as dimensões finais da foto.</p>
<p>A foto tem <em>text wrap</em> de zero em cima, para ser colocada próximo aos títulos. Nos lados, o <em>text wrap</em> é de 5 mm, e em baixo, de 10 mm para dar espaço à legenda. Estas medidas podem ser modificadas no início do script.</p>
<p>O quadro de legenda e crédito ignoram o <em>text wrap</em>, para que o texto apareça. Eles também têm o <em>text wrap </em>de zero, apenas o suficiente pra não ficarem em cima de texto nenhum.</p>
<p>Para completar a automação, atribuí este <em>script </em>às teclas <kbd>SHIFT</kbd>+<kbd>CTRL</kbd>+<kbd>ALT</kbd>+<kbd>F</kbd>. E manualmente setei os estilos de <em>frames </em>determinando o estilo de parágrafo. Por exemplo, o <em>frame </em>de estilo &#8220;Legenda&#8221; formata o texto que contém com o estilo de <em>parágrafo</em> de estilo<em> </em>&#8220;Legenda&#8221;. Tenho que descobrir como fazer isto pelo próprio <em>script</em>.</p>
<p>O alinhamento de fotos é simples:</p>
<ol>
<li>Redimensiono a foto;</li>
<li>Seleciono os quadros da legenda e do crédito, com shift+clic;</li>
<li>Teclo o atalho.</li>
</ol>
<p>Aqui está o <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2008/07/montafoto-titular-credito-direita-008.jsx">script para montar foto, legenda e crédito no InDesign, versão 008</a>.</p>
<h3>Bibliografia</h3>
<ol>
<li>FLANAGAN, David.  <strong>Javascript &#8211; The Definitive Guide</strong>. 4Th Edition. O&#8217;Reilly. Arquivo CHM (html help do Windows).</li>
<li>KAHREL, Peter. <strong>Scripting InDesign with JavaScript</strong>. O&#8217;Reilly Media, 2006.  ISBN: 0-596-52817-5. Comprado pela O&#8217;Reilly em formato PDF.</li>
<li><strong>Adobe InDesign CS2 Scripting Guide</strong>. Adobe Systems Incorporated, 2006. Documento PDF.</li>
<li><strong>JavaScript Tutorial</strong>. Site web disponível em: &lt;http://www.w3schools.com/js/default.asp&gt;. Acesso em 10 jul. 2008.</li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é e como usar folha de estilos</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2007/10/30/o-que-e-e-como-usar-folha-de-estilos/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 18:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>
		<category><![CDATA[Scribus]]></category>

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		<description><![CDATA[Folha de estilos é um dos recursos mais úteis e menos conhecido dos programas de escritório e de editoração. Basta ver que você não sabe o que é folha de estilos. E não sabe o que está perdendo. Folha de estilos é o conjunto de formatos pré-programados em um software de editoração. No início da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Folha de estilos</strong> é um dos recursos mais úteis e menos conhecido dos programas de escritório e de editoração. Basta ver que você não sabe o que é folha de estilos. E não sabe o que está perdendo.</p>
<p><strong>Folha de estilos</strong> é o conjunto de formatos pré-programados em um software de editoração. No início da editoração eletrônica, você tinha que marcar texto por texto e aplicar a formatação a cada vez: mudar família tipográfica, mudar tamanho da letra (corpo), mudar estilo (negrito, itálico), mudar o alinhamento (justificado, alinhado à esquerda). Com a folha de estilos, você clica no texto e clica no estilo. Pronto, o texto se formata conforme as especificações do estilo.<span id="more-261"></span></p>
<p>A folha de estilos foi uma invenção do Ventura (um dos melhores programas de editoração já feitos, concorrente do PageMaker). Depois, foi incorporado no MS Word e todos os editores de texto e programas de editoração.</p>
<p>Basicamente, a folha de estilos aparece ao usuário como uma lista de nomes como &#8220;Título&#8221; &#8220;Subtítulo&#8221;, &#8220;Primeiro parágrafo&#8221;, &#8220;Lista&#8221; etc. Ao se clicar num texto e se clicar num nome da lista, o texto se formata conforme as características do estilo.</p>
<p>No velho e obsoleto PageMaker, você podia aplicar estilos apenas a parágrafos. Nos programas modernos, como Corel Ventura, Adobe InDesign, Quark Xpress e Scribus, você pode aplicar estilos a caracteres, a parágrafos e a objetos gráficos.</p>
<p>Entre as vantagens da folha de estilos estão:</p>
<ol>
<li><strong>Rapidez na diagramação</strong>. É MUITO mais rápido clicar em um estilo do que mexer em dezenas de especificações em lugares diferentes do programa de editoração.</li>
<li><strong>Padronização de formatos conforme o projeto gráfico</strong>. O projeto gráfico será respeitado porque já está todo programado na folha de estilos.</li>
<li><strong>Possibilidade de reaproveitamento de um projeto gráfico</strong> em outra publicação, mudando apenas alguns detalhes como família tipográfica.</li>
<li><strong>Maior rapidez na criação de projetos gráficos</strong>, porque quando você muda um estilo, todo o texto que está marcado com aquele estilo será modificado. Fica mais fácil fazer estudos gráficos.</li>
</ol>
<p>Procure aprender mais sobre como criar estilos em seu programa de editoração preferido lendo no &#8220;help&#8221; (tecla <kbd>F1</kbd>). Você economizará muito tempo de formatação.</p>
<p>E da próxima vez que alguém disser que o MS Word é melhor que o BROffice, pergunte o que a pessoa acha do mecanismo de folha de estilos do MS Word. Ela nem vai saber o que é isto, quanto mais saber que o MS Word tem o pior e mais complicado sistema de formatação de estilos do mundo. Pior a cada nova edição deste software fechado.</p>
<p>Leia também o <a href="http://www.dicas-l.com.br/broffice/broffice_20071129.php">artigo sobre folha de estilos no BROffice</a>.</p>
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		<item>
		<title>Definição de Ganho de Ponto</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Oct 2007 04:11:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Impressora]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Scribus]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[impressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem lê o artigo sobre balanço de fotos para impressão, se depara com a expressão &#8220;ganho de ponto&#8221;. Aqui está a definição de ganho de ponto: Ganho de ponto – O ganho de ponto é o aumento na dimensão do ponto de retícula, inerente ao processo mecânico de impressão. A medição desse ganho determina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem lê o <a href="http://meiradarocha.jor.br/news/2007/10/02/preparacao-de-fotos-para-jornal/" title="Preparação de fotos para jornal">artigo sobre balanço de fotos para impressão</a>, se depara com a expressão &#8220;ganho de ponto&#8221;. Aqui está a definição de <strong>ganho de ponto</strong>:</p>
<blockquote><p><strong>Ganho de ponto</strong> – O ganho de ponto é o aumento na dimensão do ponto de retícula, inerente ao processo mecânico de impressão. A medição desse ganho determina como os pontos estão sendo reproduzidos, informação preciosa para a pré-impressão, que pode então compensar na geração dos filmes ou das chapas (CTP) o ganho de ponto da máquina impressora. Muitos fatores interferem no ganho de ponto, como carga de tinta excessiva, balanço de água/tinta, chapas, condições da impressora, tipo de tinta e de papel. O ganho de ponto deve ser medido em área de retículas e meios tons nos meios tons (retículas) e nos chapados. (<a href="http://www.abtg.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=243&amp;Itemid=47">ABGT</a>).</p></blockquote>
<p><a href="http://www.abtg.org.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=243&amp;Itemid=47"></a></p>
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		<item>
		<title>Zonas de visualização da página impressa</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Aug 2007 15:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>
		<category><![CDATA[Scribus]]></category>

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		<description><![CDATA[Para onde olhamos quando estamos diante de uma página impressa ou de uma obra visual? Esta questão preocupou artistas, pintores, estudiosos das artes visuais e jornalistas durante anos. Por muito tempo, no jornalismo se difundiu a teoria das &#8220;zonas de visualização&#8221;, como citado por Edmund Arnold no livro &#8220;Tipografia e diagramado para periódicos&#8221;. Mas este [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Para onde olhamos quando estamos diante de uma página impressa ou de uma obra visual?</strong> Esta questão preocupou artistas, pintores, estudiosos das artes visuais e jornalistas durante anos. Por muito tempo, no jornalismo se difundiu a teoria das &#8220;zonas de visualização&#8221;, como citado por Edmund Arnold no livro &#8220;Tipografia e diagramado para periódicos&#8221;. Mas este era um conhecimento empírico, para não dizer um grande &#8220;chute&#8221;. Esta crença foi desfeita a partir de pesquisas científicas levadas a cabo nos anos 1990.<span id="more-176"></span></p>
<p><a title="Zonas equivocadas" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa-equivocadas.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 0pt 1em; float: right;" src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa-equivocadas.thumbnail.jpg" alt="Zonas equivocadas" /></a> Um dos autores que difundiram as ideias de Arnold foi <strong>Rafael Sousa Silv</strong>a em sua dissertação de mestrado &#8220;Diagramação: o planejamento visual gráfico na comunicação impressa&#8221;. Leia o capítulo <a title="Zonas de visualização da página impressa" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/zonas-de-visualizacao-da-pagina-impressa.pdf">Zonas de visualização da página impressa</a> para ver o esquema proposto por Arnold, também apresentado na figura ao lado.</p>
<p>Mas, a partir dos anos 1980 e 1990, estudos mais acurados, que captavam os &#8220;caminhos&#8221; do olhar sobre uma superfície, demonstraram que idéia de zonas de visualização era mais uma aposta errada do que qualquer outra coisa.</p>
<p><a title="Caminhos da visão" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/06/caminhos-da-visao.gif"><img style="margin: 0pt 12pt 0pt 0pt; float: left;" src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/06/caminhos-da-visao.thumbnail.gif" alt="Caminhos da visão" /></a>Estudos do russo <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alfred_L._Yarbus">Alfred  Yarbus</a> sobre a maneira como observadores olham para uma obra visual (citado por Julio Plaza em &#8220;Videografia em Videotexto&#8221;) mostram que o olhar do ser humano segue caminhos variáveis mas fortemente determinados pelos elementos de maior interesse na composição visual. O estudo imprimiu em filme fotográfico o caminho seguido pelo olhar de observadores, por meio de um dispositivo &#8220;colado&#8221; ao olho por sucção. Um dos campos de provas foi o quadro &#8220;O retorno inesperado&#8221;, do ucraniano Ilya Repin.</p>
<p>A partir de fotos do estudo, eu montei uma imagem GIF animada (clique na miniatura ao lado para ver a animação) onde pode-se observar que <strong>o ser humano parece se interessar muito por rostos</strong>. Os riscos mostram o caminho do olhar durante quatro sessões de observação, com alguns dias de diferença entre elas. Nota-se que o olhar percorre a cena <strong>à procura de pontos de interesse</strong> e tende e se concentrar nestes pontos quando os encontra. Ou seja: quem determina para onde se olha numa composição visual é o artista que criou a composição.</p>
<p><a title="Eyetrac, plano geral" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/01-eye-trac-foto-01-pequena.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 0pt 1em; float: right;" src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/01-eye-trac-foto-01-pequena.thumbnail.jpg" alt="Eyetrac, plano geral" /></a>Este fato foi comprovado na <strong>composição visual jornalística</strong> pelo estudo <a title="Compre o estudo atualizado pela internet" href="http://www.poynter.org/shop/product_view.asp?id=1193">&#8220;<strong>Eyes on the news</strong>&#8221; (Olho na notícia)</a>, levado a cabo por <strong>Mario Garcia</strong> e <strong>Pegie Adams</strong> em 1990.  Os pesquisadores usaram um artefato chamado <strong>Eyetrack</strong>, que pode-se ver nas ilustrações a seguir.</p>
<p><a title="030-eye-trac-02.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/030-eye-trac-02.jpg"><img style="margin: 0pt 12pt 0pt 0pt; float: left;" src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/030-eye-trac-02.thumbnail.jpg" alt="030-eye-trac-02.jpg" /></a>Ele era composto por duas câmeras de vídeo, uma dirigida a um vidro semi-espelhado em frente aos olhos do observador, e outra apontada diretamente para os olhos deste. As duas imagens eram tratadas e fundidas numa só, onde aparecia a página do jornal fixa com um &#8220;cursor&#8221; apontando aonde os olhos se fixavam.</p>
<p><a title="031-eye-trac-result.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/031-eye-trac-result.jpg"><img style="margin: 0pt 0pt 0pt 12pt; float: right;" src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/031-eye-trac-result.thumbnail.jpg" alt="031-eye-trac-result.jpg" /></a><strong>Eyes on the news</strong> confirmou algumas crenças e desmentiu outras. Confirmou, por exemplo, que a <strong>primeira página</strong> vista por leitores ocidentais é a da <strong>direita</strong>. Mas desmentiu totalmente a crença nas zonas de visualização propostas por Arnold. Também descobriu que os anúncios em jornal, no estudo, não foram lidos primeiro nem se houvesse ofertas ou se fosse anúncio colorido.</p>
<p><a title="15-sequencia.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/15-sequencia.jpg"><img style="margin: 0pt 12pt 0pt 0pt; float: left;" src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/15-sequencia.thumbnail.jpg" alt="15-sequencia.jpg" /></a>Garcia e Adams descobriram que a leitura dos jornais foi feita em duas etapas: primeiro, os leitores faziam uma verredura na página (scanning), procurando pontos de interesse. Essa parte durou frações de segundos. Depois, os leitores se fixavam em <strong>&#8220;pontos de entrada&#8221;</strong>. Estes pontos &#8212; os locais onde os leitores faziam uma visualização mais demorada &#8212; eram determinados, entre outros fatores, pelo tamanho das fotos, pelo conteúdo destas, se a foto era coloria ou não.</p>
<p>Veja alguns dos resultados obtidos pela pesquisa <strong>Eyes on the news</strong>. Por exemplo, o índice de visualização da primeira página de um jornal preparado especialmente para o estudo. Estes números se referem ao &#8220;ponto de entrada&#8221; na página, ou seja, o ponto em que os leitores começaram a &#8220;ler&#8221; fotos ou texto.</p>
<p><a title="04-entry-point-color-lead-photo.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/04-entry-point-color-lead-photo.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/04-entry-point-color-lead-photo.thumbnail.jpg" alt="04-entry-point-color-lead-photo.jpg" /></a><a title="05-entry-points-bw-lead-photo.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/05-entry-points-bw-lead-photo.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/05-entry-points-bw-lead-photo.thumbnail.jpg" alt="05-entry-points-bw-lead-photo.jpg" /></a></p>
<p>Os &#8220;promo boxes&#8221;, chamadas de capa acima dos logotipos dos jornais, tiveram o maior índice de &#8220;entrada&#8221;.</p>
<p><a title="060-promo-boxes.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/060-promo-boxes.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/060-promo-boxes.thumbnail.jpg" alt="060-promo-boxes.jpg" /></a></p>
<p>Outros exemplos de pontos de entrada:</p>
<p><a title="061-movimento-dos-olhos-na-pagina.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/061-movimento-dos-olhos-na-pagina.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/061-movimento-dos-olhos-na-pagina.thumbnail.jpg" alt="061-movimento-dos-olhos-na-pagina.jpg" /></a><a title="07-movimento-dos-olhos-nas-fotos.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/07-movimento-dos-olhos-nas-fotos.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/07-movimento-dos-olhos-nas-fotos.thumbnail.jpg" alt="07-movimento-dos-olhos-nas-fotos.jpg" /></a><a title="08-movimento-dos-olhos-nas-fotos-b.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/08-movimento-dos-olhos-nas-fotos-b.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/08-movimento-dos-olhos-nas-fotos-b.thumbnail.jpg" alt="08-movimento-dos-olhos-nas-fotos-b.jpg" /></a></p>
<p><a title="09-movimento-dos-olhos-nas-fotos-c.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/09-movimento-dos-olhos-nas-fotos-c.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/09-movimento-dos-olhos-nas-fotos-c.thumbnail.jpg" alt="09-movimento-dos-olhos-nas-fotos-c.jpg" /></a><a title="10-movimento-dos-olhos-nas-fotos-d.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/10-movimento-dos-olhos-nas-fotos-d.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/10-movimento-dos-olhos-nas-fotos-d.thumbnail.jpg" alt="10-movimento-dos-olhos-nas-fotos-d.jpg" /></a><a title="14-hierarquia.jpg" href="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/14-hierarquia.jpg"><img src="http://www.meiradarocha.jor.br/news/wp-content/uploads/2007/08/14-hierarquia.thumbnail.jpg" alt="14-hierarquia.jpg" /></a></p>
<p>Na última imagem, um resumo do que deve fazer um diagramador:</p>
<blockquote><p>O que nós exploramos nesta seção deve nos lembrar um simples princípio do design: <strong>crie hierarquia</strong>. O objeto do bom design de publicaçãoé <strong>primeiro atrair o leitor</strong>, então <strong>guiá-lo através da informação</strong>. Muitos jornais abandonam leitores por deixá-los livres para vagar através de campos e florestas do desconhecido. Não admira que tantos leitores fiquem perplexos e eventualmente perdidos. Criando uma <strong>hierarquia de movimento</strong> através de uma página ou de páginas espelhadas, nós podemos orientá-los e aconselhá-los gentilmente mas efetivamente, <strong>estabelecendo uma harmonia de movimento que resulta em compreensão</strong>. Para planejar esta viagem para os outros, nós primeiro necessitamos ver o que o leitor vê &#8212; neste caso, <strong>duas páginas por vez</strong>.</p></blockquote>
<h2>Bibliografia</h2>
<ol>
<li>GARCIA, Mario; STARK, Pegie. <strong>Eyes on the News</strong>. St. Petersbourg, Fld. : Poynter Institute for Media Studies, 1991.</li>
<li>PLAZA, Julio. <strong>Videografia em videotexto</strong>. São Paulo : Hucitec, 1986.</li>
<li>SILVA, Rafael Souza. <strong>Diagramação:</strong> o planejamento visual gráfico na comunicação impressa&#8221;. São Paulo : Summus Editorial, 1985.</li>
<li>YARBUS, Alfred. <strong>Eye movements and vision</strong>. New York: Plenum Press, 1967.</li>
</ol>
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		<item>
		<title>Medidas tipográficas</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2007/07/19/medidas-tipograficas/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2007 15:44:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>

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		<description><![CDATA[Paica (ou pica, em inglês) é uma medida tipográfica anglo-saxã que corresponde, aproximadamente, a 4,23 mm, e se divide em doze pontos tipográficos, diferentemente do sistema métrico decimal que divide as medidas em dez partes. A paica se tornou popular no Brasil a partir dos anos 1970, quando equipamentos computadorizados começaram a chegar ao País. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Paica </strong>(ou <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pica_%28unit_of_measure%29" title="Veja a definição da Wkipedia"><em>pica</em>, em inglês</a>) é uma medida tipográfica anglo-saxã que corresponde, aproximadamente, a 4,23 mm, e se divide em <strong>doze pontos tipográficos</strong>, diferentemente do sistema métrico decimal que divide as medidas em <strong>dez partes</strong>. A paica se tornou popular no Brasil a partir dos anos 1970, quando equipamentos computadorizados começaram a chegar ao País. Antes disso, no tempo do chumbo derretido, a medida tipográfica usada era o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cicero_%28unit_of_measure%29" title="Veja definição de Cícero na Wikipedia">cícero</a>, usado no sistema Didot herdado da tradição francesa de artes gráficas. O cícero também era dividido em doze pontos, e com tamanho levemente maior.<span id="more-163"></span></p>
<p>Os pontos tipográficos, ainda hoje, são usados para designar o tamanho das letras: quando se diz que uma letra está em corpo 12 significa que sua altura tem 12 pontos tipográficos.</p>
<p>Atualmente, pode-se usar sem problemas o sistema métrico decimal. Os programas modernos, como o <strong>PageMaker</strong>, <strong>InDesign</strong>, <strong>Scribus</strong>, <strong>QuarkXPress </strong>ou <strong>Corel Ventura</strong>, podem trabalhar com qualquer medida. Para mudar as medidas, clique com o outro botão do mouse nas réguas. As réguas podem ter medidas diferentes na horizontal e na vertical. Tradicionalmente, em jornais, a publicidade mede-se por sua altura em centímetros. Portanto, a régua vertical pode ficar sempre no padrão &#8220;milímetros&#8221;, enquanto a régua horizontal fica em paicas.</p>
<p>Além disso, o <strong>PageMaker, </strong><strong>InDesign</strong>, <strong>Scribus</strong>, <strong>QuarkXPress </strong>ou <strong>Corel Ventura</strong> permitem ainda que se coloque em praticamente qualquer campo outra medida além da especificada. Por exemplo: se o campo diz &#8220;milímetros&#8221;, você pode colocar o valor &#8220;11p6&#8243;, que o programa entenderá que são onze paicas e meia (lembre-se de que a paica tem 12 pontos; portanto, meia paica são 6 pontos). Você também pode colocar a medida em pontos: &#8220;24pt&#8221; é igual a &#8220;2p&#8221; (2 paicas).</p>
<p>Melhor ainda: você pode colocar cálculos em vários campos do <strong>PageMaker, InDesign</strong>, <strong>Scribus</strong>, <strong>QuarkXPress </strong>ou <strong>Corel Ventura</strong> e de outros programas de editoração mais modernos: &#8220;(23p-1p)/2&#8243; colocaria a medida de 11 paicas (23 paicas menos uma &#8212; da valeta &#8211;, divididas por 2).</p>
<p>Este é um bom truque para dividir precisamente blocos de texto, na criação de colunas falsas. <strong>Colunas falsas</strong> são colunas que fogem da colunagem básica do jornal. É conveniente usar colunas falsas em notícias pequenas, para quebrar a monotonia das páginas.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Como usar folha de estilos</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/13/como-usar-folha-de-estilos/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jun 2007 16:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diagramação]]></category>
		<category><![CDATA[Editoração]]></category>
		<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>
		<category><![CDATA[Scribus]]></category>

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		<description><![CDATA[Folha de estilos é a coleção de formatos de texto usados em uma publicação. Cada estilo é gravado com um nome como &#8220;Título principal&#8221; ou &#8220;Legenda&#8221;, e guarda todas as características daquele elemento gráfico jornalístico. Por exemplo, um título principal é sempre formatado em corpo 48, entrelinha de 48, fonte Impact, alinhado à esquerda, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Folha de estilos</strong> é a coleção de formatos de texto usados em uma publicação. Cada estilo é gravado com um nome como &#8220;Título principal&#8221; ou &#8220;Legenda&#8221;, e <strong>guarda todas as características</strong> daquele elemento gráfico jornalístico.</p>
<p>Por exemplo, um título principal é sempre formatado em corpo 48, entrelinha de 48, fonte Impact, alinhado à esquerda, com uma linha fina superior. Para não ter que aplicar toda essa formatação a cada título do jornal, em todas as páginas, edição após edição, você cria um estilo chamado &#8220;Título Principal&#8221;, com os formatos memorizados. Depois, é só clicar no texto a ser formatado e no nome do estilo. O texto se formatará automaticamente.<span id="more-82"></span></p>
<p>Todo o bom programa gráfico, hoje em dia, tem este recurso automatizado: <a href="http://www.openoffice.org/">OpenOffice</a>, MS Word, CorelDraw, PageMaker, QuarkXPress, Scribus, Corel Ventura (o melhor programa de editoração que eu já usei). <strong>É fundamental que você aprenda a usar a folha de estilo</strong> de seu programa preferido.</p>
<ul>
<li>Ela vai lhe poupar muito tempo de formatação.</li>
<li>Vai dar a suas publicações um aspecto profissional, porque todo o trabalho estará com formatação consistente em todas as páginas.</li>
<li>Facilitará a troca de informações, quando você quiser publicar seu conteúdo em formato diferente. Quando quiser publicar um jornal impresso na internet, por exemplo, será preciso apenas mudar os estilos para tags HTML.</li>
<li>Vai facilitar a geração de tabela de conteúdo (sumário) em publicação como livros, revistas e Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC). Se os títulos do OpenOffice ou Word, por exemplo, estiverem formatados com os estilos &#8220;Título&#8221;, o sumário é gerado em cerca de 5 a 10 segundos, com todos os números de páginas corretos.</li>
</ul>
<p>No PageMaker, a palheta com a folha de estilos é ligada ou desligada com as teclas <kbd>CTRL</kbd>+<kbd>B</kbd>. No Scribus, a tecla é <kbd>F3</kbd>. Para criar um novo estilo, você escolhe um nome para ele e modifica alguns de seus atributos. Os principais atributos são os de:</p>
<ol>
<li><strong>CARACTERES.</strong> Podem ser aplicados a um único caracter.</li>
<li><strong>PARÁGRAFOS.</strong> São aplicados a um parágrafo inteiro.</li>
</ol>
<p>No PageMaker, estes atributos são modificados clicando-se nos botões [<span style="text-decoration: underline;">C</span>arac...] e [<span style="text-decoration: underline;">P</span>arágrafo...], depois de se dar dois clics no nome do estilo, na paleta de estilos (<kbd>CTRL</kbd>+<kbd>B</kbd>). No Scribus, tecle <kbd>F3</kbd> e clique no botão &#8220;Editar&#8221;.</p>
<p>No campo <strong>Nome</strong>, você coloca o nome do estilo. Escolha algo que faça sentido para você, mas em geral é bom usar um nome curto. Pode usar espaços e acentos.No campo <strong>Base</strong>, escreva o estilo que serviu de base ao novo que você está criando. Por exemplo: você está criando um estilo chamado de <strong>Título 2</strong> que é igual ao <strong>Título 1</strong>, mas só muda o tamanho do corpo de letra. Então você cria o <strong>Título 2</strong> e diz que a Base é o <strong>Título 1</strong>. Quando você muda um atributo do <strong>Título 1</strong>, o <strong>Título 2</strong> também muda. Dessa forma, é possível se trocar rapidamente todas as fontes de um projeto gráfico. Basta que os estilos sejam cuidadosamente planejados pra que um estilo seja sempre baseado em outro, a partir de uns três estilos básicos.</p>
<p>No campo <strong>Próximo</strong>, você deve colocar o estilo que segue aquele que você está criando. Por exemplo: o estilo <strong>Antetítulo</strong> (que vai antes do título) tem como <em>próximo</em> o estilo <strong>Título 1</strong>. Assim, quando você começa a escrever um antetítulo, formata-o com o estilo <strong>Antetítulo</strong>. Quando você der um <kbd>Enter</kbd> para escrever o título, o estilo Título 1 será aplicado automaticamente. Isso só funciona se você estiver escrevendo diretamente no PageMaker, como acontece em alguns veículos, principalmente em jornais de assessorias de comunicação.</p>
<h3>Importação</h3>
<p>A maioria dos programas de editoração aceita importar texto com estilos. No pageMaker, se você importar texto em formato DOC do MS Word, HTML ou RTF, os estilos podem ser incorporados na folha de estilo. Você define isto nos formulários de importação de arquivos dos disversos programas.</p>
<p>No caso do PageMaker, também é possível se importar texto &#8220;plano&#8221;, sem formatação, importando também os estilos. Basta colocar as marcas como &lt;Título 1&gt; ou &lt;subtítulo&gt; antes dos parágrafos e indicar, durante a importação, que é para ler as marcas. Estes parágrafos entrarão no PageMaker automaticamente formatados. No manual do programa há uma lista com todas as marcas que são aceitas, como negrito, itálico etc.</p>
<p>No Corel Ventura, as marcas no início dos parágrafos são na forma &#8220;@Título 1 =&#8221;. No QuarkXpress, são: &#8220;@Título 1:&#8221;</p>
<h3>Estilos mais comuns</h3>
<p>Abaixo são listados os principais estilos que podem ser tipicamente encontrados em um jornal diário, e a sugestão de formatos que eles podem usar.</p>
<h3>Tabela de Estilos</h3>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<th>Nome do estilo</th>
<th>Função</th>
<th>Formatação</th>
<th>Observação</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Antetítulo</strong></td>
<td>Antecipar o assunto da matéria.</td>
<td>Corpo 16</td>
<td>Quase nunca é lido em primeiro lugar. Tem função quase que só visual. No Rio Grande do Sul, chama-se &#8220;cartola&#8221;. No Brasil, chama-se &#8220;Chapéu&#8221;. Eu prefiro usar o termo que define sua posição lógica na matéria.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Subtítulo</strong></td>
<td>Explica um pouco mais o assunto da matéria</td>
<td>C.18, itálico</td>
<td>No RGS, chama-se &#8220;linha de apoio&#8221;, um termo confuso.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Resumo (olho)</strong></td>
<td>Tem a mesma função do subtítulo. Na verdade, é praticamente a mesma coisa.</td>
<td>C.12</td>
<td>Às vezes, uma redação chama de &#8220;olho&#8221; uma coisa, e outra redação chama de &#8220;olho&#8221; outra coisa. São termos <em>paroquiais</em>, no dizer do prof. Miro Bacin.O nome &#8220;resumo&#8221; é mais descritivo.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Autor &#8211; nome</strong></td>
<td>Nome do autor da matéria</td>
<td>C.12</td>
<td>Pode ficar no início ou no final da matéria, conforme o projeto gráfico.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Autor &#8211; complemento</strong></td>
<td>Cidade do autor da matéria ou outro complemento, como profissão.</td>
<td>C.12 ou c.10</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Primeiro parágrafo</strong></td>
<td>O primeiro parágrafo é diferente porque pode ter uma capitular ou uma fonte diferente.</td>
<td>C.10, baseado no normal</td>
<td>O Pagemaker nãp permite a determinação de capitular como estilo de parágrafo. Deve-se usar o menu &#8220;Utilitários adicionais &gt; Capitulares&#8221; e adicionar semi-manualmente a capitular em cada parágrafo. O QuarkXPress e o Corel Ventura têm capitulares como atributo de parágrafo, o que facilita o uso deste recurso. O Ventura é o programa que mais recursos tem para capitulares.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Normal</strong></td>
<td>É o formato da maior parte do texto de um jornal</td>
<td>C.10 ou c.11 ou c.9, justificado, 4mm de entrada na primeira linha do parágrafo.</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Entretítulo (intertítulo)</strong></td>
<td>Título colocado entre o texto, para quebrar com a monotonia de texto muito longos</td>
<td>C.10 ou 12</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Legenda</strong></td>
<td>Descreve a foto</td>
<td>C. 10 ou 12</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Crédito</strong></td>
<td>Nome do autor da foto ou ilustração</td>
<td>C. 5 cx. alta</td>
<td>Citação do autor é obrigatória por lei</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Destaque (olho, arejador)</strong></td>
<td>Alguma frase do texto, destacada em corpo grande</td>
<td>C.24, fios abaixo e acima</td>
<td>Às vezes, uma redação chama de &#8220;olho&#8221; uma coisa, e outra redação chama de &#8220;olho&#8221; outra coisa. São termos <em>paroquiais</em>, no dizer do prof. Miro Bacin. Acho melhor o termo &#8220;<strong>Destaque</strong>&#8220;, porque se dá <strong>destaque</strong> a uma frase forte do texto. Isto pode ser uma excelente solução para o caso de você não ter foto ou ilustração para uma matéria. Este recurso cria um novo interesse a um texto que poderia ser visualmente muito chato. Olho ou arejador são termos paroquiais.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Box &#8211; título</strong></td>
<td></td>
<td>C.24</td>
<td>Box é uma materinha relacionada a uma matéria maior, cercada por fio. Procure não editar assuntos em um único e monolítico texto. Se você quebrar um assunto em várias matérias menores, ele terá muito mais chances de ser totalmente lido que se estivesse em um &#8220;tijolão&#8221; (bloco único de texto).</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Box &#8211; texto</strong></td>
<td></td>
<td>C.10</td>
<td>Baseado no normal</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Notinha &#8211; título</strong></td>
<td>Título da notinha</td>
<td>C.16</td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Notinha &#8211; texto</strong></td>
<td>É sempre necessário espaço para pequenas notas, em um jornal.</td>
<td>Baseado em Normal, mas com corpo menor: c.9</td>
<td>Alinhado à esquerda, para se diferenciar um pouco do texto normal.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Tabela de estilos de Títulos</h3>
<table border="1">
<tbody>
<tr>
<th colspan="3">Títulos primários.<br />
Devem ser em uma fonte forte ou negrito.</th>
<th colspan="3">Títulos auxiliares,<br />
usados quando uma matéria vai ao lado de outra com o título principal, ou alternando com o título principal.</th>
</tr>
<tr>
<th>Nome</th>
<th>Função</th>
<th>Formatação</th>
<th>Nome</th>
<th>Função</th>
<th>Formatação</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Título 1 negrito</strong></td>
<td>Título principal de página</td>
<td>C.48, fonte pesada</td>
<td><strong>Título 1 claro</strong></td>
<td>Título primário auxiliar</td>
<td>C. 48, fonte leve</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Título 2 negrito</strong></td>
<td>Título secundário</td>
<td>C.36</td>
<td><strong>Título 2 claro</strong></td>
<td>Título secundário auxiliar</td>
<td>C.36, baseado no Título 1 claro</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Título 3 negrito</strong></td>
<td>Título terciário</td>
<td>C.30</td>
<td><strong>Título 3 claro</strong></td>
<td>Título terciário auxiliar</td>
<td>C.30, baseado no Título 1 claro<br />
ou no Título 2 claro</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Título 4 negrito</strong></td>
<td>Título quaternário</td>
<td>C.24</td>
<td><strong>Título 4 claro</strong></td>
<td>&#8230;</td>
<td>C.24, baseado no Título 1 claro<br />
ou no Título 3 claro</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Título 5 negrito</strong></td>
<td>&#8230;</td>
<td>C.20</td>
<td><strong>Título 5 claro</strong></td>
<td>&#8230;</td>
<td>C.20, baseado no Título 1 claro<br />
ou no Título 4 claro</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Título 6 negrito</strong></td>
<td>&#8230;</td>
<td>C.18</td>
<td><strong>Título 6 claro</strong></td>
<td>&#8230;</td>
<td>C.18, baseado no Título 1 claro<br />
ou no Título 5 claro</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Título 7 negrito</strong></td>
<td>&#8230;</td>
<td>C.16</td>
<td><strong>Título 7 claro</strong></td>
<td>&#8230;</td>
<td>C.16, baseado no Título 1 claro<br />
ou no Título 6 claro</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>Seu jornal é bem desenhado?</title>
		<link>http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/04/seu-jornal-e-bem-desenhado/</link>
		<comments>http://meiradarocha.jor.br/news/2007/06/04/seu-jornal-e-bem-desenhado/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Jun 2007 15:47:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Antonio Meira da Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[InDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[PageMaker]]></category>
		<category><![CDATA[Scribus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.meiradarocha.jor.br/news/2007/06/04/seu-jornal-e-bem-desenhado/</guid>
		<description><![CDATA[Bom, talvez seu veículo seja bem desenhado. Mas se ele cai em alguma das categorias abaixo, cuidado. Está na hora de buscar socorro profissional. Seu jornal usa a fonte tipográfica Times New Roman ou similar. Ele não tem personalidade: se alguém olha uma página qualquer, não é capaz de dizer que jornal é. As matérias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, talvez seu veículo seja bem desenhado. Mas se ele cai em alguma das categorias abaixo, cuidado. Está na hora de buscar socorro profissional.</p>
<ol>
<li>Seu jornal usa a fonte tipográfica Times New Roman ou similar.</li>
<li>Ele não tem personalidade: se alguém olha uma página qualquer, não é capaz de dizer que jornal é.</li>
<li>As matérias têm títulos que não se destacam do texto, à primeira olhada.</li>
<li>Os título ou fotos são desproporcionais em relação à quantidade de texto da matéria.</li>
<li>Você amontoa anúncios na capa, fazendo seu veículo parecer um almanaque de farmácia.</li>
<li>Você empilha anúncios no miolo do jornal, em vez de usar a técnica de pirâmide.</li>
<li>Você deixa &#8220;joelhos&#8221; em matérias (colunas que terminam em alturas diferentes).</li>
<li>Você não se preocupa com a qualidade dos anúncios produzidos &#8220;em casa&#8221;.</li>
<li>Você investiu no visual de seu veículo menos do que investiu em um computador.</li>
<li>Você não investiu na qualificação de seus diagramadores, usou &#8220;uma gurizada que mexe com computador, aí&#8221;.</li>
</ol>
<p>Se o seu periódico tem algum destes sintomas, está na hora de contratar um planejamento gráfico ou &#8220;newspaper design&#8221;.</p>
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